Conhecido nacionalmente como o “ministro
sanfoneiro” por suas participações musicais nas transmissões ao vivo do então
presidente, Machado havia anunciado a saída do PL no dia 21 de janeiro,
destacando que a mudança partidária não significaria afastamento político do
bolsonarismo. À época, afirmou que permaneceria leal ao ex-presidente e ao
senador Flávio Bolsonaro.
Antes da formalização da nova filiação, Gilson se
reuniu com Flávio Bolsonaro para alinhar estratégias e reforçar a interlocução
com a antiga legenda. Segundo ele, a saída do PL ocorreu com aval da família
Bolsonaro.
Em publicação nas redes sociais, o ex-ministro
afirmou que a escolha pelo Podemos ocorreu após o partido lhe conceder “carta
branca” para apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da
República. Machado destacou que, embora a legenda tenha perfil de centro, ficou
acordado previamente o apoio ao projeto presidencial do senador.
“O Podemos é um partido de
centro, mas com a minha mudança ficou previamente acordado que o partido irá
apoiar Flávio Bolsonaro nessas eleições”, declarou.
O Podemos integra a base política da governadora de
Pernambuco, Raquel Lyra, o que pode ampliar a articulação do grupo bolsonarista
no Estado. A estratégia, segundo Machado, é fortalecer o palanque de direita no
Nordeste.
Além dele, seu filho, Gilson Machado Filho, também
oficializou filiação ao partido e deve disputar uma vaga na Assembleia
Legislativa de Pernambuco.
A movimentação evidencia rearranjos no campo conservador pernambucano e sinaliza uma tentativa de ampliar alianças para 2026, aproximando setores de centro do projeto bolsonarista.
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