A
medida passa a valer para municípios como Piranhas, Água Branca, Canapi, Delmiro
Gouveia, Inhapi, Pariconha, Olho d'Água do Casado e Mata Grande, que integram o
consórcio e aderiram de forma conjunta à proposta.
A
medida deve impactar diretamente a organização de eventos tradicionais da
região, como o Forrogaço, em Piranhas; o Pedra Fest, em Delmiro Gouveia; o
MicaHipi, em Inhapi; e o Festival de Inverno, em Água Branca.
Segundo
os gestores, a decisão surge como resposta ao aumento expressivo dos valores
cobrados por artistas nos últimos anos, cenário que vinha pressionando os
cofres públicos e comprometendo o planejamento financeiro das prefeituras. A
medida segue orientações do Ministério Público de Alagoas e da Associação dos
Municípios Alagoanos, que têm recomendado maior rigor e responsabilidade na
aplicação de recursos públicos.
No
documento, os prefeitos fazem questão de destacar que a iniciativa não
representa um posicionamento contrário às manifestações culturais. “Não
queremos o fim das festas, queremos o fim do desequilíbrio financeiro”,
enfatiza a carta, ao defender que eventos populares devem continuar
acontecendo, porém dentro de limites sustentáveis.
A
proposta busca garantir que as festividades tradicionais da região sejam
mantidas, mas sem comprometer investimentos em áreas essenciais como saúde,
infraestrutura e segurança pública. Com isso, o consórcio pretende estabelecer
um modelo de gestão mais equilibrado, transparente e alinhado com as demandas
da população.
A
definição do teto de R$ 500 mil passa a funcionar como parâmetro comum entre os
municípios do Alto Sertão alagoano, criando uma referência administrativa que
pode influenciar outras regiões do estado e até do Nordeste.
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