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domingo, 12 de abril de 2026

Flávio Bolsonaro associa pré-campanha a discurso de anistia contra condenado do 8 de janeiro

           Em meio à movimentação política que antecede as eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou o tom do discurso ao defender a anistia de envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, principalmente seu pai, e projetar um cenário de vitória ainda no primeiro turno.

Durante agenda em Porto Alegre, neste sábado (11), o parlamentar afirmou que, caso seja eleito, pretende simbolizar a posse presidencial com a presença de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, ao lado de pessoas que considera vítimas de perseguição política.

A declaração foi dada em entrevista a jornalistas e reforça uma das principais bandeiras que vêm sendo defendidas por aliados do ex-presidente: a revisão das condenações relacionadas aos atos que marcaram o início de 2023. Flávio Bolsonaro mencionou a existência de propostas em tramitação no Congresso Nacional que, segundo ele, poderiam “reestabelecer a justiça” para os envolvidos.

O senador também demonstrou confiança na aprovação de medidas nesse sentido pelo Legislativo após o período eleitoral, destacando que a anistia é uma prerrogativa constitucional do Congresso Nacional. O tema, no entanto, permanece cercado de controvérsias jurídicas e políticas, com diferentes interpretações sobre sua viabilidade e alcance.

Além das declarações sobre o cenário nacional, Flávio Bolsonaro participou de compromissos políticos no Rio Grande do Sul, incluindo o lançamento da pré-candidatura do deputado federal Zucco ao governo estadual. Na ocasião, também manifestou apoio a nomes que devem disputar vagas no Senado, ampliando sua articulação política na região.

Em outro momento da agenda, o senador voltou a criticar adversários políticos e fez projeções sobre o futuro cenário partidário no país, indicando uma estratégia de polarização que deve marcar o debate eleitoral nos próximos meses.

As declarações reforçam o posicionamento do grupo político ligado ao ex-presidente e evidenciam que temas como anistia e revisão de condenações devem ocupar espaço central na disputa presidencial. 

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sábado, 11 de abril de 2026

Datafolha aponta cenário mais competitivo para 2026 e indica empate técnico de Lula com possíveis adversários

                A corrida eleitoral para 2026 começa a ganhar contornos mais equilibrados, segundo nova pesquisa divulgada pelo Datafolha neste sábado (11). O levantamento revela um cenário de maior competitividade envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulações de segundo turno contra diferentes nomes da oposição.

De acordo com os dados, Lula aparece em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL). O parlamentar registra 46% das intenções de voto, enquanto o atual presidente soma 45%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que caracteriza igualdade estatística.

O resultado evidencia uma mudança em relação aos levantamentos anteriores. Em março, Lula aparecia à frente, com 46% contra 43% do senador. Já em dezembro, a vantagem era ainda mais ampla: 51% a 36%. A tendência indica uma redução gradual da distância entre os dois nomes ao longo dos últimos meses.

Em outro cenário testado, contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o presidente também registra 45%, enquanto o adversário aparece com 42%. Embora Lula mantenha vantagem numérica, o resultado permanece dentro da margem de erro, configurando novamente um quadro de equilíbrio.

Situação semelhante é observada na simulação com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Nesse cenário, Lula tem 45% das intenções de voto, contra 42% de Zema, mantendo uma diferença estreita.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o país, com idade a partir de 16 anos, entre os dias 7 e 9 de abril. O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Os números reforçam um ambiente político em transformação, com redução da vantagem do atual presidente e crescimento de adversários em cenários simulados. Embora ainda distante do período eleitoral, o estudo sinaliza um cenário aberto e competitivo para a disputa presidencial de 2026. 

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Proposta de deputado quer transformar vereadores em “conselheiros” sem salário fixo

             Uma proposta em elaboração na Câmara dos Deputados promete acirrar o debate sobre o papel e a estrutura do Legislativo municipal no Brasil. O deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM) anunciou que irá protocolar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de alterar o funcionamento das câmaras municipais em cidades com até 30 mil habitantes.

A iniciativa prevê a substituição do modelo atual, no qual vereadores recebem salários fixos, por um sistema em que passariam a atuar como “conselheiros”, recebendo apenas ajuda de custo por sessão realizada. Segundo o parlamentar, a proposta já conta com apoio inicial de 20 a 30 deputados, mas ainda precisa alcançar o mínimo de 171 assinaturas para começar a tramitar no Congresso Nacional.

De acordo com Amom Mandel, o objetivo da medida é promover maior eficiência na atuação legislativa, além de garantir mais espaço para minorias e fortalecer o papel fiscalizador dos representantes locais. O texto, que está em fase final de elaboração, deve ser apresentado oficialmente nos próximos dias.

A proposta também abre espaço para mudanças mais amplas. O deputado sinalizou a intenção de expandir o modelo para municípios maiores e até provocar alterações no funcionamento interno da própria Câmara dos Deputados, especialmente no que diz respeito à atuação de parlamentares de oposição.

Outro ponto abordado pelo parlamentar é a reformulação do sistema de repasse de recursos, defendendo que os valores sejam transferidos automaticamente, sem depender de avaliação do Poder Executivo.

Apesar do discurso de modernização, a proposta ganhou repercussão após declarações polêmicas do deputado. Em entrevista recente, Amom Mandel afirmou que, ao assumir como vereador em Manaus, percebeu que “vereador e merda são a mesma coisa”, estendendo posteriormente a crítica aos deputados federais.

A fala gerou reação negativa, especialmente na Assembleia Legislativa do Amazonas, onde parlamentares criticaram o tom adotado. Nas redes sociais, o deputado respondeu às críticas com ironia, ampliando ainda mais o debate público em torno do tema.

A eventual tramitação da PEC deve mobilizar não apenas o Congresso Nacional, mas também milhares de câmaras municipais em todo o país, já que a proposta impacta diretamente a estrutura política e administrativa dos municípios brasileiros. 

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sexta-feira, 10 de abril de 2026

Lula critica ameaças de Trump e diz que é “pernambucano” e não teme

             Em meio ao cenário de instabilidade global, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou um tom crítico e ao mesmo tempo descontraído ao comentar a postura dos Estados Unidos diante de conflitos internacionais. Durante agenda nesta sexta-feira (10), o chefe do Executivo afirmou que o momento geopolítico é delicado e apontou o presidente Donald Trump como um dos responsáveis pelo aumento das tensões.

“O mundo está difícil, o Trump está aí ameaçando todo mundo”, declarou Lula, ao comentar o atual cenário internacional.

Em tom de brincadeira, o presidente brasileiro recorreu às suas origens nordestinas e fez referência histórica ao cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião, para reforçar sua fala.

“O Trump não sabe o que é um pernambucano, senão ele não vai fazer ameaça nunca aqui. Se ele soubesse da minha descendência com Lampião, ele tomaria muito cuidado. Se ele soubesse o que é um nordestino nervoso, ele não brigaria com o Brasil”, afirmou.

Apesar do tom descontraído, Lula destacou que o Brasil não pretende se envolver em conflitos internacionais e reafirmou a posição do país em defesa da paz.

“Nós não queremos guerra, queremos paz. Queremos ter acesso à cultura, passear, estudar, namorar, brincar. Nós só queremos coisas boas. Quem quiser guerra, vai para o outro lado do planeta, porque aqui somos a terra da paz e do amor e de quem não tem medo de ser feliz”, completou.

As declarações ocorrem em um momento de tensão internacional, especialmente após a escalada de conflitos no Oriente Médio, que vêm gerando impactos indiretos em diversos países, incluindo o Brasil, principalmente no setor de combustíveis.

O presidente participou do evento ao lado do ministro da Educação, Leonardo Barchini, durante agenda no interior de São Paulo, reforçando investimentos em infraestrutura educacional por meio do Novo PAC.

A fala de Lula combina crítica política, posicionamento diplomático e elementos culturais, reforçando a estratégia de comunicação que busca aproximar temas internacionais da realidade e identidade do povo brasileiro. 

CLIC AQUI E VEJA O VÍDEO DE LULA 

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quinta-feira, 9 de abril de 2026

Governo estuda liberar até R$ 17 bilhões do FGTS para aliviar dívidas de trabalhadores

               Em meio ao cenário de alto endividamento das famílias brasileiras, o Ministério do Trabalho e Emprego avalia um pacote de medidas que pode liberar cerca de R$ 17 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para auxiliar trabalhadores na quitação de dívidas, com foco especial em débitos de cartão de crédito.

A proposta, ainda em fase de análise, prevê duas frentes principais. A primeira consiste na liberação de um montante entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões direcionado a trabalhadores de baixa renda, considerados mais vulneráveis ao impacto do endividamento. A ideia é priorizar esse público, excluindo faixas salariais mais elevadas, sob o entendimento de que possuem maior capacidade de reorganização financeira.

Já a segunda medida, que já vinha sendo discutida anteriormente, prevê a liberação de aproximadamente R$ 7 bilhões para cerca de 10 milhões de trabalhadores que aderiram ao modelo de saque-aniversário e, posteriormente, foram demitidos. Nesse caso, parte do saldo do FGTS permaneceu bloqueada como garantia de empréstimos bancários.

A iniciativa busca corrigir distorções nesses contratos, permitindo a devolução de valores que ficaram retidos além do necessário para assegurar as operações de crédito. Atualmente, quando o trabalhador antecipa parcelas do saque-aniversário, a Caixa Econômica Federal bloqueia parte do saldo como garantia, o que pode limitar o acesso ao recurso mesmo após a demissão.

Especialistas apontam que, se confirmada, a medida pode ter impacto direto na redução da inadimplência e no estímulo ao consumo, especialmente entre as famílias de menor renda, que enfrentam maior dificuldade para equilibrar o orçamento.

O governo federal ainda não anunciou oficialmente a implementação do programa, mas a expectativa é de que uma definição seja apresentada nos próximos dias. 

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Senado agenda sabatina de Jorge Messias para o STF e define rito de votação da indicação

              O processo de escolha para uma vaga no Supremo Tribunal Federal avança no Senado Federal com a definição do cronograma para análise do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias. A sabatina do indicado está marcada para o próximo dia 29 de abril, conforme informou o relator do processo na Comissão de Constituição e Justiça.

A condução da análise ficará sob responsabilidade do senador Weverton Rocha, que confirmou que o parecer sobre a indicação será apresentado previamente, no dia 15, antes da etapa de questionamentos ao indicado.

De acordo com o cronograma definido, a sabatina ocorrerá pela manhã na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. No mesmo dia, após a conclusão da avaliação no colegiado, o nome de Jorge Messias deverá ser submetido ao plenário do Senado, onde os parlamentares decidirão sobre a aprovação final.

A definição das datas foi construída em articulação entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da CCJ, Otto Alencar, garantindo a tramitação dentro do rito tradicional adotado para indicações ao STF.

Para assumir uma cadeira na Suprema Corte, o indicado precisa cumprir duas etapas fundamentais: ser aprovado na sabatina da CCJ e obter, posteriormente, o aval da maioria absoluta do Senado em votação plenária. Na prática, são necessários pelo menos 41 votos favoráveis.

A sabatina é considerada um dos momentos mais importantes do processo, quando senadores avaliam o conhecimento jurídico, a trajetória profissional e o posicionamento do indicado sobre temas relevantes para o país.

Caso seja aprovado, Jorge Messias passará a integrar o quadro de ministros do STF, órgão responsável por garantir a interpretação da Constituição e julgar questões de grande impacto institucional no Brasil. 

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Câmara aprova PEC que garante financiamento contínuo da assistência social no Brasil

          Em uma votação expressiva que sinaliza consenso em torno da importância da proteção social no país, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (8), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/2017, conhecida como PEC do SUAS. A medida representa um avanço significativo ao assegurar, de forma permanente, recursos para o Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

De autoria do ex-deputado Danilo Cabral, a proposta estabelece a vinculação de receitas na Constituição Federal, criando uma base estável de financiamento para políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade social.

A aprovação ocorreu com ampla maioria: foram 464 votos favoráveis e apenas 16 contrários, consolidando o entendimento da relevância do SUAS, que atualmente atende cerca de 30 milhões de brasileiros em todo o país.

Com a nova regra, a União deverá ampliar gradualmente os investimentos na assistência social até atingir o equivalente a 1% da Receita Corrente Líquida. Nos dois primeiros anos de vigência, o percentual será de 0,5%, o que já representa um salto significativo nos recursos destinados ao setor — passando de aproximadamente R$ 3,9 bilhões previstos para 2026 para cerca de R$ 7,5 bilhões.

Para o autor da proposta, Danilo Cabral, a principal conquista da PEC é garantir previsibilidade e continuidade às políticas públicas da área. Segundo ele, a ausência de um piso constitucional deixava o sistema vulnerável a cortes orçamentários frequentes.

Durante a sessão, o presidente da Câmara, Hugo Motta, destacou o papel dos profissionais da assistência social na mobilização em defesa da proposta. Ele ressaltou que a articulação da categoria foi fundamental para manter o tema em evidência até sua aprovação.

A medida agora é vista como um marco na consolidação do SUAS como política de Estado, reduzindo incertezas orçamentárias e fortalecendo a rede de proteção social em todo o Brasil. 

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quarta-feira, 8 de abril de 2026

Lula anuncia envio de projeto para acabar com escala 6x1 no Brasil

           O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo federal enviará ao Congresso Nacional, ainda nesta semana, um projeto que propõe o fim da escala 6x1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para apenas um de descanso.

A proposta, segundo o chefe do Executivo, prevê a redução da carga horária sem diminuição salarial, sustentada pelo argumento de que avanços tecnológicos e ganhos de produtividade permitem reorganizar o tempo de trabalho sem prejuízo econômico.

Durante entrevista, Lula destacou que a medida busca garantir mais qualidade de vida aos trabalhadores, ampliando o tempo destinado ao descanso, lazer e convivência familiar. Ao mesmo tempo, sinalizou que o texto deverá incluir mecanismos de flexibilização para atender realidades específicas de determinadas categorias profissionais.

Nesse sentido, o presidente afirmou que será necessário prever possibilidades de negociação, permitindo exceções em setores com características próprias, evitando a aplicação de uma regra rígida para todo o mercado de trabalho.

A articulação política para viabilizar o projeto já está em curso. Lula indicou que pretende dialogar com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, com o objetivo de acelerar a tramitação da proposta.

Paralelamente, o tema já está em análise no Legislativo por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A iniciativa também trata da redução da jornada e do fim da escala 6x1, e segue seu curso independentemente do envio do novo projeto pelo Executivo.

A pauta tem ganhado força no cenário nacional, impulsionada tanto pelo impacto social quanto pelo interesse político em ano pré-eleitoral. Levantamento recente do instituto Datafolha aponta que 71% dos brasileiros são favoráveis à mudança no modelo atual de jornada.

Caso avance no Congresso, a proposta poderá representar uma das mais significativas alterações nas relações de trabalho das últimas décadas, com efeitos diretos sobre empresas, trabalhadores e a dinâmica econômica do país. 

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CNJ e CNMP avançam para manter benefícios extras a magistrados e procuradores, contrariando STF

             Uma nova controvérsia jurídica e institucional ganha destaque no país com o avanço de uma resolução conjunta entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que prevê a manutenção de benefícios adicionais — conhecidos como “penduricalhos” — a juízes e procuradores.

A proposta já conta com maioria nos dois conselhos e deve ter seu julgamento concluído nesta quinta-feira (9). O relator do texto é o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin, cujo voto foi acompanhado por outros conselheiros do CNJ.

A discussão ocorre em meio a um cenário recente de tentativa de limitação dos chamados supersalários no setor público. Em decisão tomada no último dia 25 de março, o STF estabeleceu diretrizes para restringir pagamentos que ultrapassem o teto constitucional, equivalente ao salário de ministros da Corte.

Apesar disso, a resolução em análise nos conselhos mantém algumas verbas indenizatórias fora do teto, o que, na prática, permite que a remuneração total ultrapasse o limite formal. Especialistas apontam que o entendimento pode divergir da própria decisão do Supremo, gerando questionamentos sobre coerência institucional.

Entre os pontos mais debatidos está a manutenção do auxílio-moradia, considerado inconstitucional pelo STF quando pago como verba indenizatória sem previsão legal específica. Ainda assim, a proposta dos conselhos prevê a continuidade do benefício com base em normativas internas anteriores.

Outro aspecto que chama atenção é a criação de uma nova gratificação, voltada à proteção da primeira infância, com adicional de 3% sobre o subsídio por dependente de até seis anos. A medida não consta entre as hipóteses autorizadas pela decisão do Supremo e surge em meio à determinação de extinção de benefícios semelhantes, como auxílio-creche e assistência pré-escolar.

Até o momento, nem o CNJ nem o CNMP se manifestaram oficialmente sobre as críticas relacionadas à possível divergência entre a resolução e o entendimento firmado pelo STF.

O desfecho do julgamento pode redefinir os parâmetros sobre remuneração no sistema de Justiça, reacendendo o debate sobre transparência, legalidade e limites no uso de recursos públicos. 

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Lula defende fim das bets no Brasil e cobra debate no Congresso sobre restrições ao setor

           O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a colocar em pauta a atuação das casas de apostas esportivas no país, ao afirmar que avalia, há pelo menos duas semanas, medidas para restringir ou até proibir o funcionamento das chamadas “bets” no Brasil. A declaração foi feita nesta quarta-feira (8), durante entrevista ao canal de notícias ICL.

Ao abordar o tema, o chefe do Executivo adotou um tom crítico em relação ao crescimento acelerado do setor, destacando os impactos sociais associados à prática. Segundo ele, caso dependesse exclusivamente de sua decisão, as plataformas seriam encerradas, mas reconheceu que qualquer mudança exige discussão e aprovação no Congresso Nacional do Brasil.

Sem citar nomes, Lula também mencionou a existência de vínculos entre agentes políticos e empresas do segmento, sugerindo que o debate enfrenta resistências dentro do próprio ambiente legislativo. Para o presidente, o avanço das apostas no país demanda uma resposta institucional mais firme.

Durante a entrevista, Lula classificou a expansão dos jogos como uma “jogatina desenfreada” e alertou para a facilidade de acesso proporcionada pelos dispositivos móveis. Em sua avaliação, o Brasil vive atualmente uma espécie de “cassino dentro de casa”, com milhões de pessoas expostas a plataformas de apostas por meio dos celulares.

O presidente ainda ponderou que, diante do cenário, o país precisa decidir entre proibir completamente a atividade ou adotar um modelo mais restritivo, limitando a atuação a um número reduzido de operadores devidamente regulamentados.

Ao responder críticas sobre a carga tributária, Lula defendeu o papel dos impostos na sustentação de políticas públicas, destacando que cerca de R$ 400 bilhões são destinados a programas sociais voltados à população mais vulnerável.

A discussão sobre a regulamentação das apostas esportivas deve ganhar força nas próximas semanas, com expectativa de intensificação do debate entre governo e representantes do setor. 

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Teresa Leitão assume liderança do PT no Senado em momento estratégico para articulação política

             Em um movimento que reforça a reorganização interna e a estratégia política do Partido dos Trabalhadores no Congresso Nacional, a senadora pernambucana Teresa Leitão foi eleita, de forma unânime, como nova líder da bancada petista no Senado Federal. A escolha ocorreu na manhã da última terça-feira (7), durante reunião da legenda, consolidando seu nome como principal articuladora do partido na Casa.

Com a nova função, Teresa passa a ser responsável por coordenar a atuação dos senadores do PT, conduzindo posicionamentos, negociações e estratégias em votações consideradas prioritárias para o governo e para o partido. A liderança também envolve o diálogo com outras siglas e a construção de consensos em pautas relevantes no cenário nacional.

Ao comentar a eleição, a parlamentar destacou o simbolismo e os desafios do novo posto. Segundo ela, o momento exige união interna e disposição para enfrentar debates importantes que devem marcar a agenda legislativa nos próximos meses, especialmente em sintonia com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Reconhecida por sua trajetória política voltada à defesa da educação, da cultura e dos direitos sociais, Teresa Leitão assume o cargo em um contexto de intensificação das articulações no Senado, reforçando o papel do PT na condução de pautas estratégicas.

A senadora pernambucana sucede Augusta Brito, que ocupava a liderança da bancada, e que, por sua vez, havia assumido o posto anteriormente após a gestão de Rogério Carvalho. A transição marca mais um capítulo na dinâmica interna do partido dentro do Legislativo federal. 

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Pesquisa Meio/Meta mostra Lula com 40,4% e Flávio Bolsonaro com 37% em cenário de empate técnico

                   O cenário eleitoral para a Presidência da República em 2026 segue marcado por forte equilíbrio e alta imprevisibilidade. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pelo instituto Meio/Ideia revela um quadro de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), indicando uma disputa acirrada tanto no primeiro quanto no segundo turno.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 40,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 37%. Considerando a margem de erro de 2,5 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

A disputa segue no mesmo nível de equilíbrio em uma eventual segunda rodada. Flávio Bolsonaro atinge 45,8% das intenções de voto, superando numericamente Lula, que aparece com 45,5%. No entanto, a diferença também está dentro da margem de erro, mantendo o empate técnico.

O levantamento indica ainda estabilidade no cenário eleitoral em comparação com a rodada anterior, realizada em março. Na ocasião, Lula tinha 40,3% e Flávio Bolsonaro 35% no primeiro turno, o que demonstra variações discretas dentro da margem.

Na sequência, um segundo bloco de candidatos aparece tecnicamente empatado. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), soma 6,5%, enquanto Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) registram 3% cada. Já Aldo Rebelo (DC) aparece com 0,6%.

Os indecisos representam 8,5% do eleitorado, enquanto votos brancos e nulos somam 1%.

Em cenários de segundo turno contra outros adversários, Lula apresenta vantagem. O presidente venceria Ronaldo Caiado por 45% a 39% e Romeu Zema por 44,7% a 38,7%. Contra Renan Santos, a diferença é mais ampla: 45% a 26,4%.

Outro dado relevante é o aumento da indecisão do eleitorado. Em janeiro, 64,5% dos entrevistados afirmavam já ter decidido o voto. Agora, esse índice caiu para 48,6%, enquanto 51,4% dizem que ainda podem mudar de escolha.

A avaliação do governo federal também apresentou estabilidade. O percentual de avaliação “ótimo” é de 10,7% e “bom” de 21,5%. Já 19% classificam a gestão como “regular”. As avaliações negativas somam 46,4%, sendo 15% “ruim” e 31,4% “péssimo”.

A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 3 e 7 de abril, com nível de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00605/2026-BRASIL. 

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Nome ligado ao agronegócio entra no radar de pré-campanha de Haddad em São Paulo

             A movimentação política em torno da sucessão estadual em São Paulo começa a ganhar novos contornos com a busca por composições capazes de ampliar o alcance eleitoral das candidaturas. Nos bastidores da pré-campanha de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista, um nome fora do eixo tradicional da esquerda tem chamado atenção: o da pecuarista Teresa Vendramini, conhecida como Teka.

Primeira mulher a presidir a Sociedade Rural Brasileira, Teka passou a ser considerada como possível candidata a vice-governadora após sua recente filiação ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), legenda que integra a base de alianças do PT. A avaliação interna é de que seu perfil pode contribuir para equilibrar a chapa, sobretudo junto a setores mais conservadores e ao eleitorado do interior paulista.

Integrantes da articulação política admitem que a estratégia passa por repetir uma fórmula já utilizada em disputas nacionais: agregar um nome com trânsito fora do campo progressista. “Precisamos achar um Alckmin para Haddad”, afirmou, sob reserva, um membro da equipe envolvida nas discussões.

Com formação em sociologia e forte atuação no agronegócio — atividade mantida por sua família há décadas — Teresa Vendramini também já esteve à frente da Federação das Associações Rurais do Mercosul, ampliando sua influência no setor produtivo.

Apesar da repercussão de seu nome nos bastidores, a própria pecuarista sinalizou que não pretende disputar cargos eletivos neste momento. Em nota divulgada por sua assessoria, afirmou que seu foco está na contribuição técnica. “Seu objetivo é contribuir no campo técnico, priorizando pautas que tragam avanços para o produtor rural, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do campo”, diz o comunicado.

Enquanto isso, dentro do PDT, a cúpula estadual avalia outras possibilidades de participação na chapa majoritária, incluindo o nome do sindicalista Antônio Neto. Uma das alternativas em análise envolve a composição de candidaturas ao Senado, como a da ex-ministra Simone Tebet.

O cenário ainda está em construção e deve sofrer alterações até o período das convenções partidárias, quando as alianças serão oficialmente definidas.

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terça-feira, 7 de abril de 2026

Narrador Luís Roberto se afasta da Globo para tratamento de saúde e ficará fora da Copa do Mundo

          A principal voz das transmissões esportivas da televisão brasileira enfrentará uma pausa importante em sua trajetória profissional. O narrador Luís Roberto, referência nas coberturas de futebol da TV Globo, anunciou seu afastamento temporário das atividades para iniciar tratamento de saúde.

Aos 64 anos, o jornalista foi diagnosticado, após exames de rotina, com uma neoplasia localizada na região cervical. Atualmente, ele se encontra na fase final de avaliação médica para definição do protocolo de tratamento, o que exigirá sua ausência das transmissões nas próximas semanas.

Com isso, Luís Roberto não participará da cobertura da próxima Copa do Mundo, marcada para acontecer nos Estados Unidos, Canadá e México — evento que tradicionalmente reúne as maiores audiências da televisão brasileira.

Em comunicado, o narrador demonstrou serenidade e confiança diante do diagnóstico, destacando o suporte médico e familiar que tem recebido:

“Depois do susto, está tudo sob controle. Tenho ao meu lado o que a ciência tem de melhor. [...] Ficar ausente por esse período que engloba a Copa é um desafio enorme, mas o maior de todos é vencer esta etapa.”

Com uma carreira consolidada, Luís Roberto iniciou sua trajetória no rádio paulista e ingressou na Globo em 1998. Ao longo dos anos, construiu um estilo marcante de narração, ganhando protagonismo nacional, especialmente após a saída de Galvão Bueno, quando passou a ocupar o posto de principal narrador da emissora.

A ausência do profissional representa uma mudança significativa na cobertura esportiva da Globo em um momento estratégico do calendário futebolístico. Ainda não foram divulgados detalhes sobre substituições ou escalações para o período.

O caso mobilizou colegas de profissão, fãs e o público em geral, que têm manifestado apoio ao narrador nas redes sociais, desejando uma recuperação rápida e completa. 

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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Flávio Bolsonaro alerta para prejuízos de brigas internas no campo conservador

            Em um momento de crescente tensão entre lideranças do campo conservador, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) fez um apelo público por pacificação interna. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar defendeu que integrantes da direita brasileira deixem de lado conflitos pessoais e concentrem esforços na construção de um projeto político comum para o país.

A manifestação ocorre após uma troca de críticas entre o ex-deputado Carlos Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), evidenciando mais um episódio de atrito dentro do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

No pronunciamento, Flávio Bolsonaro classificou o cenário como preocupante e contraproducente. “É angustiante ver lideranças do nosso lado se confrontando enquanto há um país a ser reconstruído”, afirmou, ressaltando que disputas internas enfraquecem o grupo e não produzem vencedores.

O episódio que desencadeou a nova crise envolveu também o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que reagiu de forma contundente a uma interação de Nikolas Ferreira nas redes sociais. O parlamentar mineiro havia respondido com uma risada a uma publicação, gesto interpretado como provocação pela família Bolsonaro.

A partir daí, Eduardo elevou o tom das críticas, acusando Nikolas de desrespeito e de utilizar sua influência digital para impulsionar conteúdos e perfis críticos ao bolsonarismo. Em suas declarações, sugeriu ainda que a visibilidade conquistada pelo deputado teria contribuído para um distanciamento político e pessoal.

O episódio reforça um cenário de fragmentação dentro da direita brasileira, em um momento em que lideranças buscam se posicionar estrategicamente para as eleições futuras. Analistas avaliam que, apesar da base ideológica comum, disputas por protagonismo e influência nas redes sociais têm ampliado divergências internas.

O apelo de Flávio Bolsonaro surge, portanto, como uma tentativa de conter desgastes e reorientar o grupo, diante do desafio de manter coesão política em um ambiente marcado por disputas narrativas e concorrência por espaço no eleitorado conservador. 

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