De
acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, o país possui um potencial de
cerca de 5,8 milhões de adolescentes aptos ao voto facultativo nessa faixa
etária. No entanto, até fevereiro deste ano, apenas aproximadamente 1,8 milhão
haviam realizado o cadastro, o que acende um alerta para a baixa adesão juvenil
ao sistema eleitoral.
A
campanha será intensificada ao longo do mês de abril, com ações nas redes
sociais e em veículos de comunicação, em parceria com o TSE. O objetivo é
ampliar o acesso à informação e estimular o engajamento político entre os
jovens, destacando a importância da participação ativa na escolha dos
representantes.
Como
parte das estratégias, o UNICEF também lançará uma gincana digital que
mobilizará grupos de adolescentes em diversas regiões do país. A proposta é
premiar aqueles que conseguirem incentivar o maior número de jovens a tirar o
título de eleitor, promovendo uma dinâmica colaborativa de mobilização social.
A
ação contará com o apoio dos Núcleos de Cidadania do Adolescente (NUCAs),
presentes em mais de 2.300 municípios brasileiros, ampliando o alcance da
campanha e fortalecendo o protagonismo juvenil.
Os
dados mais recentes indicam que estados como Rondônia, Tocantins e Piauí
apresentam os maiores índices de adolescentes com título eleitoral, enquanto
unidades como Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro registram os menores
percentuais.
O
prazo para emissão ou regularização do título de eleitor segue até o dia 6 de
maio. Embora o voto seja facultativo para jovens de 16 e 17 anos, a legislação
brasileira estabelece obrigatoriedade a partir dos 18 anos. Também é
facultativo para pessoas acima de 70 anos e analfabetos, enquanto estrangeiros
e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar.
A campanha reforça a importância da participação política desde cedo, como forma de fortalecer a democracia e ampliar a representatividade das juventudes nos espaços de decisão.
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