No documento, os parlamentares
manifestam solidariedade à vereadora Célia Galindo e descrevem o ocorrido de
forma contundente: “Não houve debate. Houve ataque.” A nota
ressalta ainda a trajetória da parlamentar e aponta que “a vereadora, com
dez mandatos de serviços prestados, foi atingida em sua honra em um episódio
que desrespeita o parlamento e a população.”
O texto também direciona críticas à
condução da sessão pela presidência da Casa, comandada por Luciano Pacheco.
Segundo os vereadores, houve falha grave na mediação dos trabalhos: “Em
vários momentos, vereadores pediram intervenção. Ainda assim, os ataques
continuaram.” Para os signatários, a omissão contribuiu diretamente
para o agravamento do cenário de descontrole no plenário.
Outro ponto central da nota é a
reprovação ao uso da Tribuna Livre por parte do advogado Eldy Magalhães. Os
parlamentares afirmam que o espaço foi utilizado de forma indevida: “A
presidência abriu a tribuna livre para um denunciado por ameaça e injúria, que
utilizou o espaço para atacar a vereadora e também outros parlamentares.”
Em um dos trechos mais duros do
documento, os vereadores classificam o teor das falas como inaceitável: “As
falas foram ofensivas, misóginas e caracterizam violência política de gênero.
Não há espaço para esse tipo de conduta na tribuna da Câmara.” A
declaração eleva o nível do embate e pode gerar repercussões além do campo
político.
A nota também reforça críticas
institucionais ao comando da Casa ao afirmar que “a omissão da
presidência agravou o cenário” e que não houve garantia de equilíbrio
no debate. Em tom de advertência, os parlamentares destacam ainda que “presidente
não está acima da maioria. A condução da Casa exige respeito às regras e aos
pares.”
O documento é encerrado com um alerta
direto: “O episódio é grave e exige providências.” A manifestação
foi assinada pelos vereadores Wellington Siqueira, Rodrigo Roa, Paulinho
Galindo, João Taxista, Heriberto do Sacolão, João Marcos e Luiza Margarida, ampliando a pressão política sobre a
presidência.
O caso aprofunda a crise já instalada no
Legislativo municipal e expõe um cenário de desgaste entre os parlamentares,
com impactos diretos na imagem da Câmara perante a população de Arcoverde.
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