quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Vereador é preso como principal suspeito de homicídio em Petrolândia; Câmara determina afastamento imediato

            A Polícia Civil de Pernambuco capturou nesta quarta-feira (28) o principal suspeito do assassinato de Samyr Oliveira, crime ocorrido em via pública, e que agora avança para o campo político-administrativo do município.

De acordo com informações apuradas, o homem preso é o vereador Cristiano Lima da Silva, conhecido como Cristiano da Van, apontado pelas investigações como suspeito direto do homicídio. Ele foi localizado no município de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste do Estado, onde estava foragido desde a ocorrência do crime.

A captura foi resultado de uma operação integrada da Polícia Civil, com atuação do núcleo de inteligência de Arcoverde e Salgueiro, que desempenharam papel fundamental na localização do investigado por meio de trabalho técnico de inteligência policial.

Até o momento, a Polícia Civil ainda não divulgou detalhes oficiais sobre as circunstâncias da prisão, nem os próximos encaminhamentos judiciais do vereador. O caso segue sob investigação, e novas informações devem ser repassadas pelas autoridades nos próximos dias.

Diante da gravidade dos fatos, a Câmara Municipal de Petrolândia convocou uma Sessão Extraordinária, realizada às 7h30, na sede da Casa Legislativa Aureliano de Menezes, para deliberar sobre o afastamento do parlamentar.

A sessão foi conduzida pelo presidente da Casa, Erinaldo Alencar Fernandes (Dedé de França), e analisou o Ato da Mesa Diretora nº 001/2026, que determinou o afastamento preventivo de Cristiano da Van pelo prazo de 60 dias, sem remuneração.

A proposta foi aprovada por 11 vereadores. Apenas o vereador Gilberlânio Felizardo (Gil da Cesta Básica) optou pela abstenção, não assinando o requerimento.

Segundo documentos oficiais, a decisão tem como base o Regimento Interno da Câmara, a Lei Orgânica Municipal e o Código de Ética do Legislativo, com o objetivo de preservar a imagem institucional da Casa diante da repercussão do caso.

O afastamento impede o parlamentar de exercer qualquer função legislativa durante o período determinado, enquanto as investigações seguem em andamento.


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