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segunda-feira, 23 de junho de 2025

Irã ataca bases dos EUA em retaliação e tensão explode no Oriente Médio

              
A crise no Oriente Médio atingiu um novo patamar nesta segunda-feira (23), com o lançamento de uma ofensiva iraniana batizada de “Anunciação da Vitória”. A ação consistiu em um ataque com seis mísseis contra bases militares dos Estados Unidos no Iraque e no Catar, como forma de retaliação aos bombardeios americanos realizados dias antes contra instalações nucleares iranianas em Fordow, Natanz e Esfahan.

As explosões foram ouvidas em Doha, capital catariana, onde está localizada a base de Al-Udeid, considerada a maior instalação militar dos EUA na região, com aproximadamente 10 mil militares e civis. Segundo o New York Times, o governo do Irã teria informado previamente às autoridades do Catar sobre o ataque, numa tentativa de reduzir danos e evitar baixas humanas. Para analistas internacionais, a ofensiva teve caráter simbólico e estratégico, evitando uma escalada ainda maior.

Em resposta, os governos do Catar e dos Estados Unidos afirmaram que todos os mísseis foram interceptados, sem registros de mortes ou grandes danos estruturais.

Por outro lado, Israel intensificou sua atuação, com novos ataques aéreos contra alvos em Teerã, capital iraniana. O Ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, declarou que as Forças de Defesa de Israel (IDF) atacaram com “intensidade sem precedentes” áreas centrais de comando da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC). Segundo fontes militares israelenses, vários combatentes iranianos foram mortos.

O Oriente Médio segue à beira de um confronto aberto de maiores proporções, enquanto lideranças internacionais pedem contenção. A comunidade global acompanha com apreensão os desdobramentos de uma crise que ameaça ultrapassar fronteiras e comprometer a estabilidade regional e mundial. 

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domingo, 22 de junho de 2025

Irã aprova fechamento do Estreito de Ormuz após bombardeio dos EUA que pode elevar preços dos combustíveis

O fechamento do Estreito pode elevar o preço do barril do petróleo para até US$ 130, provocando um novo choque econômico global

O cenário geopolítico global voltou a esquentar após o bombardeio de três instalações nucleares no Irã, ordenado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em resposta direta aos ataques, o Parlamento iraniano aprovou o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. A decisão, que ainda precisa ser validada pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional e pelo líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, já causa temor no mercado internacional.

O estreito, localizado entre Omã e o Irã, é responsável pelo fluxo de cerca de 30% de todo o petróleo comercializado globalmente. Seu bloqueio representa uma séria ameaça à estabilidade econômica internacional, especialmente no setor energético. A retaliação iraniana, vista como uma escalada no confronto com os Estados Unidos, tem potencial para provocar efeitos em cadeia em todo o planeta.

A região é patrulhada pela 5ª Frota da Marinha dos EUA, baseada no Bahrein, cuja missão inclui garantir a segurança da navegação comercial em águas estratégicas. No entanto, com o Irã mobilizando apoio interno e intensificando sua postura militar, cresce o temor de um confronto direto entre as potências.

Desde o início das ofensivas, na sexta-feira (13), o preço do petróleo disparou — com aumento de 8% já no primeiro dia de conflito. Analistas do JPMorgan alertam que, no cenário mais crítico, os preços podem atingir a faixa de US$ 120 a US$ 130 por barril, provocando um novo choque econômico global.

Apesar de o Irã já ter ameaçado em anos anteriores fechar o Estreito de Ormuz, essa é a primeira vez que uma medida concreta é aprovada em nível parlamentar, elevando o grau de tensão internacional a níveis alarmantes.

A crise ganha ainda mais gravidade com os reflexos do conflito entre Israel e Irã, que já acendeu alertas entre armadores e agências marítimas, obrigando petroleiros a redobrarem a cautela na travessia da região.

Enquanto líderes mundiais se articulam para evitar um colapso diplomático e energético, o mundo assiste apreensivo à escalada de um conflito que pode remodelar a geopolítica global. 

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sábado, 21 de junho de 2025

Irã reage a ataques dos EUA e ameaça cidadãos e militares americanos no Oriente Médio

            A escalada de tensões no Oriente Médio atingiu um novo patamar neste sábado (21), após os Estados Unidos confirmarem ataques a três instalações nucleares iranianas — Fordow, Natanz e Esfahan. Em resposta, um comentarista da TV estatal do Irã afirmou que “todo cidadão americano ou militar na região é agora um alvo legítimo”.

A declaração foi transmitida em rede nacional, acompanhada por um gráfico com o título “Dentro do alcance de fogo do Irã”, que mapeia as bases militares americanas espalhadas pelo Oriente Médio. O recado, direto ao presidente dos EUA, Donald Trump, elevou o tom: “Trump, você começou. Nós vamos terminar.”

Os ataques americanos, segundo o próprio Trump em postagem na Truth Social, foram bem-sucedidos. Ele afirmou que “Fordow se foi”, após o lançamento de uma carga completa de bombas no local. “Parabéns aos nossos grandes guerreiros americanos. Não há outro exército no mundo que pudesse ter feito isso. Agora é a hora de paz”, completou.

A ofensiva dos EUA ocorreu após uma semana de combates aéreos entre Israel e Irã. Israel havia anunciado sua intenção de destruir estruturas nucleares iranianas, o que levou Teerã a retaliar com mísseis contra cidades como Tel Aviv, Haifa e Jerusalém.

A confirmação oficial dos ataques por parte do Irã deixa o cenário internacional em alerta. Observadores diplomáticos e agências de segurança de diversos países estão monitorando a situação, que pode desencadear novos conflitos regionais com impactos globais.

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Trump anuncia bombardeio a três instalações nucleares iranianas e eleva tensão global

               Em uma declaração que pegou o mundo de surpresa na manhã deste sábado (21), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os EUA conduziram um ataque aéreo contra três instalações nucleares no Irã, em um dos episódios mais críticos da escalada de tensão no Oriente Médio nas últimas décadas. Segundo Trump, os alvos atingidos foram as unidades de Fordow, Natanz e Esfahan, conhecidas por sua importância estratégica no programa nuclear iraniano.

A ofensiva americana ocorre após dias de intensos combates entre Israel e Irã, com ataques cruzados envolvendo alvos militares e civis. O governo israelense já havia anunciado operações contra instalações nucleares iranianas, e o Irã respondeu com mísseis lançados contra cidades como Tel Aviv, Haifa e Jerusalém, ampliando o temor de uma guerra regional com proporções globais.

Em publicação na plataforma Truth Social, Trump declarou:

“Concluímos com muito sucesso nosso ataque aos três locais nucleares no Irã, incluindo Fordow, Natanz e Esfahan. Uma carga completa de bombas foi lançada em Fordow. As aeronaves americanas já estão fora do espaço aéreo iraniano e retornando em segurança.”

O ex-presidente, que se posiciona como favorito à candidatura republicana em 2024, finalizou seu comunicado exaltando o poder militar dos EUA e sugerindo um possível caminho para o cessar-fogo:

“Parabéns aos nossos grandes guerreiros americanos. Não há outro exército no mundo que pudesse ter feito isso. Agora é a hora de paz! Agradecemos a sua atenção a este assunto.”

O governo iraniano ainda não se pronunciou oficialmente sobre o bombardeio, mas especialistas em política internacional já alertam para os riscos de uma reação agressiva que pode mergulhar a região em um novo ciclo de guerra.

Enquanto isso, governos ao redor do mundo monitoram com preocupação os desdobramentos. A ONU e líderes europeus devem se reunir nas próximas horas para avaliar os impactos geopolíticos e convocar tentativas de mediação. 

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