A
reunião ocorreu com o ministro Alexandre de Moraes, responsável por processos
ligados ao caso. Segundo o parlamentar, o encontro teve como objetivo
formalizar um novo pedido de prisão domiciliar humanitária, motivado por
preocupações com o estado de saúde do ex-presidente.
Flávio
Bolsonaro esteve acompanhado do advogado Paulo Cunha Bueno, integrante da
defesa, e afirmou que a conversa com o magistrado ocorreu de forma direta e
institucional. “Apresentamos os argumentos e o ministro informou que vai
analisar o pedido no momento oportuno, sem prazo definido”, relatou.
O
ex-presidente encontra-se internado e cumpre prisão em regime fechado na
unidade conhecida como Papudinha, em Brasília, no contexto das investigações
relacionadas à tentativa de ruptura institucional. De acordo com o senador,
apesar de estar recebendo atendimento adequado, a permanência no atual regime
pode representar riscos à saúde.
Entre
os pontos levantados pela defesa estão os efeitos colaterais de medicamentos,
como tonturas, além da possibilidade de novas intercorrências médicas. Flávio
também destacou que o tempo prolongado de isolamento pode agravar o quadro
clínico do ex-presidente.
“A preocupação é com a segurança e a saúde dele. Já houve
episódios anteriores que acendem um alerta”, afirmou.
O
pedido de prisão domiciliar humanitária será analisado pelo ministro Alexandre
de Moraes, que deverá considerar tanto os argumentos médicos quanto os aspectos
jurídicos do caso antes de tomar uma decisão.
O desfecho da solicitação pode ter impacto relevante no andamento do processo e nas condições de cumprimento de pena do ex-presidente, mantendo o tema no centro do debate político e jurídico nacional.
👉 Acompanhe mais notícias
e curta nossas redes sociais:


Nenhum comentário:
Postar um comentário