De acordo com a pesquisa, o senador Humberto Costa
(PT) aparece como nome recorrente na liderança na maior parte das simulações,
mas enfrenta concorrência direta de figuras do campo governista e da oposição.
Cenário 1: liderança apertada
No primeiro cenário estimulado, Humberto Costa
registra 23% das intenções de voto. Logo atrás surge o ministro de Portos e
Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), com 21%. O ex-prefeito de
Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL), aparece com 19%, enquanto o
deputado federal Eduardo da Fonte (PP) soma 13%.
Nesse quadro, 12% dos entrevistados afirmaram que
votariam branco ou nulo, e outros 12% disseram não saber ou preferiram não
responder.
Cenário 2: Humberto mantém dianteira
Na segunda simulação, Humberto amplia levemente sua
pontuação para 24%, mantendo a liderança. Silvio Costa Filho permanece com 21%,
seguido por Anderson Ferreira, com 19%. O senador Fernando Dueire (MDB) aparece
com 9%.
Os votos brancos e nulos somam 13%, enquanto 14%
dos entrevistados ainda se mostram indecisos.
Cenário 3: entrada de Gilson Machado
No terceiro cenário, Humberto (24%) e Costa Filho
(21%) repetem os percentuais anteriores. Gilson Machado surge com 17%, enquanto
Eduardo da Fonte marca 14%. Brancos e nulos chegam a 12%, mesmo percentual dos
indecisos.
Cenário 4: empate técnico no topo
Um dos quadros mais equilibrados ocorre quando o
presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, entra na disputa. Ele
aparece empatado com Humberto Costa, ambos com 24%. Anderson Ferreira soma 21%,
e Eduardo da Fonte, 9%. Nulos e brancos atingem 12%, e 10% não souberam
responder.
Cenário 5: Marília Arraes assume a dianteira
No último cenário apresentado, a ex-deputada
federal Marília Arraes (Solidariedade) desponta na liderança, com 27% das
intenções de voto. Humberto Costa e Anderson Ferreira aparecem empatados com
21% cada. Eduardo da Fonte registra 13%. Votos brancos e nulos somam 10%,
enquanto 8% permanecem indecisos.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores pernambucanos entre os dias 9 e 10 de fevereiro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi custeado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-09944/2026.
Nas eleições gerais de 2026, dois terços do Senado
Federal serão renovados. Cada estado, além do Distrito Federal, elegerá dois
senadores, e os entrevistados puderam escolher até duas opções nas simulações
apresentadas.
O cenário aponta para uma disputa aberta, com
possibilidade de rearranjos políticos até a consolidação das candidaturas
oficiais.
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