A
declaração foi feita pelo presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer
Ghalibaf, que afirmou que o país não aceitará imposições externas. “Enquanto
os norte-americanos exigirem a rendição do Irã, nossa resposta é que jamais
aceitaremos a humilhação”, disse. Ele reforçou ainda que o país segue
em estado de prontidão: “Nossos ataques continuam. Nossos mísseis estão
posicionados. Nossa determinação e fé aumentaram”.
A
guerra teve início em 28 de fevereiro, após ataques conduzidos por Estados
Unidos e Israel contra alvos iranianos, desencadeando uma reação em cadeia que
rapidamente se espalhou por diferentes pontos do Oriente Médio.
No
sábado (28), o conflito ganhou um novo capítulo com a entrada direta dos
houthis do Iêmen, aliados de Teerã, que lançaram seus primeiros ataques contra
Israel desde o início da guerra. A ampliação dos confrontos aumenta o temor de
um conflito regional de grandes proporções.
Além
das consequências humanitárias — com milhares de mortos ao longo de um mês de
confrontos —, o cenário também preocupa pela repercussão econômica. O
fechamento do Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo e
gás consumidos globalmente, já afeta o transporte marítimo e pressiona mercados
internacionais.
Especialistas
alertam que uma eventual ofensiva terrestre pode elevar ainda mais os riscos
para o comércio global e a estabilidade energética.
Em
meio à escalada militar, líderes internacionais buscam uma saída diplomática.
Neste domingo (29), ministros das Relações Exteriores de Paquistão, Arábia
Saudita, Turquia e Egito se reuniram em Islamabad para discutir alternativas
que possam levar ao fim do conflito.
Apesar dos esforços, o cenário segue incerto, com sinais de endurecimento das posições e crescente risco de uma guerra ainda mais ampla.
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