"A gente fica
com o coração na mão com esses ônibus lotados de gente todos os dias para
Recife, sendo que poderíamos ter um grande hospital aqui na nossa região",
afirmou.
No que se refere aos
hospitais regionais, segundo a pré-candidata, a estrutura atual está
sobrecarregada. Só nas regiões de Arcoverde e Garanhuns, cada polo atende mais
de 20 municípios em uma única unidade hospitalar, o que resulta em pacientes
nos corredores e esperas superiores a 15 dias até para casos simples, como
fraturas.
"Uma simples
quebradura passa mais de 15 dias esperando. Isso gera ainda mais despesa para o
hospital, que precisa manter a pessoa internada por tanto tempo, quando o
problema poderia ser resolvido com mais urgência e o paciente se recuperar em
casa", explicou.
Regina também abordou a
ausência de uma unidade oncológica na região. Ela reconheceu como avanço o
anúncio do presidente Lula sobre a construção de um hospital do câncer em
Garanhuns, mas defendeu que Arcoverde também deveria receber uma unidade de
referência.
"Por que não ter
um hospital do câncer em Arcoverde, que atenda todas as demandas da região e
evite que as cidades vizinhas precisem encaminhar seus pacientes para Recife ou
Caruaru? Precisamos descentralizar os atendimentos de saúde",
questionou.
Reconhecendo os avanços da saúde sob a gestão da governadora Raquel Lyra, Regina vê na construção de um grande hospital regional a possibilidade de descentralizar a saúde, tema que, ao lado da educação, agricultura e do esporte, figura entre as principais demandas que ela ouve ao percorrer o Agreste e o Sertão pernambucano.
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