O
anúncio foi feito em um ato político ao lado dos governadores Ratinho Júnior
(Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), ambos também colocados como
pré-candidatos ao Palácio do Planalto. O gesto sinaliza a tentativa de
construção de um campo oposicionista unificado ao presidente Lula (PT), de quem
Caiado é um dos mais duros críticos.
Durante
o evento, o governador goiano afirmou que o grupo trabalha para chegar a um nome
de consenso para disputar a Presidência. Segundo ele, a definição não será
pautada por projetos individuais, mas por um compromisso coletivo.
“Aquele que for escolhido levará essa bandeira de resgate
daquilo que o povo espera: caráter, honra e independência intelectual para
governar esse país. O que sair daqui candidato terá o apoio dos demais”, declarou Caiado.
Eduardo
Leite destacou que a articulação não nasce de vaidades pessoais, mas de um
esforço conjunto para apresentar uma alternativa política ao país. Ratinho
Júnior, por sua vez, defendeu a necessidade de “construir um novo Brasil”, com
foco em gestão, responsabilidade fiscal e eficiência administrativa.
Mais
cedo, em entrevista à rádio Nova Brasil, Caiado afirmou que comunicou sua
decisão ao presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, e ao ex-prefeito
de Salvador ACM Neto. Segundo ele, a saída foi motivada por dificuldades
internas da sigla para viabilizar uma candidatura presidencial competitiva em
2026.
A filiação ao PSD reposiciona Caiado no cenário nacional e amplia o protagonismo do partido na corrida presidencial, fortalecendo sua presença entre governadores e lideranças estaduais.
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