A
decisão do partido inclui a ausência de candidatura própria ao Governo do
Estado, priorizando a ampliação de sua representação no Congresso Nacional. A
aposta central recai sobre Eduardo Moura, que, segundo a sigla, possui
potencial para impulsionar a chapa proporcional como um dos principais nomes da
disputa.
O
posicionamento foi reforçado pelo presidente estadual do Novo, Técio Teles, que
destacou o foco da legenda em fortalecer sua bancada federal. “A
oficialização integra a estratégia de crescimento do partido no Estado e a
busca por maior presença em Brasília”, afirmou.
Apesar
de ter apresentado desempenho entre 3% e 8% em levantamentos recentes para o
Governo de Pernambuco, Eduardo Moura teve seu nome retirado da disputa
majoritária. A medida, segundo o partido, visa concentrar forças em uma
estratégia considerada mais viável eleitoralmente.
No
campo das alianças, o Novo também deixou claro que não pretende se alinhar ao
projeto político do prefeito do Recife, João Campos. “Do lado de João
Campos nós não estaremos”, declarou Técio Teles.
Em
relação à governadora Raquel Lyra, o partido adotou um tom mais cauteloso.
Embora existam divergências programáticas, a legenda não descarta a construção
de um diálogo futuro. “Não há apoio automático, mas existe um caminho que
pode ser construído”, ponderou o dirigente.
O
evento de lançamento ocorreu no Empresarial Camilo Brito, no bairro de Santo
Amaro, e reuniu lideranças políticas, entre elas o deputado estadual Renato
Antunes e o vereador Felipe Alecrim, além de pré-candidatos da legenda em
diversas regiões do estado.
Com a definição, o Partido Novo inicia a organização de sua base eleitoral para 2026, apostando em uma estratégia focada na representatividade nacional e na consolidação de seus quadros em Pernambuco. Do Blog Dellas
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