Ao todo, foram expedidos
pelo Supremo Tribunal Federal sete mandados de prisão preventiva e 23 de busca
e apreensão. As diligências ocorreram em diversas cidades fluminenses,
incluindo Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do
Itabapoana.
De acordo com as
investigações, o esquema envolvia o direcionamento de contratações realizadas
por escolas estaduais ligadas à Diretoria Regional Noroeste da Secretaria de
Educação — área apontada como de influência política de Thiago Rangel — para
empresas previamente selecionadas e supostamente vinculadas ao grupo
investigado.
A atual fase da operação é
um desdobramento direto das apurações iniciadas anteriormente, quando foram
analisadas mídias apreendidas na 1ª etapa da Operação Unha e Carne. Na ocasião,
a investigação tinha como foco o vazamento de informações sigilosas por agentes
públicos.
Durante a primeira fase, o
então deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil) também foi preso. Nesta
nova etapa, há ainda um mandado de prisão expedido contra Bacellar, que já se
encontra detido.
Segundo a Polícia Federal,
os indícios apontam para um esquema estruturado de favorecimento em contratos
públicos, comprometendo a lisura dos processos licitatórios e gerando prejuízos
aos cofres públicos.
As investigações seguem em curso, e os envolvidos poderão responder por crimes como organização criminosa, fraude em licitações e corrupção.
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