Nomeado
pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Tadeu Alencar deixa o cargo em meio
a uma articulação política liderada pelo Partido Socialista Brasileiro, que
buscava reorganizar espaços estratégicos dentro do governo federal. A
movimentação abre caminho para a indicação de Paulo Henrique Rodrigues Pereira,
nome alinhado a lideranças influentes da legenda.
Nos
bastidores, a mudança envolve diretamente o ex-governador de São Paulo Márcio
França, que deixou o ministério para disputar uma vaga no Senado, além da
deputada federal Tabata Amaral e do prefeito do Recife João Campos, apontado
como um dos principais articuladores da indicação junto ao Palácio do Planalto.
Em
nota divulgada nas redes sociais, Tadeu Alencar adotou um tom de desapego em
relação ao cargo. “Não reivindiquei, não articulei, não angariei apoios,
não busquei qualquer patrocínio, visando a tal nomeação, porque a política,
antes de ser feita em torno de personalismos, deve se fazer em torno de
projetos”, afirmou.
Em
entrevista, o ex-ministro evitou aprofundar divergências internas,
classificando o episódio como parte de uma solução política construída dentro
do partido. “Para mim, o melhor para o partido deveria ser o melhor para
qualquer militante desse partido”, declarou, ao indicar que as tensões
foram superadas com a decisão.
Com a saída, Tadeu Alencar avalia os próximos passos. Entre as possibilidades, está um convite para atuar junto à Vice-Presidência, reforçar projetos políticos em Pernambuco ou retornar à Câmara dos Deputados, onde figura como suplente.
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