A
cerimônia contou com a presença do prefeito João Campos e do ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, simbolizando a parceria entre município e governo federal no
financiamento da obra, que ultrapassou R$ 200 milhões — sendo R$ 130 milhões
provenientes da União.
Com
aproximadamente 12 mil metros quadrados de área construída, o hospital inicia
suas atividades de forma gradual, operando inicialmente com cerca de 30% da
capacidade. A expectativa da gestão é que a unidade alcance funcionamento pleno
em até seis meses, seguindo um modelo progressivo adotado também em hospitais
privados.
O
equipamento foi planejado para atuar exclusivamente dentro do Sistema Único de
Saúde (SUS), com atendimento regulado — ou seja, sem portas abertas para
demanda espontânea. Os pacientes serão encaminhados por meio da Central de
Regulação do Recife, após passarem por serviços como atenção básica,
policlínicas e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
A
estrutura dispõe de 60 leitos — sendo 50 de enfermaria e 10 de Unidade de
Terapia Intensiva (UTI) — e tem capacidade para realizar mais de 500 mil
procedimentos por ano, incluindo consultas, exames e cirurgias. A proposta é
garantir atendimento integral em 15 subespecialidades pediátricas, como
neuropediatria, psiquiatria infantil e gastroenterologia.
Entre
os diferenciais, destaca-se o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) Tipo
III, com previsão de mais de 2.700 atendimentos mensais, além de um Centro de
Diagnóstico Integral (CDI), que reunirá 18 especialidades médicas e oito áreas
multiprofissionais. A estimativa é ultrapassar 420 mil exames por ano.
Outro
ponto relevante é a implantação do Centro TEA/Núcleo de Desenvolvimento
Integral (NDI), voltado ao atendimento de crianças e adolescentes com
transtornos do neurodesenvolvimento. O espaço terá capacidade para cerca de
1.800 atendimentos mensais, com atuação de equipes multiprofissionais.
De acordo com a prefeitura, a nova unidade representa um investimento estratégico na qualificação da rede pública, priorizando a população recifense — responsável por cerca de 65% do custeio da obra — e ampliando o acesso a serviços especializados com maior resolutividade. Foto: Karol Rodrigues/DP
👉 Acompanhe mais notícias
e curta nossas redes sociais:




















