A
confirmação foi feita pelo embaixador brasileiro em Roma, Renato Mosca de Souza,
que destacou que a decisão ainda não é definitiva e pode ser contestada pela
defesa. O caso segue os trâmites legais da justiça italiana, que prevê
possibilidade de recurso antes da execução da extradição.
O
episódio que fundamenta a condenação ocorreu na véspera do segundo turno das
eleições de 2022, quando Zambelli foi flagrada perseguindo um homem armada
pelas ruas do bairro Jardins, em São Paulo, após um desentendimento político.
As imagens circularam amplamente e motivaram investigações conduzidas pelo Supremo
Tribunal Federal, resultando na condenação a cinco anos e três meses de prisão
por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com uso de arma.
Além
desse processo, a ex-deputada também enfrenta outro caso envolvendo a invasão
de sistemas do Conselho Nacional de Justiça. Nesse episódio, investigações
apontaram que ela teria atuado em conjunto com o hacker Walter Delgatti Neto
para inserir documentos falsos na base de dados do órgão. A Justiça italiana já
havia autorizado a extradição nesse processo anteriormente.
A
defesa de Zambelli protocolou recurso no último dia 10 de abril tentando
reverter a autorização de extradição referente ao caso do CNJ. Esse pedido
ainda aguarda análise.
Com duas decisões favoráveis à extradição, o caso ganha relevância no cenário jurídico internacional, mas ainda depende da conclusão dos recursos para definição dos próximos passos.
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