"O barco está afundando e os aliados já começaram a
pular fora!"
escreveu Caiado no X, ao compartilhar reportagem do G1 sobre a decisão da
federação entre PP e União Brasil de recuar do apoio à
candidatura de Flávio.
A
federação entre PP e União Brasil deve adotar neutralidade na disputa
presidencial, liberando diretórios estaduais para negociar alianças conforme
interesses regionais. A orientação ganhou força após desgastes entre Flávio e
dirigentes, incluindo a insatisfação de Ciro Nogueira (PP) com a ausência de
apoio público do senador durante investigação sobre Banco Master, e o
desconforto do União Brasil após a prisão do aliado Márcio Canella no Rio.
Caiado
endureceu às críticas ao adversário nos últimos dias. Ainda na manhã desta
sexta-feira, afirmou que Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da
Silva (PT) são "farinha do mesmo saco".
"Quando o assunto é tarifaço, Lula não faz nada
porque quer se beneficiar com a briga e Flávio Bolsonaro só pensa na própria
eleição. Os interesses do Brasil não podem ficar em segundo plano!", afirmou Caiado em outra publicação
do X.
Na
quinta-feira, 9, Caiado disse que a disputa entre os nomes de Flávio e Lula
configura uma "candidatura dos rejeitados", em
referência aos altos índices de rejeição de ambos. Ele questionou se a eleição
de 2026 se resume a um "jogo de revanche" entre bolsonaristas e
petistas.
Na
quarta-feira, 8, após o evento "Agenda dos Presidenciáveis", Caiado
já havia dito que um voto em Flávio equivale a um voto pela reeleição de Lula. "Diante
do cenário atual, muitos não querem confessar, mas se você votar no Flávio vai
reeleger o Lula", afirmou.
0 pré-candidato também classificou de "inaceitável" o pedido do senador ao governo dos Estados Unidos para adiar para depois das eleições brasileiras a cobrança de tarifas de 25% sobre produtos do País.
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