O índice representa uma queda em relação aos 5,6%
registrados no trimestre anterior e uma redução de 1,1 ponto percentual na
comparação com o mesmo período de 2024, quando a taxa estava em 6,2%.
Apesar da melhora nacional, o levantamento mostra
contrastes significativos entre os estados. As maiores taxas de desemprego
foram registradas em Pernambuco (8,8%) e Amapá (8,4%). Também apresentaram
índices elevados Alagoas, Bahia e Piauí, todos com 8%.
Na outra ponta, os menores níveis de desocupação
foram observados em Santa Catarina (2,2%), seguido por Espírito Santo, Mato
Grosso do Sul e Mato Grosso, cada um com 2,4%.
Na comparação com o trimestre anterior, seis
unidades da federação apresentaram queda na taxa de desemprego: São Paulo, Rio
de Janeiro, Pernambuco, Distrito Federal, Paraíba e Ceará. Nos demais estados,
o indicador permaneceu estável.
Outro dado relevante diz respeito ao desemprego de
longa duração. No último trimestre do ano, 1,1 milhão de brasileiros buscavam
trabalho há dois anos ou mais — uma redução de 19,6% em relação ao mesmo
período de 2024, quando 1,3 milhão estavam nessa condição.
Também houve diminuição entre aqueles que estavam à
procura de emprego havia menos de um mês. O contingente foi de 1,1 milhão de
pessoas, queda de 23,1% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.
Os números indicam um cenário de maior dinamismo no mercado de trabalho, ainda que os desafios regionais permaneçam evidentes.
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