A reunião previa a leitura
de dois pedidos de abertura de processos de cassação contra parlamentares,
ambos apresentados pelo próprio presidente. Com a falta dos demais vereadores,
a sessão foi cancelada, inviabilizando o andamento dos trabalhos legislativos —
situação que se repete pela segunda vez consecutiva.
Durante sua fala, Luciano
Pacheco lamentou a ausência dos colegas e questionou a obrigatoriedade da
presença parlamentar nas sessões. Ele também explicou que, por orientação da
assessoria jurídica da Casa, a leitura dos pedidos foi adiada, já que só tem validade
quando realizada durante o expediente de uma sessão ordinária com quórum
regimental.
O impasse institucional
ocorre em meio a um processo de cassação já instaurado contra o próprio
presidente da Casa, que responde por quebra de decoro parlamentar. O caso
encontra-se atualmente em fase de defesa, com prazo previsto para encerramento
até a próxima segunda-feira (25).
A paralisação das sessões e o confronto entre os parlamentares evidenciam um momento de forte instabilidade política no Legislativo municipal. Sem consenso e com a agenda legislativa comprometida, a expectativa recai sobre os próximos dias, que devem ser decisivos para o desfecho das disputas internas e a retomada das atividades na Câmara.
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