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sábado, 11 de abril de 2026

Datafolha aponta cenário mais competitivo para 2026 e indica empate técnico de Lula com possíveis adversários

                A corrida eleitoral para 2026 começa a ganhar contornos mais equilibrados, segundo nova pesquisa divulgada pelo Datafolha neste sábado (11). O levantamento revela um cenário de maior competitividade envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulações de segundo turno contra diferentes nomes da oposição.

De acordo com os dados, Lula aparece em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL). O parlamentar registra 46% das intenções de voto, enquanto o atual presidente soma 45%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que caracteriza igualdade estatística.

O resultado evidencia uma mudança em relação aos levantamentos anteriores. Em março, Lula aparecia à frente, com 46% contra 43% do senador. Já em dezembro, a vantagem era ainda mais ampla: 51% a 36%. A tendência indica uma redução gradual da distância entre os dois nomes ao longo dos últimos meses.

Em outro cenário testado, contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o presidente também registra 45%, enquanto o adversário aparece com 42%. Embora Lula mantenha vantagem numérica, o resultado permanece dentro da margem de erro, configurando novamente um quadro de equilíbrio.

Situação semelhante é observada na simulação com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Nesse cenário, Lula tem 45% das intenções de voto, contra 42% de Zema, mantendo uma diferença estreita.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o país, com idade a partir de 16 anos, entre os dias 7 e 9 de abril. O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Os números reforçam um ambiente político em transformação, com redução da vantagem do atual presidente e crescimento de adversários em cenários simulados. Embora ainda distante do período eleitoral, o estudo sinaliza um cenário aberto e competitivo para a disputa presidencial de 2026. 

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quinta-feira, 9 de abril de 2026

Unicef lança campanha nacional para ampliar participação de jovens nas eleições de 2026

                Em um esforço para fortalecer a cultura democrática entre as novas gerações, o Fundo das Nações Unidas para a Infância iniciou uma campanha voltada ao alistamento eleitoral de adolescentes em todo o Brasil. A iniciativa busca incentivar jovens de 16 e 17 anos — além daqueles que ainda têm 15, mas completarão 16 até o primeiro turno — a garantirem o título de eleitor e participarem do processo democrático nas eleições de 2026.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, o país possui um potencial de cerca de 5,8 milhões de adolescentes aptos ao voto facultativo nessa faixa etária. No entanto, até fevereiro deste ano, apenas aproximadamente 1,8 milhão haviam realizado o cadastro, o que acende um alerta para a baixa adesão juvenil ao sistema eleitoral.

A campanha será intensificada ao longo do mês de abril, com ações nas redes sociais e em veículos de comunicação, em parceria com o TSE. O objetivo é ampliar o acesso à informação e estimular o engajamento político entre os jovens, destacando a importância da participação ativa na escolha dos representantes.

Como parte das estratégias, o UNICEF também lançará uma gincana digital que mobilizará grupos de adolescentes em diversas regiões do país. A proposta é premiar aqueles que conseguirem incentivar o maior número de jovens a tirar o título de eleitor, promovendo uma dinâmica colaborativa de mobilização social.

A ação contará com o apoio dos Núcleos de Cidadania do Adolescente (NUCAs), presentes em mais de 2.300 municípios brasileiros, ampliando o alcance da campanha e fortalecendo o protagonismo juvenil.

Os dados mais recentes indicam que estados como Rondônia, Tocantins e Piauí apresentam os maiores índices de adolescentes com título eleitoral, enquanto unidades como Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro registram os menores percentuais.

O prazo para emissão ou regularização do título de eleitor segue até o dia 6 de maio. Embora o voto seja facultativo para jovens de 16 e 17 anos, a legislação brasileira estabelece obrigatoriedade a partir dos 18 anos. Também é facultativo para pessoas acima de 70 anos e analfabetos, enquanto estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar.

A campanha reforça a importância da participação política desde cedo, como forma de fortalecer a democracia e ampliar a representatividade das juventudes nos espaços de decisão. 

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quarta-feira, 8 de abril de 2026

Justiça Eleitoral mantém divulgação de pesquisa sobre Governo de Pernambuco e rejeita pedido do PSD

          A Justiça Eleitoral de Pernambuco decidiu manter a divulgação de uma pesquisa eleitoral que avalia o cenário para o Governo do Estado em 2026, ao negar um pedido liminar apresentado pelo Partido Social Democrático (PSD). A ação questionava a regularidade do levantamento registrado sob o número PE-02006/2026, realizado pelo Instituto Conecta.

Na representação, o partido alegou possíveis falhas metodológicas que, segundo sua avaliação, poderiam comprometer a interpretação dos dados por parte do eleitorado. Entre os pontos levantados, estava o fato de a pesquisa tratar da disputa estadual, mas ter sido realizada exclusivamente no município de Recife, o que, na visão do PSD, limitaria a representatividade dos resultados.

Outro argumento apresentado dizia respeito a uma suposta inconsistência entre o plano amostral e o questionário aplicado, especialmente no que se refere à variável escolaridade, que teria sido categorizada de forma distinta nos instrumentos utilizados.

Ao analisar o pedido em caráter liminar, o relator do caso concluiu que não há, neste momento, elementos suficientes para justificar a suspensão da pesquisa. Na decisão, o magistrado destacou que a legislação eleitoral não impõe a obrigatoriedade de que levantamentos sobre cargos estaduais abranjam todo o território do estado, permitindo recortes geográficos mais restritos, desde que essa informação seja claramente apresentada ao público.

O entendimento também ressalta que é prática comum a realização de pesquisas em cidades específicas, especialmente capitais, com o objetivo de captar tendências eleitorais em determinados segmentos da população.

Quanto à divergência apontada na variável escolaridade, o relator avaliou que, em análise preliminar, não há indícios de prejuízo à confiabilidade do levantamento. Segundo a decisão, as diferenças identificadas se enquadram mais no campo das escolhas metodológicas do que em eventual descumprimento das normas eleitorais.

Com isso, a pesquisa permanece liberada para divulgação, enquanto o mérito da ação ainda poderá ser analisado em etapas posteriores do processo. 

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Anderson Ferreira afirma independência do PL e reforça candidatura ao Senado sem depender de Raquel

             Em meio à movimentação antecipada das forças políticas para as eleições de 2026 em Pernambuco, o presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado, Anderson Ferreira, adotou um discurso de autonomia e fortalecimento partidário ao afirmar que sua candidatura não depende do apoio da governadora Raquel Lyra.

Durante entrevista concedida ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, nesta terça-feira (7), o dirigente destacou que o Partido Liberal possui estrutura política, tempo de televisão e base eleitoral suficientes para disputar o pleito de forma independente, sem necessidade de integrar uma eventual chapa majoritária liderada pela atual gestora estadual.

Ao abordar a possibilidade de composição com o governo, Anderson sinalizou que uma eventual aliança passaria pelo reconhecimento do peso político da direita no estado. Segundo ele, a concessão de espaço ao PL seria uma demonstração clara da relevância desse campo ideológico no projeto de reeleição.

O posicionamento ocorre em um cenário de articulações intensas, no qual o prefeito do Recife, João Campos, já sinaliza a formação de uma frente alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto setores da oposição buscam atrair a governadora para um campo mais à direita.

Dentro desse contexto, nomes como Túlio Gadelha e Miguel Coelho também se colocam como pré-candidatos ao Senado, embora ainda não haja definição oficial por parte da chefe do Executivo estadual.

Em tom enfático, Anderson Ferreira afirmou que sua candidatura será mantida independentemente de articulações políticas. Ele destacou a identidade ideológica como elemento central de sua trajetória e afirmou que pretende representar o eleitorado de direita no estado, mencionando, inclusive, alinhamento com o senador Flávio Bolsonaro.

O dirigente também comentou sobre o comportamento do eleitorado e defendeu que a direita tem desempenhado papel decisivo nas eleições pernambucanas, avaliando que esse protagonismo tende a crescer no próximo pleito.

Ao tratar do cenário mais amplo da disputa pelo Senado, Anderson criticou adversários e apontou o que considera inconsistências em posicionamentos políticos, especialmente em relação a alianças e vínculos partidários ao longo do tempo.

Além disso, projetou um desempenho expressivo para Flávio Bolsonaro em Pernambuco nas eleições presidenciais de 2026, apostando no crescimento da base eleitoral alinhada à direita no estado. 

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Marília Arraes lidera disputa pelo Senado em Pernambuco, aponta Real Time/Big Data

         O cenário político de Pernambuco para as eleições de 2026 começa a ganhar contornos mais definidos não apenas na corrida pelo Governo do Estado, mas também na disputa por uma vaga no Senado Federal. Levantamento recente do instituto Real Time/Big Data indica uma liderança consistente da ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) em todos os cenários avaliados.

De acordo com os dados, Arraes aparece à frente dos demais concorrentes com 27% das intenções de voto no principal cenário estimulado. Na sequência, surgem o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), com 20%, e o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Anderson Ferreira (PL), que registra 18%. O senador Humberto Costa (PT) também figura entre os nomes avaliados, mantendo presença relevante nas simulações.

A pesquisa mostra que, mesmo nas variações de cenários, os candidatos apresentam oscilações dentro da margem de erro, estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que reforça a estabilidade do quadro atual.

De acordo com os dados, Arraes aparece à frente dos demais concorrentes com 27% das intenções de voto no principal cenário estimulado. Na sequência, surgem o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), com 20%, e o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Anderson Ferreira (PL), que registra 18%. O senador Humberto Costa (PT) também figura entre os nomes avaliados com 17%, mantendo presença relevante nas simulações.

A pesquisa mostra que, mesmo nas variações de cenários, os candidatos apresentam oscilações dentro da margem de erro, estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que reforça a estabilidade do quadro atual.

No primeiro cenário, Marília Arraes aparece na liderança com 27% das intenções de voto, enquanto a segunda vaga permanece indefinida, com os demais candidatos tecnicamente próximos:

  • Marília Arraes (PDT): 27%
  • Miguel Coelho (União Brasil): 20%
  • Anderson Ferreira (PL): 18%
  • Humberto Costa (PT): 17%
  • Mendonça Filho (PL): 12%
  • Branco/Nulo: 3%
  • Não soube responder: 3%

No segundo cenário, Marília amplia sua vantagem, alcançando 29%, e a disputa pela segunda cadeira segue em aberto:

  • Marília Arraes (PDT): 29%
  • Anderson Ferreira (PL): 19%
  • Humberto Costa (PT): 17%
  • Mendonça Filho (PL): 15%
  • Eduardo da Fonte (PP): 11%
  • Branco/Nulo: 4%
  • Não soube responder: 5%

Já no terceiro cenário, a ex-deputada mantém a liderança com 28%, enquanto os demais candidatos continuam embolados na briga pela segunda vaga:

  • Marília Arraes (PDT): 28%
  • Miguel Coelho (União Brasil): 21%
  • Anderson Ferreira (PL): 19%
  • Humberto Costa (PT): 17%
  • Túlio Gadelha (PSD): 8%
  • Branco/Nulo: 3%
  • Não soube responder: 4% 

O estudo foi registrado sob o número PE-05363/2026 e ouviu 1.600 eleitores em diferentes regiões do estado entre os dias 7 e 8 de abril. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais, com nível de confiança considerado padrão para levantamentos eleitorais.

O mesmo levantamento também apontou vantagem do prefeito do Recife, João Campos (PSB), na disputa pelo Governo de Pernambuco, com 50% das intenções de voto, frente a 33% da governadora Raquel Lyra (PSD), indicando um cenário eleitoral competitivo e em consolidação no estado.

O estudo foi registrado sob o número PE-05363/2026 e ouviu 1.600 eleitores em diferentes regiões do estado entre os dias 7 e 8 de abril. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais, com nível de confiança considerado padrão para levantamentos eleitorais.

O mesmo levantamento também apontou vantagem do prefeito do Recife, João Campos (PSB), na disputa pelo Governo de Pernambuco, com 50% das intenções de voto, frente a 33% da governadora Raquel Lyra (PSD), indicando um cenário eleitoral competitivo e em consolidação no estado.

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sábado, 4 de abril de 2026

Fim da janela partidária e de filiações redefinem tabuleiro político para as eleições de 2026

            Chegou ao fim nesta sexta-feira (3) o período da chamada janela partidária, mecanismo que movimenta os bastidores da política brasileira e permite a parlamentares a troca de partido sem risco de perda de mandato. O prazo, iniciado em 5 de março, encerra um ciclo estratégico de reorganização das forças políticas com vistas às eleições de 2026.

Prevista na Lei nº 9.096/1995, a regra estabelece um intervalo de 30 dias, em anos eleitorais, para que deputados federais, estaduais e distritais possam migrar de legenda sem a necessidade de justificar a mudança — algo que, fora desse período, pode resultar na perda do mandato.

Na prática, a janela partidária funciona como um momento de ajustes internos nas siglas, permitindo a redefinição de alianças, fortalecimento de bancadas e reposicionamento estratégico de lideranças. Trata-se de uma engrenagem importante dentro do sistema proporcional brasileiro, no qual o mandato pertence ao partido, e não ao candidato eleito.

Neste ciclo, o benefício foi exclusivo para parlamentares em fim de mandato no sistema proporcional. Vereadores eleitos em 2024, por exemplo, não puderam utilizar o mecanismo, já que não estão no período final de seus mandatos.

Já os ocupantes de cargos majoritários — como presidente da República, governadores e senadores — seguem regras diferentes e podem trocar de partido a qualquer momento, sem necessidade de apresentar justificativas legais.

Além do prazo da janela partidária, outra data importante que os futuros candidatos e partidos não podem esquecer em 2026 é o 4 de abril. 

Para disputar as Eleições 2026, a pessoa precisa estar com a filiação deferida pelo partido até 4 de abril, salvo se o estatuto do partido prever prazo maior. Por sua vez, o partido deve observar o prazo de até 10 dias corridos, contado da data da filiação constante da ficha, para registrar a informação no sistema FILIA da Justiça Eleitoral. Então é importante que partidos e interessados confiram essa situação com antecedência, para evitar pendências durante o registro de candidaturas.

Além da janela partidária, a legislação eleitoral prevê outras hipóteses que permitem a desfiliação sem perda de mandato, reconhecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral. Entre elas estão a mudança significativa no programa partidário, a existência de discriminação política pessoal e a autorização expressa da legenda, conforme previsto na Emenda Constitucional nº 111 de 2021.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Quaest: Lula aparece à frente em todos os cenários de segundo turno testados para 2026

                    A mais recente pesquisa Genial/Quaest sobre a sucessão presidencial, divulgada nesta quarta-feira (11), indica vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em todos os cenários de segundo turno simulados pelo levantamento. O estudo testou sete possíveis confrontos diretos e aponta que o atual chefe do Executivo venceria todos os adversários avaliados.

O cenário mais competitivo envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL). Nesse embate, Lula registra 43% das intenções de voto, contra 38% do parlamentar. Brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar somam 17%, enquanto 2% se declararam indecisos.

Em outras simulações, a diferença é ainda mais ampla. Contra o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), Lula aparece com 43%, diante de 35% do adversário. Já frente ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o presidente soma 42%, contra 32%.

O levantamento também testou disputas contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). Nos dois casos, Lula lidera com 43% e 42%, respectivamente. Zema registra 32%, enquanto Leite aparece com 28%. Nesses cenários, o índice de votos brancos, nulos e abstenções declaradas varia entre 21% e 26%, revelando espaço significativo de eleitores fora da polarização direta.

Na pesquisa espontânea — quando os entrevistados não recebem lista prévia de nomes — Lula também lidera, com 19% das citações. Flávio Bolsonaro aparece com 10%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente inelegível, foi mencionado por 2% dos entrevistados. Outros nomes somaram 4%.

O levantamento reforça que, apesar da vantagem do atual presidente nos cenários simulados, o percentual de eleitores que optam por branco, nulo ou ainda não decidiram o voto permanece expressivo.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas presencialmente entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00249/2026.

O cenário, ainda distante da oficialização das candidaturas, indica que a corrida presidencial de 2026 começa com Lula em posição competitiva, mas com elevado índice de indefinição no eleitorado. 

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Pesquisa aponta disputa fragmentada pelo Senado em Pernambuco para 2026

                A corrida pelas duas vagas ao Senado Federal em Pernambuco começa a ganhar contornos mais definidos, mas ainda marcada por forte pulverização de nomes e margens apertadas. Levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado nesta quarta-feira (11), apresenta cinco cenários distintos que revelam um quadro competitivo e sem ampla vantagem consolidada.

De acordo com a pesquisa, o senador Humberto Costa (PT) aparece como nome recorrente na liderança na maior parte das simulações, mas enfrenta concorrência direta de figuras do campo governista e da oposição.

Cenário 1: liderança apertada

No primeiro cenário estimulado, Humberto Costa registra 23% das intenções de voto. Logo atrás surge o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), com 21%. O ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL), aparece com 19%, enquanto o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) soma 13%.

Nesse quadro, 12% dos entrevistados afirmaram que votariam branco ou nulo, e outros 12% disseram não saber ou preferiram não responder.

Cenário 2: Humberto mantém dianteira

Na segunda simulação, Humberto amplia levemente sua pontuação para 24%, mantendo a liderança. Silvio Costa Filho permanece com 21%, seguido por Anderson Ferreira, com 19%. O senador Fernando Dueire (MDB) aparece com 9%.

Os votos brancos e nulos somam 13%, enquanto 14% dos entrevistados ainda se mostram indecisos.

Cenário 3: entrada de Gilson Machado

No terceiro cenário, Humberto (24%) e Costa Filho (21%) repetem os percentuais anteriores. Gilson Machado surge com 17%, enquanto Eduardo da Fonte marca 14%. Brancos e nulos chegam a 12%, mesmo percentual dos indecisos.

Cenário 4: empate técnico no topo

Um dos quadros mais equilibrados ocorre quando o presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, entra na disputa. Ele aparece empatado com Humberto Costa, ambos com 24%. Anderson Ferreira soma 21%, e Eduardo da Fonte, 9%. Nulos e brancos atingem 12%, e 10% não souberam responder.

Cenário 5: Marília Arraes assume a dianteira

No último cenário apresentado, a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) desponta na liderança, com 27% das intenções de voto. Humberto Costa e Anderson Ferreira aparecem empatados com 21% cada. Eduardo da Fonte registra 13%. Votos brancos e nulos somam 10%, enquanto 8% permanecem indecisos.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores pernambucanos entre os dias 9 e 10 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi custeado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-09944/2026.

Nas eleições gerais de 2026, dois terços do Senado Federal serão renovados. Cada estado, além do Distrito Federal, elegerá dois senadores, e os entrevistados puderam escolher até duas opções nas simulações apresentadas.

O cenário aponta para uma disputa aberta, com possibilidade de rearranjos políticos até a consolidação das candidaturas oficiais.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Eduardo da Fonte diz que federação decidirá Senado e palanque em 2026 ouvindo o povo

              O debate sobre a sucessão estadual e a disputa por uma vaga no Senado Federal em 2026 começa a ganhar contornos mais claros em Pernambuco. Em entrevista ao programa “Cidade em Foco”, da Rede Pernambuco de Rádios, e ao Blog do Alberes Xavier, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) afirmou que qualquer definição sobre candidaturas majoritárias passará por um amplo processo de diálogo dentro da federação União Progressista, formada pelo Progressistas (PP) e pelo União Brasil.

Segundo o parlamentar, a federação irá criar, no início deste ano, um conselho político responsável por conduzir as decisões estratégicas para as eleições de 2026, incluindo a eventual candidatura ao Senado Federal. Eduardo da Fonte destacou que o projeto não será individual, mas fruto de uma construção coletiva.

“A candidatura ao Senado Federal é uma construção coletiva, que passa por várias mãos, que passa por uma reunião que iremos realizar no início deste ano. Será criado um conselho político da federação União Progressista para que tudo se dê através de uma construção coletiva. Um candidato ao Senado deve reunir e aglutinar um conjunto de forças políticas de todas as regiões do estado de Pernambuco”, afirmou.

O deputado reforçou que a principal diretriz da federação será a busca pela unidade política, tanto internamente quanto no diálogo com outras legendas e lideranças espalhadas pelo estado.

“Vamos buscar a unidade, tanto dentro da federação quanto fora dela, com prefeitos, deputados estaduais, deputados federais e forças políticas de vários partidos. Tudo será feito com tranquilidade, naturalidade, na hora certa, no momento certo e ao lado do povo de Pernambuco”, garantiu.

Palanque em 2026  em aberto - Ao ser questionado sobre qual palanque a federação União Progressista deverá ocupar em Pernambuco nas eleições de 2026 — se ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD), que buscará a reeleição, ou do prefeito do Recife, João Campos (PSB), pré-candidato pela oposição — Eduardo da Fonte evitou antecipar posicionamentos e afirmou que a decisão será tomada com base no sentimento popular.

“Vamos estar no palanque que o povo de Pernambuco determinar, para que a gente possa fazer uma grande eleição no próximo ano”, concluiu. 

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

João Campos mantém larga vantagem sobre Raquel Lyra em nova pesquisa Real Time Big Data

              A nove meses das eleições para o Governo de Pernambuco, o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, segue ampliando sua vantagem sobre a governadora Raquel Lyra (PSD). É o que mostra a nova pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada pela CNN Brasil.

De acordo com o levantamento, João Campos aparece com 59,1% dos votos válidos, enquanto Raquel Lyra registra 30%, uma diferença de quase 30 pontos percentuais. Na sequência, surgem o vereador recifense Eduardo Moura (Novo) com 7,5%, e o ex-vereador Ivan Moraes (PSOL) com 3,2%.

A pesquisa ouviu 1.200 eleitores entre os dias 9 e 10 de dezembro, em todas as regiões do estado. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os dados da pesquisa espontânea também revelam que 64% dos pernambucanos ainda não têm voto definido para 2026. Apenas 36% afirmaram já saber em quem pretendem votar. Entre estes, a liderança é de João Campos com 18% das menções espontâneas, seguido por Raquel Lyra (14%), e outros nomes somando 4%.

No cenário estimulado apresentado pela pesquisa:

João Campos (PSB) – 55%

Raquel Lyra (PSD) – 28%

Eduardo Moura (Novo) – 7%

Ivan Moraes (PSOL) – 3%

Nulo/Branco – 4%

NS/NR – 3%

Rejeição: Raquel lidera índice de eleitores que não votariam de forma alguma

A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Quando estimulados:

Raquel Lyra – 46%

Ivan Moraes – 29%

João Campos – 28%

Eduardo Moura – 23%

O Real Time Big Data também mediu a intenção de voto para o Senado:

Primeiro voto

Marília Arraes (Solidariedade) – 38%

Humberto Costa (PT) – 25%

Anderson Ferreira (PL) – 24%

Fernando Dueire (MDB) – 10%

Nulo/Branco – 8%

NS/NR – 3%

 

Segundo voto

Marília Arraes – 22%

Humberto Costa – 17%

Anderson Ferreira – 18%

Fernando Dueire – 12%

Nulo/Branco – 13%

NS/NR – 18%

Cenário 2, o nome de Marília sai para a entrada do ministro Silvio Costa Filho:

Primeiro voto

Humberto Costa (PT) – 32%

Silvio Costa Filho (Republicanos) – 16%

Anderson Ferreira (PL) – 22%

Fernando Dueire (MDB) – 7%

Nulo/Branco – 11%

NS/NR – 12%

Segundo voto

Marília Arraes – 17%

Humberto Costa – 25%

Anderson Ferreira – 14%

Fernando Dueire – 10%

Nulo/Branco – 15%

NS/NR – 19%

Os números consolidam João Campos como o principal nome da disputa até o momento, sustentando uma liderança consistente tanto entre quem já definiu o voto quanto nos cenários estimulados. Já Raquel Lyra enfrenta desafios internos e altos índices de rejeição, enquanto candidatos da oposição figuram em patamares mais baixos. 

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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Datafolha: Marília Arraes e Humberto Costa lideram disputa pelas duas vagas ao Senado em Pernambuco

                A disputa pelas duas vagas ao Senado Federal que estarão em jogo nas eleições de 2026 já começa a ganhar contornos definidos em Pernambuco. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (29), encomendada pela Rádio CBN, a ex-deputada federal Marília Arraes (SD) e o senador Humberto Costa (PT) aparecem como os nomes mais fortes na corrida eleitoral, liderando as intenções de voto em todos os três cenários simulados pelo instituto.

No primeiro cenário, Marília desponta na frente com 39% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa, que soma 26%. Na sequência aparecem Miguel Coelho (UB) com 19%, Eduardo da Fonte (PP) com 18%, e Armando Monteiro Neto (Podemos) e Gilson Machado (PL) empatados, ambos com 12%.

Outro empate ocorre entre Anderson Ferreira (PL) e Silvio Costa Filho (Republicanos), cada um com 10%. Mais atrás, estão Jô Cavalcanti (PSOL), com 4%, e Fernando Dueire (MDB), com 3%.
Ainda há espaço para mudanças, já que 16% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo e 4% estão indecisos em relação à primeira vaga. Para a segunda, brancos e nulos somam 21%, e 7% não responderam.

No cenário 2, a ex-deputada amplia sua vantagem, chegando a 42%, contra 29% de Humberto Costa. Em seguida, aparecem Miguel Coelho (21%), Eduardo da Fonte (20%), Armando Neto (15%), Anderson Ferreira (13%), Jô Cavalcanti (4%) e Fernando Dueire (3%).
Brancos e nulos somam 17% para a primeira vaga e 24% para a segunda, com 4% e 7% de indecisos, respectivamente.

Já o terceiro cenário confirma a tendência de consolidação de Marília e Humberto. A socialista lidera com 40%, enquanto o petista aparece com 30%. Eduardo da Fonte (25%), Armando Neto (16%), Gilson Machado (15%), Silvio Costa Filho (11%), Jô Cavalcanti (4%) e Fernando Dueire (4%) completam a lista.
Neste caso, 17% dos entrevistados disseram que votariam em branco ou nulo na primeira vaga, e 25% na segunda; 5% e 8% não souberam responder.

Realizada entre os dias 21 e 23 de outubro, a pesquisa Datafolha ouviu 1.022 eleitores em todas as regiões do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento confirma o peso político de Marília Arraes e Humberto Costa, dois nomes que simbolizam trajetórias consolidadas na esquerda pernambucana e que podem se enfrentar em uma disputa direta ou caminhar lado a lado, dependendo das alianças que se desenharem até 2026.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2025

João Campos e Adelmo Moura selam aliança para 2026 fortalecendo o PSB no Pajeú

Ex-prefeito de Itapetim se posiciona como 'soldado' do projeto de Campos e aposta na força do prefeito da capital para superar desafios territoriais na disputa por uma vaga na Alepe.

RECIFE, PE – A corrida para as eleições de 2026 ganhou um novo e importante capítulo de articulação no Sertão do Pajeú. Em reunião com o presidente nacional do PSB e prefeito do Recife, João Campos, o ex-prefeito de Itapetim e pré-candidato a deputado estadual, Adelmo Moura, selou sua posição como uma das principais apostas do partido na região. O encontro, mais do que uma formalidade, serviu como um endosso político crucial para Moura e uma demonstração de força do projeto de Campos no interior do estado.

Adelmo Moura saiu da reunião visivelmente entusiasmado, adotando um discurso de total alinhamento e lealdade ao projeto majoritário do PSB. “Saí ainda mais animado. Agora é trabalhar ainda mais para o fortalecimento do nosso grupo na minha região e atuar como um soldado desse projeto que vai devolver a Pernambuco a altivez, que nós experimentamos na época do saudoso governador Eduardo Campos”, declarou Adelmo, conectando habilmente a pré-candidatura de João ao legado de seu pai.

Para reforçar seu otimismo, Moura citou dados eleitorais, apontando para o favoritismo do aliado. “É só ver essa última pesquisa nacional, da Big Data/CNN, que mostrou João com 70% das intenções de votos válidos. O povo está ansioso para depositar sua esperança no trabalho do nosso futuro governador”, concluiu, elogiando a competência de Campos na gestão da capital.

Nos bastidores, analistas políticos apontavam que a pré-candidatura de Adelmo Moura, embora forte, enfrentava desafios significativos. O principal deles era territorial, com um grande número de candidatos disputando a mesma base de votos na região e com lideranças locais que já haviam se comprometido com outros projetos. A seu favor, no entanto, sempre pesou a imagem de ser um “nome mais leve” e com menos arestas que alguns de seus concorrentes, além de possuir um forte “DNA da região”.

É neste cenário que o encontro com João Campos se torna um divisor de águas. O endosso do pré-candidato a governador mais forte na disputa funciona como um poderoso trunfo, capaz de reconfigurar alianças e atrair apoios até então indecisos. Para Campos, a aliança também é estratégica: ele garante um palanque forte e um "soldado" experiente e leal em uma das regiões mais importantes do estado, pavimentando o caminho não apenas para a eleição, mas para a construção de uma base sólida na Assembleia Legislativa (Alepe).

Ao final, a percepção, confirmada pelo próprio Adelmo Moura, é de que seu projeto "ganha força". A reunião em Recife não foi apenas uma foto, mas uma peça fundamental movida no complexo xadrez da política pernambucana, com impactos diretos na futura composição de forças do Sertão do Pajeú. Com informações do Nill Junior 

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