Com
a mudança, será aplicada uma cobrança adicional de R$ 1,885 para cada 100 kWh
consumidos. Desde janeiro, vigorava a bandeira verde, que não impõe taxas
extras aos consumidores.
De
acordo com a agência reguladora, a decisão foi motivada pela redução no volume
de chuvas, fator que impacta diretamente os níveis dos reservatórios das usinas
hidrelétricas — principal fonte de geração de energia no Brasil. Com menos água
disponível, há necessidade de acionar fontes mais caras, como as termelétricas.
O
cenário também acende um alerta para os próximos meses. Projeções indicam a
possibilidade de formação do fenômeno El Niño no segundo semestre, o que pode
provocar temperaturas mais elevadas e redução das chuvas, especialmente nas
regiões Norte e Nordeste.
Além
das condições climáticas, outros fatores contribuem para o aumento dos custos
no setor elétrico, como o chamado risco hidrológico e a elevação do Preço de
Liquidação de Diferenças (PLD), indicador que reflete o valor da energia no
mercado de curto prazo.
Criado
em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias tem como objetivo dar mais
transparência ao consumidor sobre os custos reais da geração de energia e
reduzir impactos financeiros mais severos para as distribuidoras.
Com o novo cenário, especialistas recomendam atenção ao consumo e adoção de medidas de economia para evitar surpresas na fatura de energia nos próximos meses.
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