O resultado representa uma
queda de seis pontos percentuais para Flávio Bolsonaro em relação à pesquisa
anterior, realizada em abril, quando ele aparecia com 47,8%. No mesmo período,
Lula também oscilou, saindo de 47,5% para os atuais 48,9%, consolidando
vantagem numérica na simulação.
A nova rodada do
levantamento foi realizada entre os dias 13 e 18 de maio, com 5.032 eleitores
em todo o país, por meio de recrutamento digital. A margem de erro é de um
ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O cenário foi divulgado após
repercussões envolvendo a divulgação de um áudio atribuído ao senador e ao
ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o que, segundo analistas, pode ter influenciado a
movimentação recente nos números — embora o levantamento não estabeleça relação
direta entre os fatos.
Além da simulação contra
Flávio Bolsonaro, o estudo também testou outros possíveis cenários de segundo
turno. Em todos eles, Lula aparece à frente de nomes como os ex-governadores
Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), além de Renan Santos (Missão) e do
ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível.
A pesquisa foi financiada
com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06939/2026.
Os números reforçam um cenário ainda em construção, com tendências que podem sofrer alterações ao longo do processo eleitoral, especialmente diante das movimentações políticas e do comportamento do eleitorado nos próximos meses.
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