O pianista Amaro Freitas foi
um dos grandes destaques da noite, recebendo o prêmio de Artista do Ano
(compartilhado com Cátia de França). Ele também venceu na categoria Single do
Ano, com a música Mar de Cirandeiras, feita em parceria com o guitarrista
norte-americano Jeff Parker, numa união potente entre o jazz contemporâneo e a
tradição rítmica nordestina.
A cena feminina foi bem
representada por Sofia Freire, vencedora na categoria Autoras/Nordeste, e por Joy
Brandt, que levou o troféu de Artista MPB/Nordeste, ambas dividindo as
honrarias com outras artistas da região. Já a banda Víruz, conhecida por sua
sonoridade que mistura soul e hip hop, conquistou o prêmio na categoria Hip Hop
Masculino Norte/Nordeste, consolidando sua presença na música urbana
independente.
Outro reconhecimento
importante veio com o Acervo Chico Science, canal digital dedicado à memória do
ícone do manguebeat, que venceu como Canal Digital de Artista/Nordeste,
destacando o papel da preservação cultural em ambiente virtual.
E embora potiguar de origem,
o instrumentista Cláudio Rabeca, radicado em Pernambuco desde 2002, também foi
premiado, conquistando o troféu de Instrumentista Popular Masculino/Nordeste,
reforçando sua conexão com as tradições musicais locais.
A premiação reafirma a força
da música pernambucana no cenário nacional, sua pluralidade de estilos, e o
compromisso dos seus artistas com a inovação, a memória e a identidade cultural
nordestina.
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