Segundo
o deputado, o principal entrave para o avanço do Estado não está na escassez de
recursos, mas na capacidade de gestão. “Pernambuco nunca teve tanto
dinheiro. O que falta é planejamento e execução efetiva”, afirmou, ao
comentar o impasse envolvendo a Lei Orçamentária Anual (LOA) na Assembleia
Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Mário
Ricardo também criticou o que classificou como excesso de foco político por
parte do governo. Para ele, a atual administração estaria priorizando disputas
e articulações em detrimento da implementação de políticas públicas. “O
debate político não pode servir de justificativa para a falta de ações
concretas”, disse.
Sobre
a LOA, o parlamentar ressaltou que o orçamento foi aprovado dentro do prazo
legal ainda em 2025, e que a controvérsia atual se concentra no percentual de
remanejamento solicitado pelo Executivo. Ele destacou ainda que a própria base
governista votou pela redução desse percentual, tanto nas comissões quanto no
plenário.
Outro
ponto levantado pelo deputado foi a condução política do governo, que, segundo
ele, demonstra foco antecipado no processo eleitoral. “Desde o início,
houve uma preocupação maior com reeleição do que com gestão”, declarou.
Mesmo
integrando um partido que compõe a base da governadora, Mário Ricardo reforçou
sua postura independente. Ele destacou que sua atuação política não está
condicionada a alinhamentos automáticos, afirmando que apoia medidas positivas,
mas mantém o direito de criticar decisões que considera equivocadas.
O
parlamentar também confirmou apoio ao prefeito do Recife, João Campos (PSB), em
uma eventual disputa pelo governo do Estado, reforçando o cenário de
articulações políticas que já começam a se desenhar para as próximas eleições.
As declarações ampliam o debate sobre a gestão estadual e evidenciam tensões políticas em torno da execução orçamentária e das estratégias administrativas adotadas pelo governo.
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