Na gravação, Pacheco
classificou como “risível” a denúncia apresentada pelos colegas, que questionam
sua atuação como servidor público efetivo do município desde 1994. Segundo ele,
o fato de ter recebido cerca de meio milhão de reais ao longo de mais de três
décadas de serviço não configura irregularidade.
“É até motivo para
rir. Estão me atacando por ser concursado. A OAB já arquivou duas vezes
representações contra mim”, afirmou.
O presidente também criticou
a ausência dos vereadores nas duas últimas sessões, sugerindo que o movimento
coletivo de esvaziamento do plenário seria uma tentativa de evitar o debate
público.
Em tom mais contundente,
Pacheco rebateu as acusações feitas no vídeo divulgado pelos parlamentares e
levantou questionamentos sobre vínculos de familiares de vereadores com a
administração municipal.
O vereador também reforçou
que sua eleição para a presidência da Câmara foi legítima, com mandato de dois
anos, e que não depende do reconhecimento atual dos colegas para permanecer no
cargo. “Fui eleito pelos vereadores. Não preciso que eles me reconheçam,
preciso que o povo reconheça”, afirmou.
Sobre sua atuação como
servidor público, Pacheco explicou que está à disposição da Prefeitura e que
aguarda definição sobre sua lotação. “Sou concursado e estou aguardando o
prefeito indicar onde devo cumprir meu expediente”, pontuou.
No vídeo dos vereadores, o principal questionamento sobre o cargo do vereador Luciano Pacheco é se ele cumpria ou não o horário de expediente estabelecido.
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