domingo, 25 de outubro de 2026

Morte de menina de 5 anos em ação policial no RJ entra na rota de Flávio Bolsonaro

Caso Ana Clara, morta por disparo de fuzil em Niterói, envolve policial militar acusado de homicídio qualificado e suspeitas de articulação política para acesso ao STJ

A morte de Ana Clara Gomes Machado, de apenas 5 anos, durante uma ação policial em Niterói, no Rio de Janeiro, voltou ao centro do debate político nacional e se tornou um dos temas que atravessam a disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), adversários no segundo turno das eleições.

O episódio, ocorrido em 2 de fevereiro de 2021, reúne elementos que vão além da violência que vitimou a criança: a atuação de policiais militares, a responsabilização criminal de um agente acusado de homicídio qualificado e a menção a um senador que teria sido recrutado para abrir portas no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Flávio é advogado de Bruno Dias Delaroli, policial militar acusado de assassinar a criança. Em 2024, o senador assumiu a defesa do agente e assinou um recurso apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar reverter a decisão que determinou que ele fosse submetido a júri popular.

Na manhã de 2 de fevereiro de 2021, Ana Clara brincava com o irmão, Pedro, então com 2 anos, na porta de casa, na comunidade do Monan Pequeno, no bairro do Badú, em Niterói. Na ocasião, policiais militares do 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM) realizavam uma incursão na região.

De acordo com a versão apresentada pelos agentes, a equipe teria sido recebida a tiros por traficantes e reagido. Moradores, porém, negaram que tenha ocorrido um confronto armado.

Durante a operação, Ana Clara foi atingida por um projétil de fuzil calibre 7,62 milímetros. O disparo entrou pela parte posterior do braço direito, atravessou o membro e atingiu o tórax, alcançando a aorta e os pulmões antes de sair pelas costas. A menina sofreu uma hemorragia interna e morreu após ser socorrida e levada ao Hospital Estadual Azevedo Lima.

O caso também envolve um policial militar acusado de homicídio qualificado pela morte da criança. A acusação coloca em evidência a discussão sobre a responsabilidade de agentes de segurança em ocorrências com vítimas civis, sobretudo quando há divergências entre as versões apresentadas pelos policiais e os relatos de moradores.

Outro elemento que projeta o episódio para o cenário político é a referência a um senador (Flávio Bolsonaro) que teria sido recrutado para abrir portas no Superior Tribunal de Justiça.

Cinco anos após a morte de Ana Clara, o episódio permanece como símbolo da dimensão humana da violência e dos questionamentos que cercam operações policiais em comunidades brasileiras. 

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Vereadora do PT é atingida por tijolo durante ato pró-Lula em Montes Claros

Iara Pimentel foi socorrida pelo Samu e permanece em observação na Santa Casa; relatos apontam arremesso de tijolos, garrafas e outros objetos contra participantes da mobilização

A vereadora Iara Pimentel (PT), de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, foi atingida no rosto por um tijolo durante um ato de campanha em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na noite deste sábado (24). A parlamentar foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada à Santa Casa do município, onde permanece em observação.

Segundo informações divulgadas pela assessoria da vereadora, Iara recebeu atendimento médico, foi medicada e submetida a exames. A unidade hospitalar informou que o quadro clínico da parlamentar era estável.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram pessoas apontadas nos relatos como apoiadoras do senador Flávio Bolsonaro (PL) arremessando tijolos em direção ao trio elétrico onde a vereadora estava.

De acordo com o comunicado divulgado pela equipe de Iara Pimentel, outros participantes do ato também teriam sido agredidos na Avenida Sanitária.

O carro de som utilizado na mobilização teria sido atingido por garrafas de vidro, tijolos e outros objetos, ampliando a tensão durante a manifestação política.

Até o momento, não há informações confirmadas sobre a identificação dos suspeitos ou sobre o registro de ocorrência policial relacionado ao episódio. As circunstâncias da agressão e a autoria dos ataques dependem de apuração.

Em nota de repúdio, a assessoria da vereadora condenou a violência e defendeu a investigação do caso, com a identificação e responsabilização dos envolvidos.

“É inadmissível que pessoas sejam agredidas por expressarem suas posições políticas. Nenhuma divergência justifica a violência”, diz um trecho do comunicado.

A manifestação também expressa solidariedade às demais pessoas que teriam sido atingidas durante o ato e agradece as mensagens de apoio encaminhadas à parlamentar.

O episódio reacende o debate sobre a segurança em manifestações e atividades de campanha, especialmente em um cenário de forte polarização política.

A liberdade de expressão e o direito à participação política são garantias fundamentais da democracia. Agressões motivadas por divergências partidárias, além de colocarem vidas em risco, comprometem o ambiente de convivência democrática.

A apuração dos fatos será fundamental para esclarecer a dinâmica do ataque, identificar os responsáveis e estabelecer eventuais responsabilidades.

Enquanto Iara Pimentel permanece sob observação médica, o caso mobiliza manifestações de solidariedade e cobranças por providências diante da violência registrada durante o ato.

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sábado, 24 de outubro de 2026

Moraes determina bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens de advogado que envolve Flávio Bolsonaro

Willer Tomaz é alvo de medidas cautelares no STF, incluindo sequestro de valores, quebra de sigilos e cancelamento de passaportes; defesa contesta decisão e nega movimentações financeiras entre o advogado e o senador

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (23) o bloqueio de bens e o sequestro de até R$ 6 bilhões do advogado Willer Tomaz, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro em apuração que envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A decisão também estabelece o cancelamento dos passaportes do advogado, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal de Tomaz e de suas empresas, entre elas a Alcazar Holding. As instituições financeiras foram acionadas para informar os correntistas vinculados às contas investigadas.

As medidas foram adotadas no âmbito do segundo inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal contra Flávio Bolsonaro, sob relatoria de Moraes. A investigação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo no último domingo (18).

A decisão ocorre dias após a divulgação de informações sobre movimentações financeiras bilionárias atribuídas a Willer Tomaz em apostas esportivas.

Segundo as informações da investigação, o advogado é alvo de suspeitas relacionadas a possíveis operações de lavagem de dinheiro para o senador Flávio Bolsonaro. As suspeitas ainda estão sob apuração e não representam, por si só, comprovação de prática criminosa.

Ao justificar o cancelamento dos passaportes, Moraes considerou que o advogado teria viajado ao exterior após se tornar alvo de investigações da Polícia Federal.

A apuração busca aprofundar a análise das movimentações financeiras, das relações entre os investigados e de eventuais operações realizadas por meio de empresas e contas bancárias.

Em nota, a defesa de Willer Tomaz contestou as determinações do ministro e questionou os fundamentos da investigação. Os advogados classificaram as medidas como “desproporcionais” e afirmaram que o valor estabelecido para o bloqueio não corresponde ao patrimônio do investigado.

A defesa também alegou que a apuração teria se afastado de seu objeto original, relacionado à Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Sem encontrar nada que o ligasse ao esquema, passou a vasculhar indiscriminadamente sua vida pessoal e profissional em busca de qualquer pretexto para a devassa”, declarou a defesa.

Os advogados ainda contestaram o bloqueio de até R$ 6 bilhões e a suspensão das atividades empresariais, que, segundo eles, representariam uma punição antecipada.

A defesa também rejeitou informações sobre uma suposta relação financeira entre Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro.

“É falsa a informação de que Flávio Bolsonaro seria ‘usuário master’ de conta da Alcazar. Os dois são amigos, e um nunca movimentou recursos do outro”, afirmou a nota.

Os representantes do advogado ainda criticaram a divulgação de informações relacionadas a uma decisão sob sigilo em período eleitoral, ressaltando que a defesa busca ter acesso ao conteúdo da determinação judicial. 

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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Com dois gols de Barletta no fim, Sport vence Criciúma em jogo dramático e cola no G-6 da Série B

Atacante decide na Ilha do Retiro com gol nos minutos finais e pênalti aos 54 do segundo tempo; Leão chega aos 54 pontos e mantém viva a briga pelos playoffs

O Sport conquistou uma vitória dramática e fundamental na luta pelo acesso à elite do futebol brasileiro. Jogando na Ilha do Retiro, nesta sexta-feira (23), pela 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Rubro-negro pernambucano venceu o Criciúma por 2 a 1, com dois gols de Chrystian Barletta, protagonista de uma partida decidida no último lance.

O resultado ganhou contornos de emoção nos minutos finais. Depois de abrir o placar no segundo tempo, o Sport sofreu o empate nos acréscimos, mas encontrou forças para buscar a vitória em uma cobrança de pênalti convertida aos 54 minutos, novamente por Barletta.

Após um confronto marcado pela tensão da reta final da competição, o atacante rubro-negro abriu o placar aos 31 minutos do segundo tempo, com um golaço que fez a torcida leonina explodir nas arquibancadas da Ilha do Retiro.

Quando a vitória parecia encaminhada, o Criciúma chegou ao empate nos acréscimos, aumentando a apreensão entre os torcedores pernambucanos.

Mas a noite tinha um nome: Chrystian Barletta. Aos 54 minutos da etapa final, o jogador converteu um pênalti e garantiu os três pontos para o Sport, selando uma vitória que pode ter peso decisivo na reta final da Série B.

Com os dois gols diante do Tigre, Barletta chegou a 16 gols na temporada, sendo 13 na Série B, consolidando sua importância para a equipe rubro-negra.

Com o triunfo, o Sport chegou aos 54 pontos e assumiu a sétima colocação, ficando empatado em pontuação com o Atlético-GO, que abre o G-6, mas atrás na classificação conforme os critérios de desempate.

A vitória mantém o Leão vivo na disputa por uma vaga nos playoffs de acesso e aumenta a importância dos próximos compromissos nesta reta decisiva do campeonato.

Além dos três pontos, o resultado representa um impulso emocional para o elenco, que conseguiu reagir mesmo depois de sofrer o empate nos instantes finais.

O Sport volta a campo no próximo sábado (31), quando enfrenta o Botafogo-SP, em Ribeirão Preto, às 16h.

Na reta final da Série B, cada rodada ganha peso na corrida por uma vaga entre os seis primeiros colocados. Para o Leão, a missão agora é transformar a vitória emocionante na Ilha do Retiro em combustível para seguir firme na briga pelo acesso. 

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Google, Meta e X não identificam irregularidades no canal “Exército do Lula”, diz relato das plataformas ao TSE

Empresas afirmam não ter encontrado violações nas políticas de uso do canal de WhatsApp; análise foi solicitada pelo ministro Kassio Nunes Marques em meio a questionamentos sobre mobilização digital na campanha eleitoral

As plataformas Google, Meta e X afirmaram não ter encontrado indícios de irregularidades na atuação do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), segundo informações sobre as respostas encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os posicionamentos foram apresentados após o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, determinar que as empresas entregassem, em 24 horas, relatórios técnicos sobre possíveis ações coordenadas nas redes sociais a partir do canal.

A solicitação, feita na quinta-feira (22), buscava esclarecer suspeitas relacionadas à mobilização digital de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), especialmente quanto à possibilidade de amplificação artificial de publicações e uso de mecanismos para manipular o alcance de conteúdos.

Em sua manifestação, a Meta informou que realizou uma análise do canal à luz das próprias diretrizes para canais do WhatsApp e não constatou violações de suas políticas.

“Canal ‘EXÉRCITO DO LULA’. A análise do Canal à luz das Diretrizes de Canais consta da declaração técnica anexa (Doc. 01), que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador”, afirmou a empresa.

As informações também apontam que as plataformas identificaram mobilizações coordenadas por meio do WhatsApp, mas relataram que as ações virtuais dos apoiadores ocorreram a partir de perfis considerados autênticos.

O relato diferencia, portanto, a existência de coordenação política e digital da eventual prática de irregularidades ou manipulação artificial nas redes.

Na determinação, Kassio Nunes Marques solicitou que as empresas verificassem possíveis práticas como:

  • Amplificação artificial do alcance de publicações;
  • Utilização de perfis inautênticos;
  • Manipulação de recursos de busca;
  • Disseminação de informações falsas.

O objetivo era obter informações técnicas que permitissem avaliar o funcionamento da mobilização digital e a eventual ocorrência de condutas contrárias às regras eleitorais e às políticas das plataformas.

As manifestações das empresas colocam em evidência uma distinção importante no debate sobre campanhas políticas nas redes sociais: a organização de apoiadores para compartilhar conteúdos não representa, por si só, comprovação de fraude ou manipulação.

Da mesma forma, a informação de que não foram identificadas violações nas análises das plataformas não equivale, necessariamente, a uma declaração de legalidade sobre todas as atividades relacionadas ao canal.

O caso ocorre em meio à crescente atenção da Justiça Eleitoral sobre o papel das redes sociais na disputa presidencial, especialmente diante do alcance de canais digitais e de estratégias de mobilização de apoiadores.

Com os esclarecimentos apresentados, o episódio passa a contar com as avaliações técnicas das plataformas, enquanto eventuais desdobramentos jurídicos dependem da análise das informações e das decisões da Justiça Eleitoral. 

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Ministro do TSE impede nova suspensão administrativa do canal “Exército do Lula”

Decisão de Floriano de Azevedo Marques proíbe Presidência da Corte de retirar canal do WhatsApp do ar por via administrativa; restrições ainda podem ocorrer por decisão judicial

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por determinação administrativa da Presidência da Corte.

A decisão estabelece que o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, se abstenha de utilizar suas atribuições administrativas para determinar a suspensão, retirada ou restrição do funcionamento do canal, até que haja deliberação do plenário do tribunal em âmbito jurisdicional.

A medida impõe limites à atuação administrativa da Presidência do TSE sobre o canal, mas não representa uma garantia de funcionamento irrestrito ou definitivo da página.

Na decisão liminar, Floriano de Azevedo Marques estabeleceu que uma eventual nova medida contra o canal poderá ser adotada caso haja determinação judicial nesse sentido.

O ministro registrou no documento que a Presidência deve se abster de exercer sua competência administrativa para impedir o funcionamento do canal até que sobrevenha decisão do plenário em processo judicial.

O trecho da decisão afirma:

“Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa [...] para determinar a suspensão, retirada ou restrição o funcionamento do Canal designado ‘Exército de Lula’ até que sobrevenha alguma decisão de Plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido”.

A decisão tem natureza liminar e estabelece uma proteção temporária ao funcionamento do canal, dentro dos limites definidos pelo ministro.

O tema poderá ser submetido ao plenário do Tribunal Superior Eleitoral, que terá a possibilidade de analisar judicialmente a questão e deliberar sobre eventuais restrições.

Até lá, a Presidência do TSE fica impedida de determinar, por via exclusivamente administrativa, a retirada ou limitação do canal, conforme os termos da decisão. 

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Transição da Compesa para iniciativa privada é adiada e nova operação começa em novembro

Mudança no cronograma transfere início da concessão parcial do saneamento em Pernambuco de 26 de outubro para 23 de novembro; Arcoverde está entre os municípios contemplados

O início da operação da concessão parcial dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em Pernambuco foi adiado. Inicialmente previsto para o dia 26 de outubro, o começo da nova etapa foi remarcado para 23 de novembro de 2026, conforme informe oficial divulgado pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) aos usuários.

A alteração no calendário posterga a transferência formal da gestão operacional dos serviços para a iniciativa privada nas áreas contempladas pelo leilão de concessão, modificando o cronograma de uma das principais mudanças recentes no modelo de prestação dos serviços de saneamento no estado.

A transição estava prevista para ocorrer no limite de seis meses após a assinatura dos contratos. Com o adiamento, a nova data passa a ser 23 de novembro.

Com a entrada em operação do novo modelo, a AQUA Pernambuco assumirá os serviços de distribuição de água e coleta de esgoto nas áreas que vão do litoral até parte do Sertão, incluindo o município de Arcoverde.

Já a VITA Sertão ficará responsável pela operação dos serviços em 24 municípios, entre eles Petrolina.

A divisão estabelece áreas distintas de atuação para as concessionárias privadas, dentro do processo de concessão parcial dos serviços de saneamento em Pernambuco.

A mudança representa uma nova etapa na organização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário nas regiões abrangidas pelos contratos.

A partir da nova data, a responsabilidade operacional pelos serviços previstos na concessão será transferida às empresas vencedoras, conforme a área de atuação de cada uma.

Até a efetivação da mudança, a Compesa permanece responsável pelos serviços sob sua gestão, observadas as condições e os limites previstos no processo de concessão.

A expectativa agora se volta para a implementação do novo calendário e para a continuidade do abastecimento e dos serviços de saneamento durante o período de transição. 

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Vox aponta Lula à frente de Flávio Bolsonaro com 1,2 ponto nos votos válidos

Pesquisa mostra presidente com 50,6% e senador com 49,4% na simulação de segundo turno; resultado configura empate técnico a três dias da votação

A corrida pelo Palácio do Planalto chega à reta final marcada pelo equilíbrio entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Pesquisa Vox divulgada nesta sexta-feira (23/10) aponta Lula com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% de Flávio, no cenário estimulado de segundo turno.

A diferença de apenas 1,2 ponto percentual coloca os dois candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. Os brasileiros vão às urnas neste domingo (25/10), em uma disputa que permanece aberta dentro dos limites estatísticos do levantamento.

No cenário que considera o total das intenções de voto, incluindo brancos, nulos e eleitores indecisos, Lula registra 45,4%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 44,3%.

Confira os números:

  • Lula (PT): 45,4%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 44,3%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 6%
  • Não sabe/Não opinou: 4,3%

Os dados reforçam o cenário de forte polarização entre os dois candidatos, com uma diferença de 1,1 ponto percentual na intenção de voto total.

O levantamento também revela diferenças importantes no desempenho dos presidenciáveis entre as regiões brasileiras.

Lula aparece numericamente à frente no Nordeste, com 56,8% das intenções de voto, e no Norte, onde alcança 60%.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, lidera numericamente no Sul, com 55,7%, no Sudeste, com 49,3%, e no Centro-Oeste, com 53,3%.

Os percentuais regionais indicam uma disputa com características distintas pelo país. Sem as margens de erro específicas de cada região, porém, não é possível afirmar que essas diferenças representem vantagens estatisticamente consolidadas.

A pesquisa Vox foi realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, com 2.100 eleitores brasileiros. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de aproximadamente 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-03259/2026. 

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Pedro Pilota e Regina da Saúde convocam apoiadores de Lula para mobilização em Itaíba

Evento está marcado para sábado (24), às 18h, na entrada da cidade, e deve reunir apoiadores do presidente na reta final da campanha.

O prefeito de Itaíba, Pedro Pilota, e a ex-prefeita Regina da Saúde, suplente de deputada estadual, divulgaram um convite aos apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para uma mobilização política neste sábado (24), às 18h, na entrada da cidade.

Em vídeo publicado nas redes sociais, os dois reafirmaram apoio à reeleição de Lula e convocaram a militância para participar do ato, apresentado como uma das últimas mobilizações da campanha presidencial na cidade. A caminhada será puxada por um paredão embalada pelas músicas da campanha de Lula.

Durante o convite, Pedro Pilota e Regina da Saúde incentivaram a participação dos apoiadores e fizeram referência ao chamado “Vermelhão”, em alusão à identidade política do grupo. A mensagem foi encerrada com palavras de ordem em defesa da candidatura petista e do número 13 nas urnas.

“Pessoal de Itaíba, passando aqui pra fazer um convite a vocês que estão com a gente e apoiam o presidente Lula. Neste sábado, dia 24, às 6 da noite, vamos nos encontrar lá na entrada da cidade pra fazer aquele grande encontro do nosso Vermelhão. Quero ver todo mundo junto, nessa reta final, mostrando nossa força e nosso apoio. Chama os amigos, chama a família e vamos juntos! Domingo é 13, é Lula! Espero vocês lá!”, disse Pedro Pilota.

A mobilização ocorre na véspera da votação do segundo turno, marcada para domingo (25), e busca reunir apoiadores de Lula em Itaíba para marcar o encerramento local da campanha. 

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Globo promove debate entre Lula e Flávio Bolsonaro nesta sexta-feira; veja as regras e onde assistir

Encontro será exibido após o Jornal Nacional, com mediação de César Tralli, transmissão multiplataforma e checagem de declarações em tempo real.

A TV Globo realiza nesta sexta-feira (23), logo após o Jornal Nacional, o debate entre os candidatos à Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O encontro será transmitido ao vivo, diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com mediação do jornalista César Tralli.

Além da televisão aberta, o debate poderá ser acompanhado pela GloboNews, pelo portal g1 e pelo Globoplay, em transmissão simultânea. Após o encerramento, a íntegra ficará disponível no g1 e no Globoplay.

Na sequência, o Jornal da Globo, apresentado por Renata Lo Prete, exibirá entrevistas e análises de comentaristas políticos sobre o desempenho dos presidenciáveis.

O encontro terá quatro blocos de perguntas e respostas, além das considerações finais. Três blocos serão temáticos e um terá tema livre. A proposta é permitir que os candidatos apresentem e confrontem suas propostas para o governo federal.

No primeiro bloco, serão seis rodadas de perguntas sobre questões relacionadas às diferentes regiões do país e um tema prioritário de alcance nacional. Cada candidato terá três minutos por rodada, distribuídos entre pergunta, resposta, réplica e tréplica.

Nos segundo e terceiro blocos, os presidenciáveis escolherão temas apresentados no telão para formular as perguntas, seguindo a mesma dinâmica de tempo.

Já o quarto bloco será de tema livre. Cada candidato terá oito minutos de fala, sem limite de intervenções, e poderá circular livremente pelo seu lado do cenário.

Ao fim do encontro, Lula e Flávio Bolsonaro poderão conceder entrevistas coletivas de dez minutos cada. A ordem definida por sorteio será: primeiro Lula, seguido por Flávio Bolsonaro.

Durante o debate, o g1 iniciará a verificação das declarações dos candidatos por meio do projeto Fato ou Fake. O trabalho continuará durante a madrugada, em parceria com os veículos O Globo, Extra, Valor Econômico e a Rádio CBN.

A GloboNews também terá programação especial ao longo do dia, com entradas ao vivo, entrevistas e análises antes e depois do confronto.

O debate será uma das últimas oportunidades para os candidatos apresentarem suas propostas e responderem diretamente às críticas do adversário antes da votação do segundo turno. 

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