Durante
a conversa com a jornalista Zalxijoane Lins, Rubis afirmou que não estava
presente na Câmara no início da confusão. Segundo ele, a decisão de ir até o
local ocorreu após ouvir seu nome ser citado durante a transmissão da sessão.
De
acordo com o ex-vice-prefeito, ele se encontrava em uma academia acompanhado da
esposa quando passou a acompanhar os trabalhos legislativos. Ao identificar
referências que considerou ofensivas, decidiu se dirigir à Câmara para buscar
esclarecimentos. “Entendi que estava sendo alvo de ataques e fui cobrar
explicações”, relatou.
Rubis
também fez questão de se desvincular do contexto político que dominava a pauta
da sessão, marcada pela renúncia do então vereador Claudelino Costa. Ele
afirmou que vem mantendo distância do debate eleitoral desde que deixou o
cargo, em 2022, e negou qualquer intenção de provocar confronto ao se dirigir
ao plenário.
Ao
detalhar sua versão, o delegado destacou que o ambiente se deteriorou quando o
debate deixou o campo político e passou a incluir ataques pessoais. Segundo
ele, as primeiras ofensas teriam sido direcionadas ao seu irmão, o advogado Fernandes
Braga, e posteriormente a ele próprio.
O
momento de maior tensão, conforme relatado por Rubis, ocorreu após o uso da
tribuna, quando tentou conversar com um dos envolvidos e se sentiu provocado
por gestos que classificou como desrespeitosos. Ainda assim, reforçou que sua
intenção era deixar o local e retornar para casa, negando qualquer atitude
agressiva.
A sessão acabou interrompida em meio ao tumulto, sem conclusão dos trabalhos legislativos, e abriu uma sequência de manifestações públicas, versões conflitantes e posicionamentos políticos. A entrevista desta terça-feira acrescenta mais um capítulo ao episódio e evidencia que a crise extrapolou o plenário, avançando para o campo da opinião pública.
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