terça-feira, 24 de março de 2026

PSB filia Angela Coutinho, liderança da Mata Norte para disputa federal

                O Partido Socialista Brasileiro segue avançando na montagem de sua chapa proporcional em Pernambuco e deu mais um passo estratégico ao filiar a ex-candidata a prefeita de Paudalho, Angela Coutinho, que chega à legenda com o objetivo de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados do Brasil.

A filiação foi oficializada na sede estadual do partido, no Recife, e integra o movimento de fortalecimento político liderado pelo prefeito da capital, João Campos, apontado como pré-candidato ao Governo do Estado.

Com trajetória consolidada na Mata Norte, Angela Coutinho se destaca por ter disputado as eleições municipais de 2020 e 2024, quando obteve cerca de 9 mil votos, consolidando-se como principal nome da oposição em Paudalho. Sua entrada no PSB é vista como um reforço à estratégia de interiorização da legenda, ampliando a representatividade regional na disputa proporcional.

De acordo com o secretário-geral do partido em Pernambuco, Tarcísio Ribeiro, a chegada da nova filiada fortalece o projeto político em construção. “Estamos formando uma chapa competitiva, conectada com as demandas reais da população, e Angela chega para somar com sua experiência e compromisso”, afirmou.

Ao oficializar sua filiação, Angela destacou que a decisão representa um passo natural em sua trajetória política e reforçou o compromisso com a população da Mata Norte. Segundo ela, a pré-candidatura à Câmara Federal surge como oportunidade de ampliar a defesa das demandas regionais em nível nacional.

A movimentação também foi celebrada por Dora Pires, que ressaltou a importância da ampliação da participação feminina na política. Para ela, a chegada de Angela Coutinho reforça o compromisso do partido com a presença de mulheres em espaços de poder.

Com a filiação, o PSB segue consolidando sua base e ampliando seu leque de pré-candidaturas, em um cenário que aponta para uma disputa cada vez mais estratégica nas eleições de 2026. 

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Janela partidária redesenha forças políticas em Pernambuco e provoca mudanças rumo as eleições

              A poucos dias do encerramento da janela partidária, o cenário político em Pernambuco vive um período de intensa reconfiguração, com movimentações que já impactam diretamente a formação de chapas e alianças para as eleições de 2026. Trocas de legenda, articulações estratégicas e reposicionamentos de lideranças têm marcado os bastidores tanto em Brasília quanto no âmbito estadual.

Entre os movimentos mais relevantes está a migração do deputado federal Guilherme Uchoa Júnior, que deixa o Partido Socialista Brasileiro para se filiar ao Partido Social Democrático, legenda alinhada à governadora Raquel Lyra. A oficialização está prevista para esta quarta-feira (25), em Brasília, com a presença da chefe do Executivo estadual.

Com a mudança, o PSD amplia sua presença na Câmara dos Deputados do Brasil, passando a contar com dois representantes pernambucanos, ao lado do deputado Fernando Monteiro.

Outro movimento de destaque envolve Gabriel Porto, filho do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto. Ele confirmou filiação ao Partido Socialista Brasileiro, onde pretende disputar uma vaga na Câmara Federal. A decisão foi influenciada por convite do prefeito do Recife, João Campos, além do cenário de instabilidade jurídica enfrentado pelo MDB.

O ato de filiação ocorrerá nesta quinta-feira (26), na sede da legenda, consolidando mais um movimento estratégico dentro da disputa proporcional.

No plano estadual, a janela partidária também provocou uma verdadeira reconfiguração na Alepe. O PSD desponta como uma das siglas mais fortalecidas, com a filiação de sete deputados estaduais, incluindo nomes como Débora Almeida e Izaías Régis.

Outras mudanças relevantes incluem a ida de Álvaro Porto do PSDB para o MDB, além de trocas envolvendo parlamentares como Gleide Ângelo, Dani Portela, Renato Antunes e Luciano Duque, evidenciando a reorganização das bases políticas no estado.

Com prazo final marcado para 3 de abril, a expectativa é de que novas filiações ainda sejam confirmadas, envolvendo nomes como Gustavo Gouveia, Simone Santana e France Hacker.

O conjunto dessas movimentações deve consolidar um novo mapa político em Pernambuco, redefinindo alianças e estratégias eleitorais para o próximo pleito. 

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Romper com Luciano Pacheco em ano eleitoral: um erro estratégico que vai custar caro

         Por Djnaldo Galindo*

O prefeito de Arcoverde tinha em mãos um cenário raro: apoio total do governo estadual, os 10 vereadores alinhados e a chance de se consolidar como o grande cabo eleitoral da governadora Raquel Lyra e dos seus candidatos a deputado. Mas, ao romper com o presidente da Câmara e entregá-lo à oposição, ele cometeu um erro clássico — e evitável.

Maquiavel já advertia: o governante nunca deve desprezar aqueles que o sustentam. Ao tratar como descartável o principal fiador da sua base legislativa, o prefeito não apenas criou um inimigo dentro de casa, como deu musculatura a uma oposição que até então era irrelevante.

Pior: a jogada se vende como “mostrar força”, mas faz exatamente o contrário. Em política, capital político se mede pela capacidade de manter alianças e entregar resultados. Criar uma crise institucional às vésperas da eleição só transmite insegurança — para a governadora, para os candidatos que dependem da máquina municipal e para os próprios vereadores que agora terão de escolher lados.

O resultado é o oposto do desejado. Em vez de demonstrar liderança, o prefeito abre uma frente de desgaste desnecessária, entrega um trunfo à oposição estadual e transforma Arcoverde de um feudo seguro em um campo minado. Numa disputa acirrada, fragilizar a própria base não é demonstração de poder — é um tiro no pé. 

* Cientista político formado pela UNITER, formado em História pela AESA, ambientalista, integrante da ONG Coletivo Portal Encantado

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Lula sanciona lei contra facções e endurece regras para auxílio-reclusão e voto de presos

                O combate ao crime organizado no Brasil ganhou um novo marco legal nesta terça-feira (24), com a sanção do projeto conhecido como “PL Antifacção” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A nova legislação estabelece medidas mais rígidas contra integrantes de organizações criminosas e altera regras sensíveis, como o acesso ao auxílio-reclusão e o direito ao voto.

Entre os principais pontos mantidos pelo chefe do Executivo está a proibição do pagamento do auxílio-reclusão a dependentes de presos ligados a facções criminosas, milícias ou grupos paramilitares. A vedação se aplica tanto a detentos provisórios quanto àqueles que cumprem pena em regimes fechado ou semiaberto por envolvimento com esse tipo de organização.

Durante a sanção, Luiz Inácio Lula da Silva classificou a medida como relevante no enfrentamento à criminalidade. Segundo ele, a mudança busca ampliar o impacto das consequências legais sobre quem opta por integrar grupos criminosos. “Quem decide cometer crimes precisa compreender que suas atitudes afetam não apenas a sociedade, mas também sua própria família”, afirmou.

Outro dispositivo mantido altera o Código Eleitoral ao impedir que presos provisórios participem de votações, endurecendo ainda mais o conjunto de regras aplicadas a pessoas em situação de privação de liberdade.

O texto sancionado institui o chamado Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, com diretrizes mais rígidas voltadas à repressão dessas estruturas criminosas em todo o país.

Apesar de sancionar a maior parte do projeto aprovado pelo Câmara dos Deputados do Brasil, o presidente vetou trechos considerados sensíveis. Entre eles, a proposta que previa equiparar penas entre integrantes e não integrantes de organizações criminosas em determinados crimes, além de um dispositivo que destinava bens e valores apreendidos a fundos estaduais e do Distrito Federal — medida que poderia impactar a arrecadação da União.

Com a nova legislação, o governo federal sinaliza um endurecimento no enfrentamento às organizações criminosas, ao mesmo tempo em que busca equilibrar aspectos jurídicos e fiscais da proposta. 

VEJA AQUI A FALA DO PRESIDENTE LULA SOBRE A NOVA LEI

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Alexandre de Moraes autoriza prisão domiciliar de Jair Bolsonaro por motivos de saúde

               Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (24) alterou o regime de custódia do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes determinou a conversão da prisão preventiva em prisão domiciliar, atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A medida foi fundamentada no estado de saúde do ex-presidente, que está internado há cerca de quatro meses no hospital DF Star, em Brasília, onde realiza tratamento contra uma pneumonia bacteriana bilateral. O quadro clínico, considerado delicado, inclui o uso de antibioticoterapia intravenosa e sessões contínuas de fisioterapia respiratória, sem previsão de alta médica.

Na decisão, Alexandre de Moraes avaliou que a condição atual de saúde justifica a flexibilização do regime de custódia, permitindo que o tratamento prossiga fora do ambiente prisional tradicional. O entendimento segue a manifestação da PGR, que apontou a necessidade de garantir assistência médica adequada ao paciente.

Com a decisão, Jair Bolsonaro deverá cumprir prisão domiciliar assim que receber alta hospitalar, permanecendo sob as condições estabelecidas pela Justiça. A medida não altera o andamento do processo judicial, mas redefine a forma de cumprimento da custódia.

O caso segue sob acompanhamento do STF e pode ter novos desdobramentos conforme a evolução do quadro clínico e das investigações em curso. 

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Zeca Cavalcanti e Siqueirinha anunciam rompimento político com Luciano Pacheco em Arcoverde

            O cenário político de Arcoverde ganhou novos contornos nesta terça-feira (24), após o prefeito Zeca Cavalcanti e o vice-prefeito Siqueirinha oficializarem o rompimento político com o vereador e presidente da Câmara Municipal, Luciano Pacheco.

Em nota curta e direta, a gestão municipal informou o afastamento do parlamentar do grupo político governista, estabelecendo que, a partir de agora, a relação entre as partes será exclusivamente institucional.

A decisão ocorre em meio a um desgaste recente envolvendo a aprovação de um projeto voltado aos estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), que garante um auxílio extra para esse público. O tema, que inicialmente simbolizava uma ação positiva para a área educacional, acabou se tornando foco de disputa política.

Nos bastidores, o impasse teria sido intensificado após Luciano Pacheco comemorar publicamente a aprovação da proposta, ressaltando que já havia apresentado requerimento com o mesmo objetivo em outubro do ano passado. Apesar de reconhecer a iniciativa do Executivo, o gesto não foi bem recebido pelo governo municipal.

A tensão aumentou ainda mais após o vereador criticar, durante sessão legislativa, uma nota anterior divulgada pelo prefeito, na qual Zeca Cavalcanti destacava a autoria e condução do projeto, contrariando vídeo do vereador sobre o tema. O episódio aprofundou o embate político em torno da chamada “paternidade” da proposta.

Com o rompimento oficializado, a tendência é de reconfiguração das forças políticas na Câmara Municipal, podendo impactar diretamente a relação entre Executivo e Legislativo nos próximos meses.

Apesar do clima de tensão, a gestão municipal reforçou que manterá o diálogo institucional com o parlamentar, preservando o funcionamento das atividades administrativas e legislativas.

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Alepe rejeita vetos de Raquel Lyra à LOA e acirra disputa com o Executivo

            O embate entre os Poderes Legislativo e Executivo em Pernambuco ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (24), após a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça rejeitar os vetos apresentados pela governadora Raquel Lyra a trechos da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026.

A decisão representa um revés para o Governo do Estado e amplia a tensão institucional em torno das regras que irão nortear a execução financeira do próximo ano. O parecer do relator, o deputado João Paulo, que recomendava a manutenção dos vetos, acabou sendo derrotado por um placar apertado de 5 votos a 4.

O desfecho foi definido pelo voto de minerva do presidente do colegiado, Alberto Feitosa, consolidando a posição da comissão contrária ao entendimento do Executivo.

No centro da controvérsia está o percentual de remanejamento orçamentário. Enquanto a Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou um limite de 10% por órgão, o Governo do Estado defende a ampliação para até 20% do orçamento geral, alegando necessidade de maior flexibilidade administrativa para execução de políticas públicas.

A divergência não é recente. O impasse se arrasta desde o fim de 2025, quando a proposta orçamentária foi aprovada com modificações introduzidas pelo Legislativo, contrariando a equipe econômica do governo. Desde então, o tema tem provocado uma série de desdobramentos políticos e jurídicos, incluindo debates em outras comissões da Casa e questionamentos no Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Com a decisão da CCLJ, o cenário permanece indefinido, mantendo aberto o conflito entre os Poderes e gerando incertezas sobre os parâmetros que serão adotados na execução do orçamento estadual em 2026.

A expectativa agora recai sobre os próximos passos da tramitação e possíveis novos desdobramentos no campo político e jurídico, em um dos temas mais sensíveis da agenda pública estadual. 

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PT de Pernambuco se aproxima de decisão e deve oficializar apoio a João Campos no sábado

             A definição do rumo eleitoral do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco entra em sua fase decisiva após reunião da Executiva Estadual realizada na noite desta segunda-feira (23). O encontro consolidou um cenário de convergência interna em torno do apoio à pré-candidatura do prefeito do Recife, João Campos, ao Governo do Estado.

A expectativa, segundo o presidente estadual da legenda, Carlos Veras, é que o anúncio oficial ocorra no próximo sábado, durante reunião marcada para as 9h, com coletiva de imprensa prevista para as 11h. Embora não confirme a presença do socialista, nos bastidores cresce a possibilidade de participação de João Campos no evento.

De acordo com Veras, o partido já atingiu o nível de maturidade necessário para a tomada de decisão, mesmo sem a conclusão de todas as plenárias regionais previstas. Das dez inicialmente planejadas, sete foram realizadas. “Avaliamos as plenárias e entendemos que já temos elementos suficientes. O caminho natural sempre foi o apoio a João Campos”, afirmou.

O processo, no entanto, não foi unânime. Parte da militância defendeu a ampliação do debate interno, enquanto outra ala chegou a cogitar uma aproximação com a governadora Raquel Lyra, ou ao menos a liberação para apoios alternativos.

Paralelamente à definição do apoio, o partido já avança na construção da chapa majoritária. É dada como certa a indicação do senador Humberto Costa, alinhando-se à estratégia da Frente Popular.

Outro ponto que movimenta os bastidores é a composição das suplências. O Partido Renovação Democrática articula a indicação do deputado federal Luciano Bivar como primeiro suplente, em meio à sua possível saída do União Brasil.

Carlos Veras, contudo, reforçou que a definição caberá ao próprio PT, embora admita a possibilidade de alianças. “A prioridade é a reeleição de Humberto. Podemos, sim, dialogar com outras forças, mas a decisão será construída internamente”, destacou.

Com a decisão iminente, o posicionamento do PT tende a redesenhar o cenário político estadual, consolidando alianças e ampliando o peso da Frente Popular na disputa pelo Governo de Pernambuco. 

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Léo do Ar lança pré-candidatura a deputado estadual com foco no fortalecimento do municipalismo

           Em um movimento que reforça a articulação política voltada ao fortalecimento dos legislativos municipais, o presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP), Léo do Ar, oficializou sua pré-candidatura a deputado estadual pela Federação União Progressista.

O anúncio foi realizado ao lado de importantes lideranças políticas, entre elas o deputado federal Eduardo da Fonte, que preside a federação, e o também deputado federal Lula da Fonte, vice-presidente do Partido Progressistas.

Com trajetória consolidada em Gravatá, onde foi o vereador mais votado por três eleições consecutivas, Léo do Ar chega à disputa com o discurso voltado à valorização dos mandatos parlamentares municipais e à ampliação da autonomia das câmaras de vereadores. À frente da UVP, ele tem atuado na defesa institucional dos legislativos locais, pauta que pretende levar para a Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Segundo o pré-candidato, a iniciativa busca ampliar a voz dos vereadores dentro do parlamento estadual, fortalecendo o municipalismo e garantindo mais protagonismo às demandas locais. “É preciso assegurar que os municípios tenham representação efetiva nas decisões estaduais, especialmente por meio de quem conhece de perto a realidade das cidades”, pontuou.

Aliados destacam que Léo do Ar já articula apoios em diversas regiões do estado, o que pode ampliar sua capilaridade política ao longo da pré-campanha. A proposta central é defender pautas que impactem diretamente a população, com foco em melhorias estruturais e fortalecimento da gestão pública municipal.

Para Eduardo da Fonte, a entrada de Léo do Ar na disputa representa um reforço estratégico para o grupo político. Segundo ele, a pré-candidatura amplia a representatividade dos vereadores pernambucanos no cenário estadual e contribui para consolidar uma agenda voltada ao desenvolvimento dos municípios.

A pré-campanha deve intensificar o diálogo com lideranças locais e consolidar alianças políticas nos próximos meses. 

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Ex-candidato a prefeito de Tamandaré é detido em Barreiros; caso é investigado pela polícia

               Uma ocorrência registrada na manhã desta segunda-feira (23) movimentou o município de Barreiros, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e nos bastidores políticos da região. O ex-candidato a prefeito de Tamandaré, conhecido como Bebeto Pioneiro, foi detido durante uma ação que ainda está cercada de informações preliminares.

De acordo com relatos iniciais, a abordagem policial pode estar relacionada a uma suspeita de assédio. No entanto, até o momento, não houve confirmação oficial sobre a natureza da denúncia nem sobre as circunstâncias que levaram à detenção.

A movimentação registrada no local chamou a atenção de moradores e gerou diferentes versões sobre o ocorrido, ampliando a repercussão do caso nas redes sociais. Testemunhas afirmam que houve intensa presença policial, mas os detalhes da ocorrência permanecem sob apuração.

Em nota, a polícia informou que o caso segue em investigação e que novas informações só serão divulgadas após a conclusão das diligências iniciais. A corporação também reforçou que qualquer conclusão precipitada pode comprometer o andamento do processo.

Até a última atualização desta reportagem, a defesa do ex-candidato não havia se pronunciado oficialmente. O caso segue em aberto e deve ter novos desdobramentos nos próximos dias. 

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