A acusação foi recebida
quatro dias depois, em 17 de março, pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca
de Arcoverde, que reconheceu a existência de elementos suficientes para o
prosseguimento da ação penal. Com isso, o processo passa a seguir os trâmites
previstos no Código de Processo Penal, assegurando o direito ao contraditório e
à ampla defesa.
De acordo com a legislação
vigente, especificamente o artigo 216-A, §2º, do Código Penal Brasileiro, a
pena pode ser aumentada em até um terço, considerando que a vítima é menor de
18 anos.
O caso ganhou repercussão
após relatos de assédio, envolvendo mensagens de teor impróprio enviadas pelo
ex-missionário a adolescentes. A denúncia saiu do âmbito interno da igreja e um
Boletim de Ocorrência por "Importunação Sexual" foi registrado na
Delegacia da Mulher de Arcoverde em 2 de setembro de 2025.
À época da denúncia, a
Itapuama FM procurou o presidente da Primeira Igreja Batista de Arcoverde,
pastor Carlos Alberto, para comentar o assunto, mas ele disse não ter nada a
declarar. "No momento não tenho nada a declarar. Como você noticiou,
o caso está sob a investigação da Delegacia da Mulher", escreveu o
pastor em mensagem no WhatsApp à reportagem da emissora.
De acordo com informações
repassadas por um ex-integrante da igreja de Arcoverde a mesma emissora, esse
ex-missionário, que é casado, havia passado por outras igrejas nos municípios
de Manari, no Sertão, e Angelim, no Agreste pernambucano, de onde teria saído devido
a casos semelhantes.
Ele chegou na Primeira
Igreja Batista de Arcoverde em 2022, trazido pelo Pastor Presidente, que
segundo a mesma fonte, já conhecia seu passado, mas não teria contado nada aos irmãos
com a “intenção de ajudar”.
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