A
nova etapa surge como uma alternativa estratégica para reduzir o número de
cadeiras não preenchidas nas instituições públicas, problema recorrente em
diversas universidades do país. O Sisu+ funcionará após a conclusão da lista de
espera e dos processos seletivos próprios das instituições, abrindo uma nova
janela de oportunidade para os estudantes que participaram da edição 2026 do
Sisu.
De
acordo com o MEC, poderão participar apenas os candidatos que já se inscreveram
na seleção regular. Durante essa etapa adicional, os estudantes terão a
possibilidade de atualizar informações socioeconômicas, alterar a modalidade de
concorrência — como ampla concorrência ou cotas — e escolher até duas novas
opções de curso, mesmo que diferentes das indicadas anteriormente.
A
seleção seguirá os mesmos critérios adotados no Sisu tradicional, com base nas
notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Não serão consideradas edições
em que o candidato tenha participado como treineiro ou obtido nota zero na
redação.
As
vagas ofertadas no Sisu+ correspondem àquelas oficialmente não ocupadas pelas
instituições, seja por desistência de candidatos aprovados, ausência de
confirmação de matrícula ou encerramento dos prazos do processo regular.
Algumas universidades poderão estabelecer notas mínimas em áreas específicas do
Enem como critério adicional de seleção.
O
cronograma inicial prevê que as instituições de ensino superior realizem a
adesão ao Sisu+ entre os dias 4 e 29 de maio. As datas para inscrição dos
estudantes e divulgação dos resultados ainda serão detalhadas em edital
específico a ser publicado posteriormente.
A criação do Sisu+ integra um conjunto de medidas do MEC voltadas à otimização das vagas ofertadas no ensino superior público, garantindo maior eficiência no preenchimento e ampliando as oportunidades para estudantes em todo o país.
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