A viagem de Lula à capital
norte-americana está programada para a próxima quinta-feira (7), em um contexto
de intensificação do diálogo entre os dois países, especialmente nas áreas de
comércio e investimentos.
De acordo com Alckmin, os
Estados Unidos ocupam posição de destaque nas relações econômicas do Brasil.
“Esse encontro é
muito importante porque os Estados Unidos são o terceiro parceiro comercial do
Brasil, atrás da China e da União Europeia”,
afirmou.
O vice-presidente ressaltou
ainda que a relevância norte-americana vai além das trocas comerciais,
destacando o papel dos EUA como principal investidor estrangeiro no país.
“É o primeiro
investidor no Brasil”, pontuou, acrescentando que o perfil das
exportações brasileiras para o mercado norte-americano inclui produtos
industrializados de maior valor agregado.
Durante a declaração,
Alckmin também voltou a criticar políticas tarifárias mais rígidas, defendendo
maior previsibilidade nas relações comerciais internacionais.
“A questão tarifária,
nós sempre defendemos que tivesse uma relação melhor. Aquele tarifaço não tinha
sentido”, declarou.
Para sustentar seu
argumento, o vice-presidente destacou que, ao contrário de outros países, os
Estados Unidos mantêm superávit comercial na relação com o Brasil.
“Do G20, só três
países os Estados Unidos têm superávit na balança: Reino Unido, Austrália e
Brasil”, explicou, destacando que o saldo positivo
abrange tanto bens quanto serviços.
Alckmin finalizou
demonstrando expectativa de que o encontro entre os dois chefes de Estado
contribua para ampliar o entendimento entre os governos.
“Eu torço para que
essa boa química que ocorreu entre o presidente Lula e o presidente Trump possa
se fortalecer ainda mais em benefício de dois grandes países”,
concluiu.
A reunião entre os líderes ocorre em um cenário global de desafios econômicos e pode representar um novo capítulo nas relações diplomáticas e comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
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