A
mobilização está marcada para às 16h30, em frente à CDL, e surge como uma forma
de reafirmar o direito à participação democrática e à autonomia sindical. A
assembleia havia sido convocada pela base justamente para garantir o debate e a
deliberação coletiva, mas acabou sendo parcialmente suspensa pela decisão
judicial.
Para
os organizadores do movimento, o ato representa mais do que um protesto
pontual. A iniciativa é vista como uma resposta direta ao que classificam como
limitação ao direito legítimo de discussão e votação dentro do sindicato.
“A suspensão da assembleia não é apenas um fato isolado —
é um ataque à autonomia sindical e à voz dos trabalhadores e trabalhadoras”, destacam lideranças envolvidas na
mobilização.
O
ato público foi convocado com pautas claras: defesa da transparência, garantia
da democracia interna no sindicato e respeito à vontade da base. A manifestação
também pretende ampliar o diálogo com a categoria e chamar atenção para a
importância da participação ativa dos trabalhadores nas decisões da entidade.
Com
o lema de que “onde tentam calar a base, é preciso falar mais alto”,
os organizadores reforçam o chamado para que servidores e servidoras participem
da mobilização de forma pacífica e consciente.
A
expectativa é de que o ato reúna um número significativo de trabalhadores,
fortalecendo o movimento em defesa da independência sindical e do direito de
organização. A mobilização também busca esclarecer os fatos e reforçar a
importância da união da categoria diante do cenário atual.
O
caso segue em debate e deve continuar repercutindo entre os profissionais da
educação, enquanto a categoria se organiza para garantir que nenhuma decisão
seja tomada sem a participação dos trabalhadores.
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