quarta-feira, 22 de abril de 2026

Prefeito Pedro Pilota e Secretário Arnon falam sobre obras e eventos em Itaíba nesta quarta-feira (22) na TVLW

          A agenda política e administrativa de Itaíba ganha evidência nesta quarta-feira (22) com a participação do prefeito Pedro Pilota no programa Adriano Agora, da TV LW. A entrevista, que começa às 20h, também contará com a presença do secretário de Turismo, Cultura, Eventos e Desenvolvimento Econômico, Arno Vieira Ramos.

O programa, apresentado por Adriano Ferreira, deve abordar de forma ampla as ações desenvolvidas pela atual gestão municipal, incluindo investimentos em infraestrutura, iniciativas nas áreas sociais e projetos voltados ao desenvolvimento econômico da cidade.

Durante a entrevista, o prefeito deverá detalhar o andamento de obras e programas que vêm sendo executados em diferentes setores da administração, além de apresentar perspectivas para os próximos meses. A participação também é vista como uma oportunidade de prestação de contas à população, ampliando a transparência das ações governamentais.

Outro ponto de destaque da conversa será a programação oficial da festa de emancipação política de Itaíba, que celebra os 64 anos do município. O secretário Arno Vieira Ramos deve trazer informações sobre a estrutura do evento, que terá início no próximo sábado e contará com entrega de obras, atividades esportivas e uma agenda de shows voltada ao fortalecimento cultural e turístico da cidade.

A transmissão será realizada ao vivo por meio do canal oficial da TV LW no YouTube, permitindo que a população acompanhe em tempo real os detalhes da entrevista e interaja com o conteúdo. 

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Final do BBB 26 distribui prêmios milionários e transforma Top 3 em grandes vencedores

            A grande final do Big Brother Brasil 26, exibida na noite da última terça-feira (21), não consagrou apenas uma campeã — marcou também uma das edições mais generosas da história do reality em termos de premiação. Além da vitória expressiva de Ana Paula Renault, que conquistou 75,94% dos votos do público, os demais finalistas deixaram o programa com recompensas significativas que reforçam o novo modelo de distribuição de prêmios da atração.

A campeã acumulou o maior montante já registrado no programa. Somando o prêmio principal de R$ 5,7 milhões com ganhos ao longo da competição, Ana Paula também levou R$ 50 mil conquistados em dinâmicas internas, um apartamento avaliado em R$ 270 mil e um carro híbrido zero quilômetro, consolidando sua trajetória como uma das mais lucrativas da história do reality.

Mas o destaque financeiro não ficou restrito à vencedora. O segundo e terceiro colocados também garantiram premiações robustas. Juliano Floss, que chegou à final, acumulou R$ 30 mil na dinâmica “Ganha-Ganha”, além de conquistar um apartamento avaliado em R$ 270 mil. Sua participação ainda foi marcada pela vitória na prova do finalista, que lhe rendeu um carro elétrico estimado em cerca de R$ 200 mil.

Já Tia Milena também saiu da casa com premiações relevantes. Assim como Juliano, ela faturou R$ 30 mil na dinâmica ao longo do programa e garantiu um apartamento avaliado em R$ 270 mil por integrar o Top 3 da edição.

A edição 26 do reality reforça uma tendência recente do programa de ampliar as oportunidades de ganho para os participantes, mesmo aqueles que não chegam ao prêmio principal. Com isso, o BBB se consolida não apenas como uma vitrine de projeção nacional, mas também como uma plataforma de transformação financeira para seus competidores. 

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Defesa de Bolsonaro solicita autorização ao STF para cirurgia no ombro após agravamento de quadro clínico

          A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de autorização para a realização de um procedimento cirúrgico no ombro direito, previsto para ocorrer entre os dias 24 e 25 de abril. A solicitação foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, responsável por decisões recentes envolvendo a situação jurídica e de saúde do ex-chefe do Executivo.

De acordo com os advogados, Bolsonaro apresenta um quadro clínico persistente, caracterizado por dor contínua e limitações funcionais, mesmo após a adoção de tratamento conservador. O documento destaca que o ex-presidente tem necessidade de uso diário de medicação analgésica, o que reforça a urgência da intervenção médica.

O relatório clínico anexado ao pedido, assinado pelo médico Alexandre Firmino Paniago em 14 de abril de 2026, descreve uma condição considerada grave. Entre os diagnósticos apontados estão lesão de alto grau no tendão do supraespinhal com retração significativa, comprometimento do tendão do subescapular, além de subluxação da cabeça longa do bíceps. O conjunto dessas lesões, segundo a defesa, torna indispensável a realização de cirurgia para reparação do manguito rotador por via artroscópica.

Além da autorização para o procedimento em si, os advogados requerem liberação para todas as etapas relacionadas ao tratamento, incluindo exames preparatórios, internação, período pós-operatório e reabilitação fisioterapêutica.

O pedido ocorre em meio ao cumprimento de prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente no último dia 27 de março, também por decisão de Moraes, pelo prazo de 90 dias. A medida foi adotada após Bolsonaro enfrentar um quadro de saúde delicado, que incluiu diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa, exigindo internação em unidade de terapia intensiva por cerca de duas semanas.

A análise do pedido agora depende de manifestação do ministro do STF, que deverá avaliar as condições médicas apresentadas e os impactos legais da eventual autorização. 

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Política à Mesa | Caso Claudelino: morreu antes de nascer e uma crise que expôs o Parlamento

            O episódio envolvendo o ex-vereador Claudelino Costa escancarou mais do que um embate político: revelou falhas de rito, tensão institucional e um ambiente que se afastou do papel essencial do Legislativo.

Tudo começou com a apresentação de uma denúncia que poderia resultar em um processo de cassação. Como prevê o rito da Câmara Municipal, esse tipo de procedimento passa por etapas bem definidas: análise inicial, votação de admissibilidade e, sendo aceita, a criação de uma Comissão Processante responsável por conduzir o caso.

Em todos os regimentos internos pelo país, o processo de cassação segue normas que exigem respeito ao devido rito legal, com etapas formais e garantias de defesa.

No caso de Arcoverde, o primeiro passo seria a análise da denúncia por uma comissão prévia, responsável por avaliar se havia elementos mínimos para que o processo seja aberto e siga adiante. Esse filtro inicial é essencial para evitar que denúncias sem fundamento avancem e comprometam o funcionamento da Casa. Fato ocorrido e que teve perecer favorável.

Caso superada essa etapa, caberia ao plenário decidir pela admissibilidade — momento em que os vereadores votariam se o processo deveria ser instaurado. Só então seria formada a Comissão Processante, responsável por apurar os fatos e apresentar relatório final. Fato que não ocorreu.

O desfecho, no entanto, veio antes de qualquer decisão do plenário. A renúncia de Claudelino Costa interrompeu o rito antes mesmo da votação de admissibilidade.

Na prática, isso significa que o processo de cassação sequer chegou a existir formalmente dentro da Câmara Municipal de Arcoverde. Sem mandato, não há objeto para cassação — e, consequentemente, não há como avançar com comissão processante.

O caso, portanto, foi encerrado no âmbito legislativo antes de nascer juridicamente, migrando para a esfera judicial, onde os fatos deverão ser apurados. Lá, caberão aos advogados fazerem suas defesas e seus pedidos de condenação ou inocência.

Apesar do encerramento formal, o episódio deixou marcas. A última sessão foi marcada por tumulto, uso controverso da Tribuna Livre e questionamentos sobre a condução dos trabalhos.

Quando o debate político ultrapassa os limites do regimento e do respeito institucional, o prejuízo não é apenas interno — é público. A Câmara deixa de ser espaço de deliberação e passa a ser palco de conflito, agressões.

E isso levanta uma questão inevitável: quem ganha com o caos?

Enquanto o “Caso Claudelino” se encerra no Legislativo, outro ponto segue aberto: a denúncia contra o presidente da Casa, Luciano Pacheco. Esse é o caso agora em vigor na Casa James Pacheco.

Independentemente da origem ou motivação da denúncia, caberá aos vereadores cumprir o rito, analisar com responsabilidade e garantir o devido processo legal. É assim que se preserva a instituição. Ninguém está livre de denúncias, principalmente quando se exerce cargo público.

A crise recente deixa um alerta claro: o parlamento não pode se perder em disputas que não levam a resultados concretos para a população. Não pode abrir espaço para que seus próprios integrantes e cidadãos sejam agredidos verbalmente.

A Câmara existe para legislar, fiscalizar e tratar dos interesses do cidadão — saúde, educação, obras e desenvolvimento econômico.

Turbulências como a registrada podem até interessar a alguns, mas certamente não interessam ao povo de Arcoverde. E é justamente esse povo que espera — e cobra — que a Casa retome seu verdadeiro papel.

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Presidente da Câmara de Arcoverde se pronuncia após sessão tensa

          O presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, Luciano Pacheco (MDB), tornou pública uma nota oficial em que detalha sua posição sobre os acontecimentos registrados na última sessão da Casa James Pacheco e reafirma os princípios institucionais que, segundo ele, regem sua atuação.

No documento, o parlamentar enfatiza que sua condução à frente do Legislativo sempre esteve baseada no respeito às normas e à liberdade de expressão. “Na Presidência da Câmara Municipal, sempre pautei nossa atuação pelo cumprimento estrito do Regimento Interno e pela defesa da ética nos debates da Câmara Municipal, sem exercer qualquer tipo de censura prévia, principalmente aos ocupantes da tribuna popular”, afirmou.

Apesar de defender a livre manifestação, Pacheco pontua que há limites que precisam ser observados para garantir o respeito institucional. “Sempre atento à preservação da honra e dignidade dos parlamentares e servidores, bem como das pessoas que fazem parte do debate”, acrescentou, sinalizando a necessidade de equilíbrio entre liberdade e responsabilidade.

Ao contextualizar o momento atual, o presidente relembrou situações anteriores de tensão semelhantes no plenário. “Esse mesmo conflito foi vivido na abertura do caso Claudelino entre os mesmos advogados que também quase iam às vias de fato. E também não tomamos partido”, destacou, reforçando a postura de imparcialidade adotada pela presidência.

Em um trecho mais pessoal da nota, Pacheco recordou um episódio em que foi alvo de ataques durante a tribuna livre. “Certa vez fui vítima da tribuna livre, onde uma senhora ao terminar desferiu palavras caluniosas, injuriosas e difamatórias à minha pessoa”, relatou. Segundo ele, a resposta foi exclusivamente no campo judicial: “A única coisa que fiz foi processá-la, não dizendo nada com a mesma”, pontuou, acrescentando ainda que não houve manifestações de solidariedade por parte dos colegas parlamentares à época.

Ao final, o presidente faz um apelo diante do cenário atual, marcado por debates acalorados. “O momento atual vivido pela Câmara Municipal tem repercutido e ensejado acaloradas discussões, que esperamos que se mantenham dentro do respeito e da ética que o debate exige, evitando-se excessos”, concluiu.

A manifestação reforça o debate sobre os limites da tribuna popular e o papel da presidência na mediação de conflitos, em um contexto de crescente polarização no ambiente legislativo local. A tribuna deve ter seus limites de tempo e pauta, apesar do nome de “livre”, a fim de evitar agressões seja a presidência, seja aos demais vereadores ou a terceiros.


 

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Ana Paula Renault vence o BBB 26 com votação expressiva e trajetória marcada por estratégia e emoção

                A final do Big Brother Brasil 26 consagrou, na noite desta terça-feira (21), a jornalista mineira Ana Paula Renault como a grande campeã da edição. Com 75,94% dos votos do público, ela superou Milena (17,29%) e Juliano Floss (6,77%), consolidando uma vitória ampla e simbólica.

Veterana do reality após participação marcante no BBB 16, Ana Paula entrou na casa já como um dos nomes mais observados da temporada. Ao longo do programa, construiu uma trajetória baseada em posicionamento firme, articulação estratégica e enfrentamentos diretos, características que a colocaram no centro das principais dinâmicas do jogo.

Sua caminhada, no entanto, ultrapassou os limites da disputa. Na reta final, a participante enfrentou um momento pessoal delicado com a morte de seu pai, Gerardo Henrique Machado Renault, aos 96 anos, em Belo Horizonte. A informação foi comunicada ainda durante o confinamento, em um momento de grande comoção nacional.

Mesmo diante da perda, Ana Paula optou por permanecer no programa, decisão que mobilizou o público e ampliou a conexão com sua história dentro do reality. O episódio, conduzido ao vivo pelo apresentador Tadeu Schmidt, também ganhou contornos ainda mais emocionais diante do luto vivido pelo próprio apresentador, que perdeu seu irmão, o jogados de basquete Oscar Schmidt.

A vitória consagra não apenas o desempenho no jogo, mas uma trajetória marcada por resiliência, autenticidade, posições políticas firmes e forte identificação com o público, reforçando o peso emocional e narrativo desta edição do programa. 

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terça-feira, 21 de abril de 2026

Justiça do DF mantém vídeo de Joice Hasselmann que chama Michelle Bolsonaro de “amante”

              O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios decidiu manter no ar um vídeo publicado pela ex-deputada Joice Hasselmann que contém críticas e ataques verbais à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A decisão, tomada pela 5ª Turma Cível da Corte, rejeitou o recurso apresentado pela defesa de Michelle, que buscava a remoção imediata do conteúdo.

No material divulgado, Joice utiliza expressões ofensivas ao se referir à esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro, como “santinha do pau oco”, além de chamá-la de “amante” e afirmar que teria um “passado mais sujo do que pau de galinheiro”. As declarações motivaram a ação judicial movida pela ex-primeira-dama.

O pedido, no entanto, já havia sido negado em primeira instância e foi novamente rejeitado em decisão liminar da desembargadora Leonor Aguena. Posteriormente, o caso foi levado ao colegiado, que manteve o entendimento.

Em seu voto, a relatora destacou que a intervenção do Judiciário para restringir manifestações direcionadas a figuras públicas deve ocorrer de forma excepcional. Segundo ela, medidas como a retirada de conteúdo só se justificam quando há comprovação clara de discurso de ódio, desinformação ou violação evidente de direitos — elementos que, na avaliação inicial do caso, não ficaram plenamente configurados.

A decisão não encerra o processo, que ainda seguirá para análise do mérito, incluindo o pedido de indenização. O entendimento do tribunal, entretanto, reforça a linha adotada pela Justiça brasileira em relação à liberdade de expressão, especialmente quando envolve críticas a agentes políticos e figuras públicas. 

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Raquel Lyra pressiona Alepe por votação do orçamento nesta quarta-feira (22)

            A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), intensificou a cobrança sobre a Assembleia Legislativa de Pernambuco para destravar um dos principais entraves administrativos do Estado: a aprovação do ajuste na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. Mesmo com uma semana encurtada por feriados, a expectativa do Palácio do Campo das Princesas é que a matéria seja apreciada já nesta quarta-feira (22).

O ponto central da proposta é a ampliação do limite de remanejamento de recursos para até 20%, mecanismo considerado essencial pelo governo para garantir flexibilidade na execução orçamentária. Atualmente, Pernambuco enfrenta um cenário atípico: é o único estado brasileiro sem o orçamento plenamente operacional, segundo destacou a própria governadora.

“É importante que o orçamento seja votado. Isso atrapalha o funcionamento regular do Estado, não só para nós, mas também para os demais poderes”, afirmou Raquel Lyra durante evento de mudança no comando do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco.

O impasse, no entanto, está longe de ser apenas técnico. A disputa ganhou contornos políticos após a inclusão do ajuste por meio de emenda da Comissão de Finanças em um projeto que trata do remanejamento de R$ 155 milhões destinados ao Tribunal de Justiça de Pernambuco. Deputados de oposição reagiram, alegando falta de transparência no processo e questionando a inserção da proposta sem comunicação prévia ao colegiado.

A origem do conflito remonta ao fim de 2025, quando a LOA foi aprovada com uma emenda que limitava o remanejamento a 10% por unidade orçamentária. O trecho foi vetado pela governadora, que defendeu a ampliação para 20%. No entanto, o veto foi mantido pelos parlamentares, o que, na prática, zerou a margem de remanejamento e engessou a execução do orçamento estadual.

Desde então, o projeto enviado pelo Executivo enfrenta resistência na Alepe. Em março, a proposta chegou a ser analisada pela Comissão de Finanças, mas acabou rejeitada, refletindo a maioria oposicionista no colegiado.

O cenário atual evidencia um braço de ferro entre Executivo e Legislativo, com impactos diretos na gestão pública e na capacidade de execução de políticas estaduais.

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Exoneração de Tadeu Alencar após 18 dias no ministério revela articulação política no PSB

                 Uma reviravolta política em Brasília chamou atenção com a saída do recém-nomeado ministro Tadeu Alencar, apenas 18 dias após assumir o comando do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. A exoneração, assinada pelo presidente em exercício Geraldo Alckmin, será oficializada no Diário Oficial da União, consolidando uma das passagens mais curtas pela Esplanada nos últimos anos.

Nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Tadeu Alencar deixa o cargo em meio a uma articulação política liderada pelo Partido Socialista Brasileiro, que buscava reorganizar espaços estratégicos dentro do governo federal. A movimentação abre caminho para a indicação de Paulo Henrique Rodrigues Pereira, nome alinhado a lideranças influentes da legenda.

Nos bastidores, a mudança envolve diretamente o ex-governador de São Paulo Márcio França, que deixou o ministério para disputar uma vaga no Senado, além da deputada federal Tabata Amaral e do prefeito do Recife João Campos, apontado como um dos principais articuladores da indicação junto ao Palácio do Planalto.

Em nota divulgada nas redes sociais, Tadeu Alencar adotou um tom de desapego em relação ao cargo. “Não reivindiquei, não articulei, não angariei apoios, não busquei qualquer patrocínio, visando a tal nomeação, porque a política, antes de ser feita em torno de personalismos, deve se fazer em torno de projetos”, afirmou.

Em entrevista, o ex-ministro evitou aprofundar divergências internas, classificando o episódio como parte de uma solução política construída dentro do partido. “Para mim, o melhor para o partido deveria ser o melhor para qualquer militante desse partido”, declarou, ao indicar que as tensões foram superadas com a decisão.

Com a saída, Tadeu Alencar avalia os próximos passos. Entre as possibilidades, está um convite para atuar junto à Vice-Presidência, reforçar projetos políticos em Pernambuco ou retornar à Câmara dos Deputados, onde figura como suplente. 

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Delegado Israel Rubis apresenta sua versão sobre confusão na Câmara de Arcoverde

               Em entrevista concedida por telefone a jornalista Zalxijoane Ferreira, no programa Jornal Itapuama, na manhã desta terça-feira (21), o ex-vice-prefeito e delegado Israel Rubis apresentou sua versão sobre os acontecimentos, trazendo novos elementos ao episódio que terminou em tumulto no plenário.

Durante a conversa com a jornalista Zalxijoane Lins, Rubis afirmou que não estava presente na Câmara no início da confusão. Segundo ele, a decisão de ir até o local ocorreu após ouvir seu nome ser citado durante a transmissão da sessão.

De acordo com o ex-vice-prefeito, ele se encontrava em uma academia acompanhado da esposa quando passou a acompanhar os trabalhos legislativos. Ao identificar referências que considerou ofensivas, decidiu se dirigir à Câmara para buscar esclarecimentos. “Entendi que estava sendo alvo de ataques e fui cobrar explicações”, relatou.

Rubis também fez questão de se desvincular do contexto político que dominava a pauta da sessão, marcada pela renúncia do então vereador Claudelino Costa. Ele afirmou que vem mantendo distância do debate eleitoral desde que deixou o cargo, em 2022, e negou qualquer intenção de provocar confronto ao se dirigir ao plenário.

Ao detalhar sua versão, o delegado destacou que o ambiente se deteriorou quando o debate deixou o campo político e passou a incluir ataques pessoais. Segundo ele, as primeiras ofensas teriam sido direcionadas ao seu irmão, o advogado Fernandes Braga, e posteriormente a ele próprio.

O momento de maior tensão, conforme relatado por Rubis, ocorreu após o uso da tribuna, quando tentou conversar com um dos envolvidos e se sentiu provocado por gestos que classificou como desrespeitosos. Ainda assim, reforçou que sua intenção era deixar o local e retornar para casa, negando qualquer atitude agressiva. O advogado Eldy Magalhães, por sua vez, afirmou que houve desequilíbrio e tentativa de agressão.

A sessão acabou interrompida em meio ao tumulto, sem conclusão dos trabalhos legislativos, e abriu uma sequência de manifestações públicas, versões conflitantes e posicionamentos políticos. A entrevista desta terça-feira acrescenta mais um capítulo ao episódio e evidencia que a crise extrapolou o plenário, avançando para o campo da opinião pública. 

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