segunda-feira, 4 de maio de 2026

Ministro Waldez Góes visita Pernambuco e Paraíba para reforçar ações após temporais

               O Waldez Góes desembarcou nesta segunda-feira (4) em Pernambuco e na Paraíba para acompanhar de perto a situação dos municípios atingidos pelas fortes chuvas e reforçar o apoio do Governo Federal às regiões afetadas.

De acordo com o ministro, a visita ocorre por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de garantir resposta rápida às populações atingidas. “Estamos mobilizados para assegurar assistência imediata a quem mais precisa”, destacou em publicação nas redes sociais.

A Defesa Civil Nacional reconheceu, no domingo (3), a situação de emergência nos municípios de Timbaúba e Bayeux, severamente impactados pelos temporais registrados desde a última sexta-feira (1º). As portarias oficiais ainda serão publicadas pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional no Diário Oficial da União.

Além disso, o governo federal aprovou o plano de trabalho apresentado por Timbaúba, autorizando o repasse de R$ 1,18 milhão para ações emergenciais de defesa civil, como assistência às vítimas, recuperação de áreas afetadas e mitigação de danos.

Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra decretou situação de emergência em 27 municípios no último sábado (2), incluindo cidades da Região Metropolitana e Zona da Mata, como Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Goiana, Igarassu, Paulista, Camaragibe, Limoeiro e Glória do Goitá.

Já na Paraíba, o governador Lucas Ribeiro decretou estado de calamidade pública no domingo (3), diante do elevado volume de chuvas e dos prejuízos registrados.

Desde o início da crise, equipes da Defesa Civil Nacional atuam de forma integrada com órgãos estaduais e municipais, realizando o levantamento de danos, coordenando ações emergenciais e prestando assistência às famílias atingidas.

De acordo com o balanço mais recente da Defesa Civil de Pernambuco, divulgado no domingo à noite, 9.540 pessoas foram afetadas, sendo 1.632 desabrigadas, que dependem de abrigos públicos, e 7.908 desalojadas, acolhidas por familiares ou amigos.

A mobilização conjunta entre os entes federativos busca acelerar a resposta aos desastres e minimizar os impactos sociais provocados pelas chuvas intensas na região. 

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