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sábado, 4 de abril de 2026

Fim da janela partidária e de filiações redefinem tabuleiro político para as eleições de 2026

            Chegou ao fim nesta sexta-feira (3) o período da chamada janela partidária, mecanismo que movimenta os bastidores da política brasileira e permite a parlamentares a troca de partido sem risco de perda de mandato. O prazo, iniciado em 5 de março, encerra um ciclo estratégico de reorganização das forças políticas com vistas às eleições de 2026.

Prevista na Lei nº 9.096/1995, a regra estabelece um intervalo de 30 dias, em anos eleitorais, para que deputados federais, estaduais e distritais possam migrar de legenda sem a necessidade de justificar a mudança — algo que, fora desse período, pode resultar na perda do mandato.

Na prática, a janela partidária funciona como um momento de ajustes internos nas siglas, permitindo a redefinição de alianças, fortalecimento de bancadas e reposicionamento estratégico de lideranças. Trata-se de uma engrenagem importante dentro do sistema proporcional brasileiro, no qual o mandato pertence ao partido, e não ao candidato eleito.

Neste ciclo, o benefício foi exclusivo para parlamentares em fim de mandato no sistema proporcional. Vereadores eleitos em 2024, por exemplo, não puderam utilizar o mecanismo, já que não estão no período final de seus mandatos.

Já os ocupantes de cargos majoritários — como presidente da República, governadores e senadores — seguem regras diferentes e podem trocar de partido a qualquer momento, sem necessidade de apresentar justificativas legais.

Além do prazo da janela partidária, outra data importante que os futuros candidatos e partidos não podem esquecer em 2026 é o 4 de abril. 

Para disputar as Eleições 2026, a pessoa precisa estar com a filiação deferida pelo partido até 4 de abril, salvo se o estatuto do partido prever prazo maior. Por sua vez, o partido deve observar o prazo de até 10 dias corridos, contado da data da filiação constante da ficha, para registrar a informação no sistema FILIA da Justiça Eleitoral. Então é importante que partidos e interessados confiram essa situação com antecedência, para evitar pendências durante o registro de candidaturas.

Além da janela partidária, a legislação eleitoral prevê outras hipóteses que permitem a desfiliação sem perda de mandato, reconhecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral. Entre elas estão a mudança significativa no programa partidário, a existência de discriminação política pessoal e a autorização expressa da legenda, conforme previsto na Emenda Constitucional nº 111 de 2021.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Quaest: Lula aparece à frente em todos os cenários de segundo turno testados para 2026

                    A mais recente pesquisa Genial/Quaest sobre a sucessão presidencial, divulgada nesta quarta-feira (11), indica vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em todos os cenários de segundo turno simulados pelo levantamento. O estudo testou sete possíveis confrontos diretos e aponta que o atual chefe do Executivo venceria todos os adversários avaliados.

O cenário mais competitivo envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL). Nesse embate, Lula registra 43% das intenções de voto, contra 38% do parlamentar. Brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar somam 17%, enquanto 2% se declararam indecisos.

Em outras simulações, a diferença é ainda mais ampla. Contra o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), Lula aparece com 43%, diante de 35% do adversário. Já frente ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o presidente soma 42%, contra 32%.

O levantamento também testou disputas contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). Nos dois casos, Lula lidera com 43% e 42%, respectivamente. Zema registra 32%, enquanto Leite aparece com 28%. Nesses cenários, o índice de votos brancos, nulos e abstenções declaradas varia entre 21% e 26%, revelando espaço significativo de eleitores fora da polarização direta.

Na pesquisa espontânea — quando os entrevistados não recebem lista prévia de nomes — Lula também lidera, com 19% das citações. Flávio Bolsonaro aparece com 10%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente inelegível, foi mencionado por 2% dos entrevistados. Outros nomes somaram 4%.

O levantamento reforça que, apesar da vantagem do atual presidente nos cenários simulados, o percentual de eleitores que optam por branco, nulo ou ainda não decidiram o voto permanece expressivo.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas presencialmente entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00249/2026.

O cenário, ainda distante da oficialização das candidaturas, indica que a corrida presidencial de 2026 começa com Lula em posição competitiva, mas com elevado índice de indefinição no eleitorado. 

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Pesquisa aponta disputa fragmentada pelo Senado em Pernambuco para 2026

                A corrida pelas duas vagas ao Senado Federal em Pernambuco começa a ganhar contornos mais definidos, mas ainda marcada por forte pulverização de nomes e margens apertadas. Levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado nesta quarta-feira (11), apresenta cinco cenários distintos que revelam um quadro competitivo e sem ampla vantagem consolidada.

De acordo com a pesquisa, o senador Humberto Costa (PT) aparece como nome recorrente na liderança na maior parte das simulações, mas enfrenta concorrência direta de figuras do campo governista e da oposição.

Cenário 1: liderança apertada

No primeiro cenário estimulado, Humberto Costa registra 23% das intenções de voto. Logo atrás surge o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), com 21%. O ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL), aparece com 19%, enquanto o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) soma 13%.

Nesse quadro, 12% dos entrevistados afirmaram que votariam branco ou nulo, e outros 12% disseram não saber ou preferiram não responder.

Cenário 2: Humberto mantém dianteira

Na segunda simulação, Humberto amplia levemente sua pontuação para 24%, mantendo a liderança. Silvio Costa Filho permanece com 21%, seguido por Anderson Ferreira, com 19%. O senador Fernando Dueire (MDB) aparece com 9%.

Os votos brancos e nulos somam 13%, enquanto 14% dos entrevistados ainda se mostram indecisos.

Cenário 3: entrada de Gilson Machado

No terceiro cenário, Humberto (24%) e Costa Filho (21%) repetem os percentuais anteriores. Gilson Machado surge com 17%, enquanto Eduardo da Fonte marca 14%. Brancos e nulos chegam a 12%, mesmo percentual dos indecisos.

Cenário 4: empate técnico no topo

Um dos quadros mais equilibrados ocorre quando o presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, entra na disputa. Ele aparece empatado com Humberto Costa, ambos com 24%. Anderson Ferreira soma 21%, e Eduardo da Fonte, 9%. Nulos e brancos atingem 12%, e 10% não souberam responder.

Cenário 5: Marília Arraes assume a dianteira

No último cenário apresentado, a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) desponta na liderança, com 27% das intenções de voto. Humberto Costa e Anderson Ferreira aparecem empatados com 21% cada. Eduardo da Fonte registra 13%. Votos brancos e nulos somam 10%, enquanto 8% permanecem indecisos.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores pernambucanos entre os dias 9 e 10 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi custeado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-09944/2026.

Nas eleições gerais de 2026, dois terços do Senado Federal serão renovados. Cada estado, além do Distrito Federal, elegerá dois senadores, e os entrevistados puderam escolher até duas opções nas simulações apresentadas.

O cenário aponta para uma disputa aberta, com possibilidade de rearranjos políticos até a consolidação das candidaturas oficiais.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Eduardo da Fonte diz que federação decidirá Senado e palanque em 2026 ouvindo o povo

              O debate sobre a sucessão estadual e a disputa por uma vaga no Senado Federal em 2026 começa a ganhar contornos mais claros em Pernambuco. Em entrevista ao programa “Cidade em Foco”, da Rede Pernambuco de Rádios, e ao Blog do Alberes Xavier, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) afirmou que qualquer definição sobre candidaturas majoritárias passará por um amplo processo de diálogo dentro da federação União Progressista, formada pelo Progressistas (PP) e pelo União Brasil.

Segundo o parlamentar, a federação irá criar, no início deste ano, um conselho político responsável por conduzir as decisões estratégicas para as eleições de 2026, incluindo a eventual candidatura ao Senado Federal. Eduardo da Fonte destacou que o projeto não será individual, mas fruto de uma construção coletiva.

“A candidatura ao Senado Federal é uma construção coletiva, que passa por várias mãos, que passa por uma reunião que iremos realizar no início deste ano. Será criado um conselho político da federação União Progressista para que tudo se dê através de uma construção coletiva. Um candidato ao Senado deve reunir e aglutinar um conjunto de forças políticas de todas as regiões do estado de Pernambuco”, afirmou.

O deputado reforçou que a principal diretriz da federação será a busca pela unidade política, tanto internamente quanto no diálogo com outras legendas e lideranças espalhadas pelo estado.

“Vamos buscar a unidade, tanto dentro da federação quanto fora dela, com prefeitos, deputados estaduais, deputados federais e forças políticas de vários partidos. Tudo será feito com tranquilidade, naturalidade, na hora certa, no momento certo e ao lado do povo de Pernambuco”, garantiu.

Palanque em 2026  em aberto - Ao ser questionado sobre qual palanque a federação União Progressista deverá ocupar em Pernambuco nas eleições de 2026 — se ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD), que buscará a reeleição, ou do prefeito do Recife, João Campos (PSB), pré-candidato pela oposição — Eduardo da Fonte evitou antecipar posicionamentos e afirmou que a decisão será tomada com base no sentimento popular.

“Vamos estar no palanque que o povo de Pernambuco determinar, para que a gente possa fazer uma grande eleição no próximo ano”, concluiu. 

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

João Campos mantém larga vantagem sobre Raquel Lyra em nova pesquisa Real Time Big Data

              A nove meses das eleições para o Governo de Pernambuco, o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, segue ampliando sua vantagem sobre a governadora Raquel Lyra (PSD). É o que mostra a nova pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada pela CNN Brasil.

De acordo com o levantamento, João Campos aparece com 59,1% dos votos válidos, enquanto Raquel Lyra registra 30%, uma diferença de quase 30 pontos percentuais. Na sequência, surgem o vereador recifense Eduardo Moura (Novo) com 7,5%, e o ex-vereador Ivan Moraes (PSOL) com 3,2%.

A pesquisa ouviu 1.200 eleitores entre os dias 9 e 10 de dezembro, em todas as regiões do estado. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os dados da pesquisa espontânea também revelam que 64% dos pernambucanos ainda não têm voto definido para 2026. Apenas 36% afirmaram já saber em quem pretendem votar. Entre estes, a liderança é de João Campos com 18% das menções espontâneas, seguido por Raquel Lyra (14%), e outros nomes somando 4%.

No cenário estimulado apresentado pela pesquisa:

João Campos (PSB) – 55%

Raquel Lyra (PSD) – 28%

Eduardo Moura (Novo) – 7%

Ivan Moraes (PSOL) – 3%

Nulo/Branco – 4%

NS/NR – 3%

Rejeição: Raquel lidera índice de eleitores que não votariam de forma alguma

A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Quando estimulados:

Raquel Lyra – 46%

Ivan Moraes – 29%

João Campos – 28%

Eduardo Moura – 23%

O Real Time Big Data também mediu a intenção de voto para o Senado:

Primeiro voto

Marília Arraes (Solidariedade) – 38%

Humberto Costa (PT) – 25%

Anderson Ferreira (PL) – 24%

Fernando Dueire (MDB) – 10%

Nulo/Branco – 8%

NS/NR – 3%

 

Segundo voto

Marília Arraes – 22%

Humberto Costa – 17%

Anderson Ferreira – 18%

Fernando Dueire – 12%

Nulo/Branco – 13%

NS/NR – 18%

Cenário 2, o nome de Marília sai para a entrada do ministro Silvio Costa Filho:

Primeiro voto

Humberto Costa (PT) – 32%

Silvio Costa Filho (Republicanos) – 16%

Anderson Ferreira (PL) – 22%

Fernando Dueire (MDB) – 7%

Nulo/Branco – 11%

NS/NR – 12%

Segundo voto

Marília Arraes – 17%

Humberto Costa – 25%

Anderson Ferreira – 14%

Fernando Dueire – 10%

Nulo/Branco – 15%

NS/NR – 19%

Os números consolidam João Campos como o principal nome da disputa até o momento, sustentando uma liderança consistente tanto entre quem já definiu o voto quanto nos cenários estimulados. Já Raquel Lyra enfrenta desafios internos e altos índices de rejeição, enquanto candidatos da oposição figuram em patamares mais baixos. 

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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Datafolha: Marília Arraes e Humberto Costa lideram disputa pelas duas vagas ao Senado em Pernambuco

                A disputa pelas duas vagas ao Senado Federal que estarão em jogo nas eleições de 2026 já começa a ganhar contornos definidos em Pernambuco. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (29), encomendada pela Rádio CBN, a ex-deputada federal Marília Arraes (SD) e o senador Humberto Costa (PT) aparecem como os nomes mais fortes na corrida eleitoral, liderando as intenções de voto em todos os três cenários simulados pelo instituto.

No primeiro cenário, Marília desponta na frente com 39% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa, que soma 26%. Na sequência aparecem Miguel Coelho (UB) com 19%, Eduardo da Fonte (PP) com 18%, e Armando Monteiro Neto (Podemos) e Gilson Machado (PL) empatados, ambos com 12%.

Outro empate ocorre entre Anderson Ferreira (PL) e Silvio Costa Filho (Republicanos), cada um com 10%. Mais atrás, estão Jô Cavalcanti (PSOL), com 4%, e Fernando Dueire (MDB), com 3%.
Ainda há espaço para mudanças, já que 16% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo e 4% estão indecisos em relação à primeira vaga. Para a segunda, brancos e nulos somam 21%, e 7% não responderam.

No cenário 2, a ex-deputada amplia sua vantagem, chegando a 42%, contra 29% de Humberto Costa. Em seguida, aparecem Miguel Coelho (21%), Eduardo da Fonte (20%), Armando Neto (15%), Anderson Ferreira (13%), Jô Cavalcanti (4%) e Fernando Dueire (3%).
Brancos e nulos somam 17% para a primeira vaga e 24% para a segunda, com 4% e 7% de indecisos, respectivamente.

Já o terceiro cenário confirma a tendência de consolidação de Marília e Humberto. A socialista lidera com 40%, enquanto o petista aparece com 30%. Eduardo da Fonte (25%), Armando Neto (16%), Gilson Machado (15%), Silvio Costa Filho (11%), Jô Cavalcanti (4%) e Fernando Dueire (4%) completam a lista.
Neste caso, 17% dos entrevistados disseram que votariam em branco ou nulo na primeira vaga, e 25% na segunda; 5% e 8% não souberam responder.

Realizada entre os dias 21 e 23 de outubro, a pesquisa Datafolha ouviu 1.022 eleitores em todas as regiões do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento confirma o peso político de Marília Arraes e Humberto Costa, dois nomes que simbolizam trajetórias consolidadas na esquerda pernambucana e que podem se enfrentar em uma disputa direta ou caminhar lado a lado, dependendo das alianças que se desenharem até 2026.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2025

João Campos e Adelmo Moura selam aliança para 2026 fortalecendo o PSB no Pajeú

Ex-prefeito de Itapetim se posiciona como 'soldado' do projeto de Campos e aposta na força do prefeito da capital para superar desafios territoriais na disputa por uma vaga na Alepe.

RECIFE, PE – A corrida para as eleições de 2026 ganhou um novo e importante capítulo de articulação no Sertão do Pajeú. Em reunião com o presidente nacional do PSB e prefeito do Recife, João Campos, o ex-prefeito de Itapetim e pré-candidato a deputado estadual, Adelmo Moura, selou sua posição como uma das principais apostas do partido na região. O encontro, mais do que uma formalidade, serviu como um endosso político crucial para Moura e uma demonstração de força do projeto de Campos no interior do estado.

Adelmo Moura saiu da reunião visivelmente entusiasmado, adotando um discurso de total alinhamento e lealdade ao projeto majoritário do PSB. “Saí ainda mais animado. Agora é trabalhar ainda mais para o fortalecimento do nosso grupo na minha região e atuar como um soldado desse projeto que vai devolver a Pernambuco a altivez, que nós experimentamos na época do saudoso governador Eduardo Campos”, declarou Adelmo, conectando habilmente a pré-candidatura de João ao legado de seu pai.

Para reforçar seu otimismo, Moura citou dados eleitorais, apontando para o favoritismo do aliado. “É só ver essa última pesquisa nacional, da Big Data/CNN, que mostrou João com 70% das intenções de votos válidos. O povo está ansioso para depositar sua esperança no trabalho do nosso futuro governador”, concluiu, elogiando a competência de Campos na gestão da capital.

Nos bastidores, analistas políticos apontavam que a pré-candidatura de Adelmo Moura, embora forte, enfrentava desafios significativos. O principal deles era territorial, com um grande número de candidatos disputando a mesma base de votos na região e com lideranças locais que já haviam se comprometido com outros projetos. A seu favor, no entanto, sempre pesou a imagem de ser um “nome mais leve” e com menos arestas que alguns de seus concorrentes, além de possuir um forte “DNA da região”.

É neste cenário que o encontro com João Campos se torna um divisor de águas. O endosso do pré-candidato a governador mais forte na disputa funciona como um poderoso trunfo, capaz de reconfigurar alianças e atrair apoios até então indecisos. Para Campos, a aliança também é estratégica: ele garante um palanque forte e um "soldado" experiente e leal em uma das regiões mais importantes do estado, pavimentando o caminho não apenas para a eleição, mas para a construção de uma base sólida na Assembleia Legislativa (Alepe).

Ao final, a percepção, confirmada pelo próprio Adelmo Moura, é de que seu projeto "ganha força". A reunião em Recife não foi apenas uma foto, mas uma peça fundamental movida no complexo xadrez da política pernambucana, com impactos diretos na futura composição de forças do Sertão do Pajeú. Com informações do Nill Junior 

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quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Lula mantém liderança nas intenções de voto para 2026, aponta pesquisa Genial/Quaest

                O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como favorito para as eleições presidenciais de 2026, de acordo com a nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (18). O levantamento mostra que Lula lidera em todos os cenários de primeiro turno e venceria todos os adversários testados em eventuais disputas de segundo turno.

A pesquisa, realizada entre os dias 12 e 14 de setembro, ouviu 2.004 eleitores em 120 cidades brasileiras. O estudo aponta estabilidade em relação ao levantamento anterior, publicado em agosto, com variações dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, e grau de confiança de 95%.

Em um eventual segundo turno contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula alcança 43% das intenções de voto, contra 35% do adversário. O resultado repete exatamente os números da pesquisa anterior, indicando consolidação dos dois polos.

O ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), aparece com 33% das intenções de voto em um eventual confronto direto, contra 40% de Lula, diferença de sete pontos.

Entre os cenários envolvendo a família Bolsonaro, Lula venceria todos os nomes testados:

Contra Jair Bolsonaro (PL), o petista soma 47%, ante 34% do ex-presidente, hoje inelegível e condenado a mais de 27 anos de prisão.

Contra Michelle Bolsonaro (PL), Lula tem 47%, frente a 32% da ex-primeira-dama.

Contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL), o presidente registra 47%, contra 29% do filho do ex-presidente.

O levantamento ainda mostra vantagem de Lula sobre governadores considerados potenciais candidatos de direita em 2026:

Ratinho Júnior (PSD-PR): 44% x 32%

Romeu Zema (Novo-MG): 45% x 32%

Ronaldo Caiado (União-GO): 46% x 31%

Eduardo Leite (PSD-RS): 45% x 26%

Os números reforçam o cenário de que, até o momento, Lula mantém a dianteira sobre todos os adversários potenciais, consolidando sua posição como favorito para a sucessão presidencial. A pesquisa também indica que a oposição enfrenta dificuldades em emplacar um nome capaz de romper a barreira eleitoral imposta pelo atual presidente. 

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sexta-feira, 22 de agosto de 2025

Quaest: Lula amplia vantagem sobre a direita para 2026; Tarcísio se firma como principal adversário

Pesquisa testa nove nomes, incluindo governadores e família Bolsonaro, e mostra presidente numericamente à frente em todos os cenários de segundo turno. Vantagem do petista cresceu em 8 de 9 simulações.

Um novo levantamento do instituto Genial/Quaest, divulgado nesta quinta-feira (21), aponta um fortalecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulações para a eleição presidencial de 2026. A pesquisa testou nove cenários de segundo turno contra os principais nomes da direita e centro-direita, e em oito deles — comparáveis a rodadas anteriores — a vantagem de Lula sobre os adversários cresceu.

O estudo ouviu 2 mil eleitores entre os dias 13 e 17 de agosto e tem margem de erro de 2 pontos percentuais. Ele também consolida o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o nome mais competitivo da oposição no momento.

Na disputa direta contra Tarcísio, Lula marca 43% das intenções de voto, contra 35% do governador paulista, uma diferença de 8 pontos. Embora ainda esteja atrás, este é o placar mais apertado entre todos os testados, posicionando Tarcísio como o principal antagonista no campo da direita. Na sequência, aparece o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), com 34% contra 44% de Lula, ampliando a diferença para 10 pontos.

A pesquisa também avaliou os governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO), além de Eduardo Leite (PSD-RS).

Cenário contra a família Bolsonaro

O levantamento mostra um desempenho ainda mais confortável para Lula contra integrantes da família Bolsonaro. Em uma eventual disputa contra o ex-presidente Jair Bolsonaro — um cenário improvável, dada sua inelegibilidade —, o petista alcança 47% contra 35% do adversário.

O percentual de 47% para Lula se repete em confrontos contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que marca 34%, e contra o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro, que atinge 32%. Os números indicam que, no momento, o espólio político do bolsonarismo encontra mais dificuldades para competir com o presidente do que os governadores em ascensão. A tendência geral do levantamento, portanto, aponta para um cenário de consolidação de Lula e uma reorganização da oposição, com Tarcísio de Freitas despontando como sua figura central. 

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sexta-feira, 20 de junho de 2025

Humberto lidera corrida ao Senado em PE, mas cenário aponta alta indefinição entre eleitores

             Um levantamento realizado pelo Instituto Opinião e o blog do jornalista Magno Martins, entre os dias 13 e 16 de junho revela um retrato inicial da disputa pelo Senado Federal em Pernambuco, com o senador Humberto Costa (PT) liderando as intenções de voto tanto no primeiro quanto no segundo cenário testado. Apesar da vantagem do petista, o quadro aponta para uma eleição altamente indefinida, com elevados índices de indecisos e votos nulos ou brancos.

No primeiro cenário estimulado, com Gilson Machado (PL) entre os candidatos, Humberto aparece com 27,4% da soma dos dois votos, seguido por Eduardo da Fonte (PP), com 22%, e Miguel Coelho (UB), com 19%. Na sequência surgem Sílvio Costa Filho (Republicanos) com 13,6%, Gilson Machado (9,3%) e Fernando Dueire (MDB) com 3,3%.

No segundo cenário, quando Anderson Ferreira (PL) substitui Gilson, a liderança de Humberto se mantém com 27,3%, seguido por Eduardo (21,4%), Miguel Coelho (19,2%), Sílvio (13,8%), Anderson (11,7%) e Dueire (3,5%). A diferença entre Eduardo e Miguel configura empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Geograficamente, Humberto Costa lidera na Região Metropolitana e no Sertão, enquanto Eduardo se destaca no Agreste e na Zona da Mata. Miguel Coelho demonstra força no Sertão e impressiona com 82,5% na região do São Francisco.

Apesar da vantagem numérica de Humberto, a pesquisa mostra um eleitorado ainda pouco decidido. Na pesquisa espontânea, sem a apresentação de nomes, 71,5% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder. Apenas 4,4% citaram Humberto Costa, seguido por Miguel Coelho (2,5%) e Eduardo da Fonte (2,2%).

Em termos de rejeição, Humberto lidera com 9,3%, seguido por Gilson Machado (8,8%) e Anderson Ferreira (5,2%). O índice de rejeição mais baixo ficou com Fernando Dueire (3,0%). Ainda assim, 48,7% dos entrevistados disseram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, o que reforça a volatilidade do cenário.

Com dois mil questionários aplicados em 80 municípios de todas as regiões de Pernambuco, a pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95,6%. O resultado sugere que, embora Humberto Costa seja o nome mais lembrado, o campo eleitoral segue aberto para movimentações decisivas. Do blog do Magno Martins 

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domingo, 6 de abril de 2025

Lula venceria Bolsonaro e outros adversários se eleições presidenciais fossem hoje

            Pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal "Folha de S.Paulo" neste sábado (5) revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria as eleições presidenciais contra Jair Bolsonaro (PL) se o pleito fosse realizado hoje, caso o ex-presidente recuperasse seus direitos políticos e estivesse na disputa.

De acordo com o levantamento, o petista tem 36% das intenções de voto, e Bolsonaro, 30%. 

A diferença entre os dois ficou acima da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em terceiro lugar, ficaria Ciro Gomes (PDT), com 12%, seguido por Pablo Marçal (PRTB), com 7%, e Eduardo Leite (PSDB), com 5%.

Brancos, nulos e nenhum somam 9%, além de outros 2% que não souberam responder.

O levantamento ouviu 3.054 pessoas, com 16 anos ou mais, em 172 municípios, de terça (1º) até quinta-feira (3). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Veja os números:

Lula (PT): 36%;

Jair Bolsonaro (PL): 30%;

Ciro Gomes (PDT): 12%;

Pablo Marçal (PRTB): 12%;

Eduardo Leite (PSDB): 5%;

Em branco/nulo/nenhum: 9%;

Não sabem: 2%.

O Datafolha também projetou cenários em que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível até 2030. Neles, Lula também venceria outros nomes da direta que podem se candidatar, como o governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL).

A pesquisa aponta que Lula lidera com 35% no cenário testado com os principais nomes da direita. Atrás dele, vem um bloco que inclui o governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 15%, e Ciro e Marçal, com 11% cada um.

Em seguida aparecem nomes como o governador do PR, Ratinho Junior (PSD), com 5%, e o governador do RS, Eduardo Leite (PSDB), e o de MG, Romeu Zema (Novo), com 3% cada um. O governador de GO, Ronaldo Caiado (União), único pré-candidato já declarado, tem 2%.

O Datafolha também simulou cenário sem o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas com seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL). O deputado aparece no lugar de Tarcísio de Freitas na pesquisa.

Lula aparece com 35% das intenções de voto, e o deputado, com 11%, atrás de Ciro Gomes, que tem 12%.

No cenário divulgado pelo Datafolha em que a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) aparece como candidata, Lula tem 35% das intenções de voto, Michelle, 15%, Ciro Gomes, 12%, e Pablo Marçal, 10%. 

Intenção espontânea - O Datafolha divulgou a intenção de voto espontânea, em que o nome dos candidatos não são apresentados ao eleitor. Neste quadro, Lula aparece com 20% das intenções de voto, e Bolsonaro, com 14%.

Tarcísio de Freitas e Ciro Gomes tem 1%. O percentual é o mesmo de quem respondeu votar "no atual" presidente, "vota no PT" ou no "candidato do PT" e "não vota".

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sexta-feira, 14 de março de 2025

Nova pesquisa aponta João com 60,9% contra 22,2% de Raquel

                O prefeito do Recife, João Campos (PSB), lidera a corrida para o Governo de Pernambuco com ampla vantagem sobre seus concorrentes. É o que revela o levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, encomendado pela TV Tribuna/Band, que traça um panorama do cenário eleitoral a um ano e sete meses do pleito estadual.

 Na pesquisa estimulada, onde os entrevistados escolhem entre nomes pré-definidos, João Campos aparece com 60,9% das intenções de voto. A governadora Raquel Lyra (PSDB) ocupa o segundo lugar, com 22,2%, enquanto Gilson Machado (PL), ex-candidato derrotado à Prefeitura do Recife em 2024, soma 6,5%. Além disso, 4,8% dos eleitores não souberam ou não quiseram responder, e 5,6% indicaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos.

O levantamento foi realizado entre os dias 8 e 12 de março, ouvindo 1.652 eleitores em 64 cidades pernambucanas. A margem de erro é de aproximadamente 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança do estudo é de 95%.

Em um segundo cenário, substituindo Gilson Machado pelo ex-deputado federal e ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL), João Campos registra uma leve oscilação positiva, alcançando 61% das intenções de voto. Raquel Lyra mantém praticamente o mesmo desempenho, com 22,1%.

Anderson Ferreira, por sua vez, aparece com 6,1%, índice semelhante ao de Gilson Machado na simulação anterior. Entre os eleitores entrevistados, 4,9% não souberam ou não quiseram opinar, enquanto 5,9% declararam intenção de votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. 

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segunda-feira, 10 de março de 2025

Conecta: João Campos desponta como favorito ao Governo de Pernambuco

              O primeiro levantamento do Instituto Conecta, em parceria com o Blog Ponto de Vista, revela a força política do prefeito do Recife, João Campos (PSB), na corrida pelo Governo de Pernambuco. Se as eleições fossem hoje, ele lideraria a disputa com ampla vantagem sobre os concorrentes.

No cenário principal, João Campos aparece com 55,78% das intenções de voto, enquanto a atual governadora, Raquel Lyra (PSD), registra 17,07%. Já Anderson Ferreira (PL) surge com apenas 3,10%. Brancos e nulos somam 10,01%, e 14,04% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. Considerando os votos válidos, João Campos teria 73,8%, contra 22,2% de Raquel Lyra e 4% de Anderson Ferreira.

Em um segundo cenário, quando Gilson Machado (PL) substitui Anderson Ferreira na disputa, João Campos cresce para 56,48%, seguido por Raquel Lyra, com 17,53%, e Gilson Machado, com 3,57%. Brancos e nulos totalizam 9,39%, enquanto 13,03% dos eleitores não responderam. Nos votos válidos, Campos manteria 73,1%, Raquel Lyra 22,3% e Gilson Machado 4,6%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de março, com 1.289 entrevistados em diferentes municípios do estado. A margem de erro é de 2,85 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança do levantamento é de 95%.

Força eleitoral - Os números reforçam a popularidade e o crescimento político de João Campos, que vem consolidando sua liderança no estado. Sua gestão à frente da Prefeitura do Recife e sua forte presença nas redes sociais têm ampliado sua influência entre os eleitores, tornando-o o principal nome na disputa para 2026.

A governadora Raquel Lyra, que enfrenta desafios em sua administração, aparece distante na segunda colocação, enquanto os candidatos do PL têm desempenho modesto, sem representar grande ameaça ao favoritismo do socialista.

O cenário sinaliza um caminho favorável para João Campos, caso sua candidatura ao governo do estado se concretize. Resta saber como os adversários reagirão e se haverá mudanças na preferência do eleitorado nos próximos meses. Hoje, a governadora Raquel Lyra assina a ficha de filiação ao PSD na busca de dar uma guinada política em sua avaliação e fortalecer seu nome para as eleições de 2026. Foto: Hesiodo Goes/Secom

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