quarta-feira, 18 de março de 2026

Raquel Lyra consolida apoio de Miguel Coelho com o União Brasil em Brasília e fortalece projeto de reeleição

                    Em um movimento que amplia sua base política e reforça sua estratégia para as próximas eleições, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, oficializou nesta quarta-feira (18), em Brasília, o apoio do União Brasil ao seu projeto de reeleição. Participaram da articulação o presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, além dos deputados federais Fernando Filho e Mendonça Filho, nomes de peso que passam a integrar o arco de alianças da atual gestão.

A aproximação simboliza um novo momento político para o estado, marcado pela construção de uma frente mais ampla de apoio. Em declaração pública, Raquel destacou a importância da união de forças para acelerar o ritmo de desenvolvimento de Pernambuco.

Segundo a governadora, desde o início de sua gestão houve um esforço para reorganizar o estado, com foco na melhoria dos serviços públicos e na retomada do crescimento. Ela ressaltou que os resultados já começam a aparecer, fruto de planejamento e compromisso administrativo.

A chegada do União Brasil ao grupo governista, segundo Raquel Lyra, reforça esse caminho e amplia a capacidade de ação do governo. “Essa é uma aliança construída com responsabilidade e compromisso com o futuro de Pernambuco”, afirmou.

O movimento também foi articulado com lideranças nacionais, incluindo o presidente do PSD, Gilberto Kassab, partido ao qual a governadora é filiada, reforçando o alinhamento político em nível nacional.

Nos bastidores, a aliança é vista como estratégica, não apenas pelo peso eleitoral das lideranças envolvidas, mas também pela capilaridade do União Brasil em diversas regiões do estado, especialmente no Sertão e no interior. Miguel Coelho, presidente da legenda, deve ser um dos candidatos ao Senado ao lado de Raquel Lyra.

Com o novo apoio, Raquel Lyra amplia sua base política e se posiciona com mais robustez na disputa pela reeleição, em um cenário que promete ser altamente competitivo e marcado por intensas articulações nos próximos meses. 

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Filiação de Marília Arraes ao PDT redefine cenário político e abre nova disputa por comando da sigla em Pernambuco

              A movimentação partidária em Pernambuco ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira com a filiação da ex-deputada federal Marília Arraes ao PDT, em um ato que simboliza não apenas uma nova etapa em sua trajetória política, mas também uma reconfiguração interna na legenda no estado.

O ingresso foi oficializado com a chancela do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, responsável por abonar a ficha de filiação da pré-candidata ao Senado. Em publicação nas redes sociais, o ministro destacou o peso político da chegada de Marília e seu papel estratégico para o fortalecimento do partido em Pernambuco.

“Marília chega ao partido com a missão de ampliar nossa presença em todas as regiões e representar o PDT na disputa majoritária”, afirmou Wolney.

A entrada da ex-deputada, no entanto, também marca um ponto de inflexão na história recente do PDT pernambucano. Durante mais de duas décadas, a legenda foi conduzida pelo próprio Wolney Queiroz e por seu pai, o ex-prefeito Zé Queiroz. Agora, o partido caminha para uma nova configuração de poder, com mudanças no comando estadual.

O presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, já indicou que a definição sobre a direção do partido em Pernambuco será fruto de um amplo processo de debates internos. Ainda assim, Lupi destacou que Marília terá papel central nas decisões, sendo considerada peça-chave para o futuro da legenda no estado.

Apesar da influência crescente, aliados próximos afirmam que Marília Arraes não pretende assumir formalmente a presidência do partido. A estratégia da pré-candidata é concentrar esforços na construção de sua candidatura ao Senado, evitando a sobrecarga administrativa que a função exige.

Nos bastidores, contudo, a expectativa é de que o comando do PDT em Pernambuco seja ocupado por um nome alinhado politicamente a Marília, o que garantiria à ex-deputada protagonismo nas decisões estratégicas da legenda.

A filiação, portanto, não apenas fortalece o projeto eleitoral de Marília Arraes, como também inaugura uma nova fase de disputas internas e rearranjos políticos no PDT pernambucano, com impactos diretos no cenário eleitoral que se desenha para os próximos meses.

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João Campos avança na montagem de chapa e define Humberto e Marília para Senado

             O cenário político de Pernambuco começa a ganhar contornos mais definidos à medida que lideranças aceleram decisões estratégicas de olho nas próximas eleições estaduais. Após semanas de articulações intensas e negociações de bastidores, o prefeito do Recife, João Campos, deu um passo decisivo na consolidação de sua pré-candidatura ao Governo do Estado.

De acordo com informações, João Campos já teria fechado os nomes que irão compor sua chapa majoritária. Para o Senado, os escolhidos seriam o senador Humberto Costa, do PT, e a ex-deputada federal Marília Arraes, do PDT. Já para o posto de vice-governador, o nome indicado seria Carlos Costa, filiado ao Republicanos e irmão do Ministro Silvio Costa Filho, que irá concorrer mais uma vez a deputado federal.

A oficialização da chapa está prevista para acontecer nesta quinta-feira (19), durante uma coletiva de imprensa que ainda terá local e horário divulgados. A expectativa é de que o anúncio marque uma nova fase na corrida eleitoral, consolidando alianças e reduzindo incertezas no campo da oposição ao governo estadual.

A definição também tem peso político por encerrar uma série de especulações que vinham movimentando o cenário nos últimos dias. Entre os rumores mais comentados, estava a possível entrada do deputado federal Eduardo da Fonte na chapa de João Campos, além de uma eventual migração de Marília Arraes para o grupo da governadora Raquel Lyra.

Com a composição desenhada, João Campos fortalece sua base política e amplia o arco de alianças, reunindo nomes com peso eleitoral e representatividade em diferentes segmentos do eleitorado pernambucano, ao mesmo tempo que formata um palanque mais centro esquerda alinhado com o presidente Lula (PT).

Enquanto o bloco liderado pelo prefeito do Recife avança, a governadora Raquel Lyra também intensifica sua agenda política em Brasília. A chefe do Executivo estadual cumpre uma série de reuniões com lideranças partidárias e possíveis aliados, em busca de consolidar sua própria chapa.

Entre os compromissos desta quarta-feira (18), está um encontro com a Federação União Progressista, que pode ser determinante para o alinhamento político no estado. Segundo informações de bastidores, a tendência é de apoio à governadora, embora ainda não haja consenso sobre os nomes que irão compor sua chapa majoritária.

O cenário, portanto, segue em evolução, mas com sinais claros de definição, indicando que as principais forças políticas do estado começam a entrar em fase de consolidação de alianças e estratégias eleitorais. 

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Federação União Brasil–PP sela apoio à reeleição de Raquel Lyra em Pernambuco após impasse político

              Em meio a um cenário de indefinições e disputas internas, a Federação formada por União Brasil e Progressistas chegou a um entendimento estratégico sobre o rumo político em Pernambuco. Em reunião realizada nesta terça-feira (18), em Brasília, as cúpulas nacionais das duas siglas decidiram caminhar juntas no estado, com apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra.

O encontro contou com a participação do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, e do presidente do PP, o senador Ciro Nogueira. A articulação também envolveu o secretário-geral da federação, ACM Neto, consolidando uma decisão que vinha sendo aguardada por lideranças estaduais.

A movimentação foi acelerada após pressão do deputado federal Mendonça Filho, que cobrou uma definição urgente diante do desalinhamento das legendas em Pernambuco. Enquanto o União Brasil já orbitava em torno do governo estadual, o PP mantinha aproximação com o prefeito do Recife, João Campos, criando um impasse político.

Durante entrevista, Mendonça destacou que o prazo da janela partidária — que se encerra em 4 de abril — exige uma posição clara, permitindo que parlamentares decidam sua permanência ou migração partidária. O deputado chegou a afirmar que deixaria o União Brasil caso a federação optasse por apoiar João Campos.

De acordo com informações da jornalista Terezinha Nunes, a decisão foi fruto de um entendimento entre as lideranças nacionais, que avaliaram ser mais coerente alinhar a federação ao governo estadual. A expectativa é que uma reunião com Raquel Lyra aconteça já nesta quarta-feira (19), em Brasília, para formalizar o apoio e discutir os próximos passos da aliança.

O deputado federal Eduardo da Fonte, liderança do PP em Pernambuco, não participou diretamente da reunião, mas teria sido informado sobre o desfecho.

Nos bastidores, a negociação também envolve a composição para as eleições futuras. Em encontros anteriores, Raquel Lyra chegou a sinalizar a possibilidade de garantir à federação as duas vagas na disputa pelo Senado.

No entanto, o cenário se tornou mais complexo após Eduardo da Fonte demonstrar resistência ao nome de Miguel Coelho e, posteriormente, se aproximar de João Campos. O parlamentar chegou a ser citado como possível candidato ao Senado em uma eventual chapa da Frente Popular, ao lado do senador Humberto Costa — movimento que nunca foi oficialmente negado. 

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Sport volta a decepcionar na Ilha, é eliminado da Copa do Brasil e amplia crise na temporada

             A eliminação do Sport Club do Recife na Copa do Brasil expôs, mais uma vez, as fragilidades de um time que ainda não conseguiu se encontrar na temporada. Jogando diante de sua torcida, na Ilha do Retiro, o Leão foi derrotado por 3 a 1 pelo Athletic Club e deu adeus à competição de forma precoce.

A atuação abaixo do esperado reforça um cenário que tem se repetido ao longo do ano: um Sport irregular, com dificuldades de criação, falhas defensivas e pouca consistência em jogos decisivos. O gol de Iury Castilho pouco mudou o panorama da partida, já que o adversário mineiro mostrou eficiência e aproveitou melhor as oportunidades, com destaque para Ronaldo Tavares, autor de dois gols.

Além do impacto esportivo, a queda representa também prejuízo financeiro. Caso avançasse, o Sport poderia garantir uma premiação significativa, enquanto o adversário embolsa cerca de R$ 2 milhões pela classificação.

O resultado negativo mantém um incômodo retrospecto do clube na competição. Desde 2017, quando conseguiu avançar além de três fases eliminatórias, o Leão não repete campanhas consistentes, acumulando eliminações precoces que aumentam a cobrança da torcida.

O revés amplia ainda mais a pressão sobre o técnico Roger Silva, que completa aproximadamente três meses à frente da equipe sem conseguir apresentar evolução clara. O desempenho coletivo segue abaixo das expectativas, e a equipe tem encontrado dificuldades para impor seu jogo, mesmo atuando em casa.

A insatisfação da torcida já é evidente, especialmente diante da sequência de atuações pouco convincentes. Até aqui, o único momento fora da curva foi na decisão do Campeonato Estadual, quando o Sport teve bom desempenho e venceu o Clube Náutico Capibaribe.

No entanto, o episódio não foi suficiente para consolidar uma reação. A eliminação na Copa do Brasil reforça a sensação de estagnação e coloca em xeque o planejamento e o trabalho desenvolvido até o momento.

Com a saída da competição, o Sport agora volta suas atenções para a sequência da temporada, mas sob um ambiente de forte cobrança. O clube precisará reagir rapidamente para evitar que a instabilidade comprometa os próximos desafios.

Mais do que o resultado, a forma como a equipe foi eliminada acende o alerta: o Sport segue distante do nível de desempenho esperado por sua torcida e tradição. Foto: Rafael Vieira/AGIF

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Megaoperação nacional mobiliza forças de segurança em 15 estados e atinge organizações criminosas

              Uma ampla ofensiva contra o crime organizado foi desencadeada nesta quarta-feira (18), marcando uma das maiores ações integradas de segurança pública dos últimos anos no país. Coordenada pela Polícia Federal, a operação reúne esforços das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) e ocorre simultaneamente em 15 estados, incluindo Pernambuco.

A iniciativa tem como foco o desmantelamento de estruturas criminosas envolvidas em atividades como tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e atuação de facções organizadas. Ao todo, estão sendo cumpridos 180 mandados de busca e apreensão e 112 mandados de prisão, evidenciando a dimensão da operação e o alcance das investigações.

Além de Pernambuco, as ações se estendem pelos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe, reforçando o caráter interestadual da ofensiva.

De acordo com dados oficiais, apenas em 2025, as FICCOs já realizaram 246 operações em todo o país, resultando no cumprimento de mais de dois mil mandados de busca e apreensão e mais de 1.500 mandados de prisão. Os números refletem o fortalecimento do modelo de atuação integrada, que reúne diferentes forças de segurança em uma estratégia conjunta.

As FICCOs foram criadas com base no conceito de força-tarefa, promovendo a união entre instituições como polícias civis, militares e penais, guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal, a Secretaria Nacional de Políticas Penais e secretarias estaduais de segurança pública. A coordenação geral fica a cargo da Polícia Federal, sem hierarquia entre os órgãos participantes.

Pernambuco - No estado, a ofensiva ganhou contornos específicos com a deflagração da Operação Roça, voltada para desarticular um grupo criminoso com atuação no Sertão pernambucano. A organização investigada estaria envolvida com tráfico de drogas e armas, roubos de cargas e esquemas de lavagem de dinheiro.

As equipes cumprem 49 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de prisão temporária. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros que podem chegar a R$ 5 milhões, bem como restrições sobre bens como imóveis e veículos ligados aos investigados.

A operação reforça o avanço das ações coordenadas no combate ao crime organizado, sobretudo em regiões estratégicas do interior nordestino, onde facções têm buscado expandir suas atividades. 

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Bruno Marques se reúne com João Campos no Recife e reforça alinhamento político para 2026

                As articulações políticas em Pernambuco continuam se intensificando à medida que lideranças começam a posicionar suas alianças para o próximo ciclo eleitoral. Nesta segunda-feira (16), o médico e pré-candidato a deputado estadual Bruno Marques esteve no Recife para um encontro com o prefeito da capital e pré-candidato ao Governo do Estado, João Campos (PSB).

Filho do prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques, Bruno utilizou suas redes sociais para comentar o encontro e reafirmar o alinhamento político com o gestor recifense, que desponta como um dos nomes cotados para disputar o comando do Pernambuco nas próximas eleições.

Em publicação sobre a reunião, Bruno destacou a importância da parceria e o compromisso com o desenvolvimento do estado.

“Ao lado de João Campos, renovando a esperança e fortalecendo o compromisso com o futuro de Pernambuco. Seguimos unidos, com diálogo, trabalho e dedicação, para construir um estado cada vez mais justo, desenvolvido e cheio de oportunidades para o nosso povo”, afirmou.

O encontro acontece em meio a um cenário político marcado por intensas movimentações e especulações sobre alianças no estado. Nos últimos dias, surgiram notícias apontando para uma possível aproximação entre o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e a governadora Raquel Lyra. A informação, no entanto, ainda não foi confirmada oficialmente pelo ministro.

Tanto Fabiano Marques quanto Bruno Marques integram o grupo político liderado por Silvio Costa Filho. Mesmo diante das especulações, o prefeito de Petrolândia declarou recentemente que mantém sua aliança política com o ministro, independentemente das definições partidárias que possam ocorrer.

Na mesma declaração, Fabiano também reafirmou o apoio ao projeto político de João Campos como pré-candidato ao Governo de Pernambuco, sinalizando a manutenção do alinhamento com o prefeito do Recife nas articulações para o futuro político do estado.

A reunião realizada na capital reforça o diálogo entre as lideranças e indica que as movimentações políticas no interior e na Região Metropolitana devem ganhar ainda mais intensidade nos próximos meses. 

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Flávio Bolsonaro se reúne com Alexandre de Moraes e pede prisão domiciliar para ex-presidente

              Em meio às repercussões jurídicas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro confirmou, nesta terça-feira (17), que esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar de uma possível alteração no regime de cumprimento de pena do pai.

A reunião ocorreu com o ministro Alexandre de Moraes, responsável por processos ligados ao caso. Segundo o parlamentar, o encontro teve como objetivo formalizar um novo pedido de prisão domiciliar humanitária, motivado por preocupações com o estado de saúde do ex-presidente.

Flávio Bolsonaro esteve acompanhado do advogado Paulo Cunha Bueno, integrante da defesa, e afirmou que a conversa com o magistrado ocorreu de forma direta e institucional. “Apresentamos os argumentos e o ministro informou que vai analisar o pedido no momento oportuno, sem prazo definido”, relatou.

O ex-presidente encontra-se internado e cumpre prisão em regime fechado na unidade conhecida como Papudinha, em Brasília, no contexto das investigações relacionadas à tentativa de ruptura institucional. De acordo com o senador, apesar de estar recebendo atendimento adequado, a permanência no atual regime pode representar riscos à saúde.

Entre os pontos levantados pela defesa estão os efeitos colaterais de medicamentos, como tonturas, além da possibilidade de novas intercorrências médicas. Flávio também destacou que o tempo prolongado de isolamento pode agravar o quadro clínico do ex-presidente.

“A preocupação é com a segurança e a saúde dele. Já houve episódios anteriores que acendem um alerta”, afirmou.

O pedido de prisão domiciliar humanitária será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, que deverá considerar tanto os argumentos médicos quanto os aspectos jurídicos do caso antes de tomar uma decisão.

O desfecho da solicitação pode ter impacto relevante no andamento do processo e nas condições de cumprimento de pena do ex-presidente, mantendo o tema no centro do debate político e jurídico nacional. 

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Cursos de Medicina em Pernambuco sofrem sanções do MEC após desempenho insatisfatório

                O ensino superior em saúde enfrenta um novo momento de atenção em Pernambuco. O Ministério da Educação (MEC) anunciou a aplicação de sanções a cursos de Medicina no estado após resultados considerados insuficientes no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2025.

A lista divulgada nesta terça-feira (17) inclui instituições localizadas no Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, que foram enquadradas em faixas de desempenho abaixo do esperado.

Entre os cursos citados estão o Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau), a Faculdade de Medicina de Olinda (FMO) e a Afya Faculdade de Ciências Médicas de Jaboatão dos Guararapes. As três instituições obtiveram nota 2 no exame, com percentual de estudantes considerados proficientes variando entre 40% e 50%.

Diante desse cenário, o MEC determinou uma série de medidas corretivas. Entre elas, a redução de 25% no número de vagas ofertadas pelos cursos, além da suspensão de processos de ampliação. Também foram impostas restrições ao acesso a programas federais de financiamento estudantil, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni).

As sanções fazem parte de um conjunto de ações voltadas a cursos que obtiveram notas 1 ou 2 no Enamed, classificadas como insuficientes. Segundo o Ministério da Educação, aproximadamente um terço dos cursos de Medicina no Brasil apresentou desempenho abaixo do esperado na edição de 2025.

Além das penalidades imediatas, as instituições passam a ser monitoradas em regime de supervisão. O acompanhamento permitirá ao MEC avaliar a evolução dos cursos, podendo revisar, manter ou até ampliar as medidas conforme os resultados futuros.

O Enamed substitui o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) no curso de Medicina e se consolida como o principal instrumento de avaliação da qualidade da formação médica no país, ampliando o rigor na análise do desempenho acadêmico.

A decisão reforça o alerta sobre a necessidade de melhorias estruturais e pedagógicas nos cursos de Medicina, especialmente diante da crescente demanda por profissionais qualificados na área da saúde. 

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Eduardo da Fonte reage a exonerações e critica decisão de Raquel Lyra

            O presidente estadual do Progressistas, deputado federal Eduardo da Fonte, classificou como “precipitada” a decisão da governadora Raquel Lyra de exonerar indicados do partido em órgãos estratégicos do Estado.

As mudanças atingiram diretamente o comando do Centro de Abastecimento e Logística (Ceasa), do Laboratório Farmacêutico de Pernambuco (Lafepe) e do Porto do Recife, estruturas que até então estavam sob influência política do PP. A decisão do governo foi interpretada como um gesto de rompimento político, ampliando o distanciamento entre a gestão estadual e a legenda.

Em entrevista, Eduardo da Fonte afirmou que a medida surpreendeu e ocorreu em um momento sensível do cenário político nacional e estadual. Segundo ele, as exonerações coincidiram com a definição, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da data de 26 de março para julgar a homologação da Federação União Progressista, bloco que poderá unir o PP ao União Brasil.

“O que posso fazer? Todo mundo está conversando com todo mundo. Não existe acordo fechado com João Campos, mas chama atenção a coincidência das exonerações justamente no dia em que o TSE marcou o julgamento da federação”, declarou o parlamentar.

Apesar das especulações sobre uma possível aproximação com o grupo liderado pelo prefeito do Recife, Eduardo da Fonte negou qualquer definição de aliança e reforçou que o momento ainda é de diálogo. “Não tem porta fechada para ninguém. Tudo permanece em aberto”, pontuou.

O deputado também destacou que qualquer decisão sobre alianças políticas será tomada apenas após a formalização da federação partidária. Segundo ele, a nova configuração política terá como base critérios estratégicos, como tempo de televisão e acesso ao fundo eleitoral.

“Não vou tratar de alianças antes da federação existir oficialmente. Quando isso acontecer, vamos discutir o melhor caminho”, afirmou.

Nos bastidores, a disputa também envolve o futuro político de lideranças como Miguel Coelho, presidente estadual do União Brasil e apontado como pré-candidato ao Senado. Ele já foi convidado por Raquel Lyra para integrar a base governista, o que adiciona ainda mais complexidade ao cenário.

A movimentação evidencia um momento de redefinição das forças políticas em Pernambuco, com impacto direto nas articulações para as eleições e na composição de alianças estratégicas. 

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