De
acordo com a PF, a droga apreendida é classificada como “maconha
gourmet-inflorescência”, um tipo com elevado teor de THC — substância
responsável pelos efeitos psicoativos — e com maior valor agregado no mercado
ilegal. A estimativa é de que o material apreendido represente um prejuízo de
cerca de R$ 7 milhões para organizações criminosas.
A
operação integra um conjunto de estratégias coordenadas pela Coordenação-Geral
de Repressão a Drogas, Armas, Crimes Contra o Patrimônio e Facções Criminosas
(CGPRE), vinculada à estrutura central da Polícia Federal em Brasília, com
apoio da Superintendência Regional em Pernambuco.
Segundo
a corporação, ações desse tipo têm como objetivo enfraquecer financeiramente
grupos criminosos e reduzir os impactos da cadeia do tráfico de drogas,
frequentemente associada a crimes como homicídios, roubos, furtos e disputas
territoriais violentas.
A
região onde ocorreu a apreensão é considerada estratégica pelas autoridades
devido à sua localização geográfica, frequentemente utilizada como rota para
cultivo e escoamento de entorpecentes no Nordeste.
A Polícia Federal não divulgou, até o momento, informações sobre prisões relacionadas à operação, mas reforçou que o trabalho de monitoramento e combate ao tráfico segue intensificado em toda a região.
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