Apesar das movimentações nos bastidores, a gestora
destacou que o calendário político permite definições apenas até julho ou
agosto. “Temos tempo para firmar a chapa. Neste momento, meu foco é
governar”, afirmou.
A governadora não confirmou a permanência da atual
vice, Priscila Krause, na composição para o próximo pleito. Embora tenha feito
elogios públicos à aliada, Raquel evitou cravar qualquer decisão.
Segundo ela, Priscila reúne “capacidade,
competência e seriedade” para ocupar qualquer função, inclusive a de
candidata ao Governo do Estado.
Nos bastidores, a principal disputa gira em torno
das vagas ao Senado. A governadora já dialogou com o deputado federal Eduardo
da Fonte (PP) e com Miguel Coelho (União Brasil), ambos pré-candidatos ao
Senado e integrantes da Federação União Progressista — que ainda aguarda
homologação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O cenário é complexo. O PP integra a base
governista, mas sinalizou que decisões sobre alianças só serão tomadas após
abril. Já o União Brasil, oficialmente, apoia o prefeito do Recife, João Campos,
embora parte de suas lideranças defenda a recondução de Raquel ao cargo.
Outro nome que observa a movimentação é o senador Fernando
Dueire, embora o MDB esteja atualmente na oposição estadual.
Raquel reforçou que, neste momento, sua prioridade
é a gestão administrativa. “Vou cuidar do governo e seguir fazendo as
entregas para o povo de Pernambuco”, declarou.
Enquanto isso, as negociações partidárias seguem em curso, evidenciando que a disputa eleitoral de 2026 já começou — ainda que oficialmente distante do calendário das urnas.
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