De
acordo com a irmã da vítima, Sandrinha Araújo, Pollyana tinha o sonho de
realizar uma cirurgia bariátrica e depositou total confiança no profissional
responsável pelo procedimento. No entanto, o relato aponta uma série de falhas
que levantam questionamentos sobre a condução do caso. O nome do profissional
foi mantido em sigilo devido questões ética e jurídicas, segundo a fala da
jornalista.
Segundo
o relato, mesmo sem atingir o peso recomendado previamente e após comunicar
essa condição ao médico, a paciente teria sido autorizada a seguir com o
procedimento. Além disso, familiares afirmam que não houve acompanhamento com
profissionais essenciais no processo preparatório, como nutricionista,
psicólogo ou psiquiatra — etapas consideradas fundamentais em protocolos de
cirurgia bariátrica.
Outro
ponto destacado é a rapidez com que o procedimento teria sido marcado. Conforme
o relato, a cirurgia foi agendada apenas dois dias após a realização de uma
endoscopia digestiva alta (EDA), o que também levanta dúvidas sobre o
cumprimento das etapas clínicas adequadas.
A
denúncia vai além das questões técnicas e aponta, ainda, situações de
desrespeito no atendimento à família durante o momento de maior fragilidade.
“Minha irmã tinha um grande sonho: realizar essa
cirurgia. Ela confiou plenamente no profissional que escolheu para cuidar da
sua vida”, relatou Sandrinha.
“Nada vai trazer minha irmã de volta. Mas a dor que
sentimos precisa ser transformada em algo maior: em um pedido de
responsabilidade e justiça”, acrescentou.
O caso vem provocando forte comoção nas redes sociais com o vídeo alcançando já quase 100 mil visualizações e internautas cobrando apuração rigorosa e transparência sobre os fatos.
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