A programação oficial se
estende até a próxima quinta-feira (21) e inclui debates, painéis técnicos e
articulações políticas no Congresso Nacional. Um dos destaques desta edição é a
realização de uma sabatina com pré-candidatos à Presidência da República, entre
eles Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos.
Apesar da expectativa, o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deve participar da abertura do evento,
o que gerou desconforto entre prefeitos. O chefe do Executivo federal deve
cumprir agenda em São Paulo, onde participa de um encontro da indústria da
construção.
A cerimônia oficial de
abertura acontece nesta terça-feira (19), com a presença do presidente do
Senado, Davi Alcolumbre, e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.
Durante a abertura informal
das atividades, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, reforçou que o foco do
evento é discutir soluções para os desafios enfrentados pelas administrações
locais. Ele também apresentou críticas a propostas em tramitação no Congresso
Nacional e a medidas do Executivo que, segundo ele, podem impactar negativamente
as finanças municipais.
Entre os pontos levantados
estão o reajuste do piso salarial dos professores, que, segundo Ziulkoski, pode
gerar um impacto de R$ 8,5 bilhões aos cofres municipais, e a possível redução
da jornada de trabalho, estimada em um impacto de até R$ 48 bilhões para
estados e municípios.
“Ninguém é contra
pagar os professores, mas tem que ter recurso. Hoje, 88% dos recursos são
destinados ao pagamento do piso”, afirmou.
O dirigente também criticou
a demora na liberação de emendas parlamentares e alertou para dificuldades
estruturais enfrentadas por municípios de pequeno e médio porte, especialmente
na área de segurança pública.
A Marcha dos Prefeitos segue como um espaço estratégico de pressão institucional e articulação política, reunindo gestores em busca de soluções para questões fiscais, administrativas e sociais que impactam diretamente a gestão municipal.
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