Em
nota divulgada nesta terça-feira (31), a entidade expressou solidariedade a
Luciano Pacheco e levantou preocupações sobre uma possível interferência do
Poder Executivo nas atividades do Legislativo municipal. O posicionamento foi
motivado pelos acontecimentos registrados na sessão ordinária do dia 30 de
março, a primeira após o anúncio oficial do rompimento político por parte do
prefeito.
Na
ocasião, a ausência de nove dos dez vereadores chamou atenção e resultou na
realização de uma sessão praticamente esvaziada, contando apenas com a presença
do presidente da Casa. Para a ANV, o episódio suscita questionamentos
relevantes sobre a autonomia e a independência entre os poderes.
“A ausência massiva dos parlamentares levanta sérias
reflexões sobre a autonomia do Legislativo. O Parlamento deve atuar de forma
livre, soberana e comprometida com a população, sem interferências externas”, destacou a entidade em trecho da
nota.
A
associação também reforçou que a harmonia entre os poderes não pode ser
confundida com subordinação, enfatizando que a independência do Legislativo é
essencial para o funcionamento democrático, garantindo fiscalização,
transparência e representatividade.
O
episódio amplia a crise política local, que teve início após o rompimento
anunciado publicamente por Zeca Cavalcanti nas redes sociais. Desde então, o
clima entre Executivo e Legislativo tem se mostrado cada vez mais delicado, com
reflexos diretos no funcionamento institucional do município.
Nos
bastidores, a situação é vista como um dos momentos mais críticos da atual
gestão, com potencial impacto na governabilidade e na condução de pautas
importantes para a cidade.
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