O cenário mais competitivo envolve o senador Flávio
Bolsonaro (PL). Nesse embate, Lula registra 43% das intenções de voto, contra
38% do parlamentar. Brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar somam
17%, enquanto 2% se declararam indecisos.
Em outras simulações, a diferença é ainda mais
ampla. Contra o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), Lula aparece com 43%,
diante de 35% do adversário. Já frente ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado
(PSD), o presidente soma 42%, contra 32%.
O levantamento também testou disputas contra o
governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador do Rio Grande do
Sul, Eduardo Leite (PSD). Nos dois casos, Lula lidera com 43% e 42%,
respectivamente. Zema registra 32%, enquanto Leite aparece com 28%. Nesses
cenários, o índice de votos brancos, nulos e abstenções declaradas varia entre
21% e 26%, revelando espaço significativo de eleitores fora da polarização
direta.
Na pesquisa espontânea — quando os
entrevistados não recebem lista prévia de nomes — Lula também lidera, com 19%
das citações. Flávio Bolsonaro aparece com 10%. O ex-presidente Jair Bolsonaro
(PL), atualmente inelegível, foi mencionado por 2% dos entrevistados. Outros
nomes somaram 4%.
O levantamento reforça que, apesar da vantagem do
atual presidente nos cenários simulados, o percentual de eleitores que optam
por branco, nulo ou ainda não decidiram o voto permanece expressivo.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas presencialmente
entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos
percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo
está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número
BR-00249/2026.
O cenário, ainda distante da oficialização das candidaturas, indica que a corrida presidencial de 2026 começa com Lula em posição competitiva, mas com elevado índice de indefinição no eleitorado.
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