Participam da manifestação em
vídeo os vereadores Célia Galindo, Paulinho, Heriberto do Sacolão, Luiza
Margarida, João Taxista, Sargento Brito, João Marcos, Rodrigo Roa e Wellington
Siqueira.
No vídeo, os parlamentares
apresentam uma série de questionamentos e denúncias envolvendo o presidente da
Casa. A vereadora Célia Galindo destacou sua trajetória política ao cobrar
respostas objetivas. “Tenho dez mandatos de vereadora. Arcoverde me
conhece, eu não brinco com a verdade. Verdade não tem meio-termo, ou é, ou não
é. O presidente da Câmara, Luciano Pacheco, não responde a uma pergunta muito
simples”.
“Advogou ou não
advogou?”, questiona o vereador Paulinho.
Segundo os vereadores, há
ainda dúvidas relacionadas à atuação profissional e ao vínculo funcional de
Luciano Pacheco com a Prefeitura. Em outro trecho, o vereador João Taxista afirma
ter denúncia mais grave de que o presidente seria servidor efetivo do município
há mais de três décadas e não exerceria a função.
“Há mais de 30 anos,
Luciano Pacheco é servidor efetivo da Prefeitura de Arcoverde. Ele recebeu
quase meio milhão de reais desde 1994 até hoje, com jornada de 30 horas
semanais”, afirma o vídeo.
Os vereadores também
levantam questionamentos sobre o cumprimento da carga horária no serviço
público, sugerindo que os dados podem ser verificados por meio de informações
disponíveis no portal da transparência. “O senhor dá expediente na
Prefeitura ou ganha sem trabalhar?”, indagam.
Ao final da manifestação, os
parlamentares afirmam ter chegado ao limite da relação institucional com o
presidente da Casa. “Não reconhecemos mais a legitimidade do presidente
Luciano Pacheco. Esse é o motivo das nossas ausências às sessões da Câmara”,
concluem.
O posicionamento coletivo aprofunda o cenário de instabilidade no Legislativo municipal, que já vinha enfrentando dificuldades para realização de sessões por falta de quórum.
👉 Acompanhe
mais notícias e curta nossas redes sociais:


Nenhum comentário:
Postar um comentário