Segundo o parlamentar, a empresa responsável pelo
serviço, a Sinalvida, decidiu remover as 35 câmeras instaladas na cidade após
mais de um ano sem receber pagamentos por parte da Prefeitura, comandada pela
prefeita Pollyanna Abreu (PSD).
De acordo com o relato do vereador, os equipamentos
estavam posicionados em locais considerados sensíveis para a segurança pública,
como entradas e saídas do município — incluindo acessos para Monteiro, Arcoverde
e Custódia — além da Praça de Eventos, hospital, rodoviária, agências
bancárias, semáforos e áreas comerciais.
Fiapo afirmou que representantes da empresa
chegaram a se reunir com integrantes da gestão municipal, mas não houve acordo
para regularizar os débitos. Segundo ele, a decisão de retirada ocorreu após
sucessivas tentativas de negociação.
A desativação do sistema ocorre logo após o período
de Carnaval, quando a administração municipal divulgou que a festa contou com
monitoramento eletrônico. A retirada das câmeras reacende o debate sobre a
segurança no município, especialmente em áreas de grande circulação.
O videomonitoramento vinha sendo apontado como
ferramenta de apoio às forças policiais na identificação de veículos e
suspeitos envolvidos em ocorrências.
Até o momento, a Prefeitura não havia se pronunciado oficialmente sobre a denúncia feita na Câmara. O caso deve repercutir nos próximos dias, principalmente em meio às discussões sobre prioridades orçamentárias da gestão municipal. Do Moxotó da Gente
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