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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Lula lança novo Desenrola Brasil com foco em renegociação de dívidas e alívio financeiro para famílias

            O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta segunda-feira (4), a medida provisória que institui uma nova versão do Desenrola Brasil, iniciativa voltada à renegociação de débitos de brasileiros com renda de até cinco salários mínimos — atualmente R$ 8.105.

A reformulação do programa amplia o alcance da política pública e busca reduzir o impacto do endividamento, especialmente em dívidas de alto custo, como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

Os detalhes da nova fase do programa foram apresentados em coletiva no Palácio do Planalto, conduzida pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, com a presença do presidente Lula.

Entre os principais pontos do novo Desenrola Brasil estão descontos que podem variar de 30% a 90% sobre o valor das dívidas, além da possibilidade de utilização de até R$ 1 mil ou 20% do saldo do FGTS para quitação dos débitos. O programa contempla dívidas contraídas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e dois anos.

A iniciativa também prevê a oferta de uma nova linha de crédito para reorganização financeira, com juros máximos de 1,99% ao mês e prazo de até 48 meses para pagamento. O limite da dívida renegociada é de até R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira, com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).

Outro ponto relevante é a ampliação do programa para outros públicos, incluindo estudantes com débitos no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de micro e pequenas empresas e agricultores familiares.

Para aderir, os interessados devem procurar os canais oficiais de bancos e operadoras de crédito. A mobilização nacional terá duração de 90 dias.

Uma das medidas adicionais prevê que os participantes do programa fiquem impedidos, por um período de um ano, de acessar plataformas de apostas online.

Em pronunciamento recente, o presidente Lula destacou a preocupação com o impacto social do endividamento associado ao jogo.

“Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as apostas entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar limites à destruição que elas vêm causando”, afirmou.

Com a nova versão do Desenrola Brasil, o governo federal busca ampliar o acesso ao crédito, reduzir a inadimplência e oferecer melhores condições para que milhões de brasileiros reorganizem sua vida financeira. 

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sábado, 2 de maio de 2026

Desemprego fica em 6,1% no primeiro trimestre e registra melhor resultado desde 2012

              A taxa de desocupação no Brasil atingiu 6,1% no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Apesar de representar uma alta em relação ao quarto trimestre de 2025, quando o índice era de 5,1%, o resultado é o melhor para um primeiro trimestre desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012.

Na comparação anual, o cenário também mostra avanço. Nos três primeiros meses de 2025, a taxa de desemprego havia sido registrada em 7%, o que evidencia uma redução consistente no indicador ao longo dos últimos 12 meses.

De acordo com o IBGE, a elevação em relação ao trimestre anterior segue um comportamento sazonal típico do início do ano, período em que há redução de vagas temporárias criadas no fim do ano anterior, especialmente no comércio e nos serviços.

Outro dado relevante apontado pela pesquisa é a estabilidade recente do mercado de trabalho. Desde o trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de desocupação não ultrapassava a marca de 6%, indicando um cenário de relativa manutenção dos níveis de emprego no país. No trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2026, o índice havia sido de 5,8%.

O IBGE ressalta que comparações entre trimestres imediatamente consecutivos devem ser analisadas com cautela, devido à sobreposição de dados na metodologia da pesquisa. Por isso, o instituto recomenda avaliações comparativas com períodos mais amplos, como o mesmo trimestre de anos anteriores.

Os números reforçam uma tendência de melhora gradual no mercado de trabalho brasileiro, ainda que com oscilações pontuais ao longo do ano.

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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Governo federal anuncia R$ 10 bilhões para financiar máquinas agrícolas com juros reduzidos

              Durante a abertura da 31ª edição da Agrishow 2026, realizada neste domingo (26), em Ribeirão Preto, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, apresentou uma nova iniciativa voltada ao fortalecimento do agronegócio brasileiro. Trata-se do programa “Move Agrícola”, que prevê a liberação de R$ 10 bilhões em crédito para aquisição de máquinas e equipamentos, com taxas de juros reduzidas.

Segundo Alckmin, a proposta está em fase final de estruturação e deve ser disponibilizada em até três semanas. O diferencial do programa será a oferta de financiamento com juros de “um dígito”, embora o percentual exato ainda não tenha sido divulgado.

A operacionalização dos recursos ficará sob responsabilidade da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com instituições financeiras. O objetivo central é impulsionar a modernização do parque agrícola nacional e ampliar a competitividade do setor.

Além do crédito para máquinas, o vice-presidente também sinalizou outras medidas em estudo pelo governo federal. Entre elas, está a ampliação do seguro rural, que atualmente cobre pouco mais de 7% da área plantada no país — um dos principais desafios estruturais do setor.

Alckmin destacou que a expansão dessa cobertura será conduzida com responsabilidade fiscal, indicando que novas políticas dependerão do equilíbrio das contas públicas. Outro ponto abordado foi a construção de um programa de renegociação de dívidas para produtores rurais, contemplando tanto os adimplentes quanto os inadimplentes.

A agenda do governo inclui ainda medidas indiretas de estímulo ao agronegócio, como a ampliação da lista de produtos com tarifa de importação zerada e a desoneração das exportações prevista na reforma tributária.

Durante o evento, lideranças do setor reforçaram a necessidade de ações mais robustas. O deputado federal Arnaldo Jardim, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), defendeu um modelo estruturado de renegociação de dívidas. Segundo ele, o foco deve ser garantir condições para que os produtores mantenham suas atividades e recuperem a capacidade produtiva.

O anúncio ocorre em um momento de pressão do setor agropecuário por crédito mais acessível, diante de um cenário de juros elevados e desafios financeiros no campo. 

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sábado, 25 de abril de 2026

Governo anuncia novos investimentos para fortalecer a produção de leite no Brasil

                   O governo federal deve anunciar, na próxima segunda-feira (27), um novo conjunto de medidas voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva do leite no Brasil, com foco direto na agricultura familiar. A iniciativa combina inovação tecnológica, ampliação do acesso ao crédito e políticas estruturantes, numa tentativa de elevar a produtividade e garantir maior competitividade ao setor.

Entre os principais eixos do pacote está a implementação de um amplo programa de melhoramento genético, que prevê a introdução de cerca de 300 mil embriões em rebanhos de produtores familiares ao longo dos próximos dois anos. A ação integra o Pronaf Mais Leite e tem como objetivo aumentar a eficiência produtiva, melhorar a qualidade do leite e ampliar a renda no campo.

De acordo com informações da Secretaria de Comunicação Social, a estratégia busca criar um novo padrão produtivo para o setor, utilizando biotecnologia como ferramenta de desenvolvimento rural sustentável.

Outro destaque do anúncio é a criação de uma nova linha de crédito rural destinada a cooperativas da agricultura familiar ligadas ao setor lácteo. A medida foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e estabelece condições diferenciadas de financiamento no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.

Pelas regras definidas, as cooperativas poderão acessar financiamentos de até R$ 40 milhões, com prazo de pagamento de até seis anos, incluindo até doze meses de carência. A taxa de juros foi fixada em 8% ao ano, com foco no capital de giro e na sustentabilidade das operações do setor.

O anúncio oficial será realizado durante evento na Coapar, localizada em Andradina, reunindo autoridades e representantes da agricultura familiar. Estão confirmadas as presenças do vice-presidente Geraldo Alckmin e da ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli.

Além das ações voltadas à produção leiteira, o governo também deve apresentar novidades relacionadas ao Programa Terra da Gente, iniciativa direcionada à reforma agrária e ao fortalecimento da inclusão produtiva no campo.

A expectativa é de que o conjunto de medidas contribua para dinamizar a economia rural, ampliar a produção nacional de leite e consolidar a agricultura familiar como um dos pilares do desenvolvimento econômico brasileiro. 

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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Conta de luz terá cobrança extra em maio após com acionamento da bandeira amarela

                  Após quatro meses consecutivos sem custos adicionais na tarifa de energia elétrica, os consumidores brasileiros voltarão a sentir impacto no bolso a partir de maio. A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou nesta sexta-feira (24) o acionamento da bandeira tarifária amarela, indicando aumento no custo de geração de energia no país.

Com a mudança, será aplicada uma cobrança adicional de R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos. Desde janeiro, vigorava a bandeira verde, que não impõe taxas extras aos consumidores.

De acordo com a agência reguladora, a decisão foi motivada pela redução no volume de chuvas, fator que impacta diretamente os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas — principal fonte de geração de energia no Brasil. Com menos água disponível, há necessidade de acionar fontes mais caras, como as termelétricas.

O cenário também acende um alerta para os próximos meses. Projeções indicam a possibilidade de formação do fenômeno El Niño no segundo semestre, o que pode provocar temperaturas mais elevadas e redução das chuvas, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

Além das condições climáticas, outros fatores contribuem para o aumento dos custos no setor elétrico, como o chamado risco hidrológico e a elevação do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), indicador que reflete o valor da energia no mercado de curto prazo.

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias tem como objetivo dar mais transparência ao consumidor sobre os custos reais da geração de energia e reduzir impactos financeiros mais severos para as distribuidoras.

Com o novo cenário, especialistas recomendam atenção ao consumo e adoção de medidas de economia para evitar surpresas na fatura de energia nos próximos meses. 

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INSS inicia pagamento antecipado do 13º para 23 milhões de beneficiários

            A partir desta sexta-feira (24), o Instituto Nacional do Seguro Social começa a liberar a primeira parcela do décimo terceiro salário para aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios. A medida contempla, inicialmente, cerca de 23,3 milhões de pessoas que recebem até um salário mínimo.

A antecipação integra uma estratégia do governo federal para estimular a economia, com previsão de injeção de aproximadamente R$ 78,2 bilhões no mercado ao longo das duas parcelas do benefício.

Os pagamentos seguem um calendário escalonado, definido de acordo com o número final do Número de Inscrição Social (NIS) e a faixa de renda dos beneficiários. Aqueles que recebem acima do salário mínimo, cerca de 11,9 milhões de segurados, terão acesso à primeira parcela a partir do dia 2 de maio.

O cronograma estabelece que a primeira etapa de pagamentos ocorre entre 24 de abril e 8 de maio. Já a segunda parcela está prevista para o período de 25 de maio a 8 de junho.

A antecipação do décimo terceiro foi autorizada por decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de março. Esta será a sétima vez consecutiva que o benefício é liberado antes do calendário tradicional, que normalmente ocorreria no segundo semestre do ano.

A consulta aos valores e datas pode ser realizada por meio do aplicativo Meu INSS, disponível para dispositivos móveis, além do portal gov.br. Também é possível obter informações pelo telefone 135, canal de atendimento da Previdência Social.

A medida deve impactar diretamente o consumo das famílias, especialmente em um momento de recuperação econômica, ampliando a circulação de recursos em diversos setores. 

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quarta-feira, 15 de abril de 2026

Governo projeta salário mínimo de R$ 1.717 em 2027 e sinaliza manutenção de política com ganho real

           A política de valorização do salário mínimo deve seguir como instrumento central da estratégia econômica do governo federal nos próximos anos. De acordo com projeções inseridas no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, o piso nacional poderá alcançar R$ 1.717 a partir de janeiro de 2027, com pagamento efetivo a partir de fevereiro.

O texto será encaminhado ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (15) e traz estimativas baseadas nos parâmetros atuais da política de reajuste. Hoje, o salário mínimo está fixado em R$ 1.621, após aumento de 6,79% concedido neste ano.

Caso a projeção se confirme, o reajuste previsto para 2027 será de aproximadamente 5,92%, o que representa um acréscimo de R$ 96 no valor atual. No entanto, a cifra ainda não é definitiva e poderá sofrer alterações ao longo dos próximos meses, uma vez que o cálculo final depende de indicadores econômicos que ainda serão consolidados.

O modelo adotado pelo governo leva em consideração dois fatores principais: a inflação acumulada medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) nos 12 meses encerrados em novembro e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. Para o cálculo de 2027, será considerado o desempenho da economia em 2025, estimado em 2,3%.

A confirmação do valor final ocorrerá apenas em dezembro de 2026, quando será divulgado o INPC consolidado, indicador que serve como base para a correção do poder de compra da população.

A atual política marca uma retomada do modelo que prevê aumento real do salário mínimo — ou seja, acima da inflação — diferentemente do que foi praticado durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando os reajustes se limitavam à recomposição inflacionária, sem ganhos reais para os trabalhadores.

Com a nova metodologia, o governo busca não apenas preservar o poder de compra, mas também estimular o consumo interno e a atividade econômica, especialmente entre as camadas de menor renda da população. Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

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domingo, 12 de abril de 2026

Governo prepara pacote para reduzir endividamento usando recursos do FGTS

            Diante do avanço do endividamento das famílias brasileiras, a equipe econômica do Governo Federal articula um novo conjunto de medidas com foco na reorganização financeira da população e no estímulo ao chamado “crédito sustentável”. A proposta busca ampliar o acesso à renegociação de dívidas com juros menores e criar alternativas que aliviem o orçamento doméstico sem gerar impacto direto nas contas públicas.

Em entrevista, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que uma das principais iniciativas em estudo prevê a liberação de um saque extraordinário e limitado do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com a finalidade específica de quitar dívidas mais caras. Segundo ele, a medida está sendo cuidadosamente desenhada para preservar a sustentabilidade do fundo.

O ministro explicou que há duas frentes em análise envolvendo o FGTS. A primeira trata de ajustes relacionados ao saque-aniversário vinculado ao crédito consignado, que pode resultar na devolução de cerca de R$ 7 bilhões aos trabalhadores. Já a segunda proposta prevê a possibilidade de saque de até 20% do saldo da conta individual, direcionado a trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos — grupo que, de acordo com o governo, representa aproximadamente 92% da população.

A estratégia do governo também envolve a atuação conjunta com instituições financeiras. A ideia é incentivar bancos a oferecerem condições mais vantajosas para renegociação, com redução significativa dos juros e do saldo devedor. Para isso, o governo pretende utilizar o Fundo de Garantia de Operações (FGO) como mecanismo de proteção contra eventuais inadimplências nas novas operações.

De acordo com Dario Durigan, a expectativa é que os acordos de renegociação tragam descontos expressivos, podendo chegar a até 90% do valor das dívidas. A meta é alcançar mais de 30 milhões de brasileiros, ampliando o impacto social da iniciativa.

O ministro também contextualizou o cenário econômico recente, apontando que, embora programas anteriores tenham contribuído para a redução do endividamento, a elevação da taxa básica de juros nos últimos meses voltou a pressionar o orçamento das famílias e empresas. Segundo ele, há uma relação direta entre o aumento dos juros e o crescimento das dívidas, especialmente entre trabalhadores informais, pequenos empreendedores e consumidores de baixa renda.

O pacote em elaboração busca, portanto, equilibrar responsabilidade fiscal com medidas de estímulo econômico, criando condições para que milhões de brasileiros reorganizem suas finanças e retomem o consumo de forma mais sustentável. 

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quinta-feira, 9 de abril de 2026

Governo estuda liberar até R$ 17 bilhões do FGTS para aliviar dívidas de trabalhadores

               Em meio ao cenário de alto endividamento das famílias brasileiras, o Ministério do Trabalho e Emprego avalia um pacote de medidas que pode liberar cerca de R$ 17 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para auxiliar trabalhadores na quitação de dívidas, com foco especial em débitos de cartão de crédito.

A proposta, ainda em fase de análise, prevê duas frentes principais. A primeira consiste na liberação de um montante entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões direcionado a trabalhadores de baixa renda, considerados mais vulneráveis ao impacto do endividamento. A ideia é priorizar esse público, excluindo faixas salariais mais elevadas, sob o entendimento de que possuem maior capacidade de reorganização financeira.

Já a segunda medida, que já vinha sendo discutida anteriormente, prevê a liberação de aproximadamente R$ 7 bilhões para cerca de 10 milhões de trabalhadores que aderiram ao modelo de saque-aniversário e, posteriormente, foram demitidos. Nesse caso, parte do saldo do FGTS permaneceu bloqueada como garantia de empréstimos bancários.

A iniciativa busca corrigir distorções nesses contratos, permitindo a devolução de valores que ficaram retidos além do necessário para assegurar as operações de crédito. Atualmente, quando o trabalhador antecipa parcelas do saque-aniversário, a Caixa Econômica Federal bloqueia parte do saldo como garantia, o que pode limitar o acesso ao recurso mesmo após a demissão.

Especialistas apontam que, se confirmada, a medida pode ter impacto direto na redução da inadimplência e no estímulo ao consumo, especialmente entre as famílias de menor renda, que enfrentam maior dificuldade para equilibrar o orçamento.

O governo federal ainda não anunciou oficialmente a implementação do programa, mas a expectativa é de que uma definição seja apresentada nos próximos dias. 

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Lula sai em defesa do Pix após críticas dos EUA e reforça soberania

                Durante agenda oficial em Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou um tom firme ao defender o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o Pix, após críticas feitas pelo governo dos Estados Unidos.

A manifestação ocorreu nesta quinta-feira (2), durante cerimônia relacionada ao Novo PAC, e foi motivada por um relatório divulgado pela Casa Branca, que apontou possíveis impactos do modelo brasileiro no mercado internacional de pagamentos. O documento sugere que o Pix poderia representar uma desvantagem competitiva para empresas norte-americanas do setor, como Visa e Mastercard.

Em resposta, o presidente brasileiro destacou a importância do sistema para a população e descartou qualquer possibilidade de alteração motivada por pressões externas. Segundo ele, o Pix se consolidou como uma ferramenta essencial para inclusão financeira e dinamização da economia nacional.

Em tom firme, o presidente rebateu as críticas e deixou claro que o país não pretende recuar:

“O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira.”

A fala de Luiz Inácio Lula da Silva também evidenciou a intenção do governo de aprimorar continuamente o sistema, ampliando suas funcionalidades e alcance, em vez de recuar diante de críticas internacionais.

“A única coisa que nós podemos fazer é melhorar o Pix, para que ele possa atender cada vez mais as necessidades do povo brasileiro.”

O episódio ganhou um tom informal nos bastidores do evento, quando o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, foi ouvido ao vivo lembrando o presidente de abordar o tema — momento captado por microfones ainda abertos.

Criado pelo Banco Central do Brasil, o Pix revolucionou a forma como brasileiros realizam transações financeiras, permitindo transferências instantâneas, gratuitas para pessoas físicas e disponíveis 24 horas por dia.

A declaração do presidente reforça o posicionamento do Brasil em defesa de soluções tecnológicas próprias, especialmente em um cenário global cada vez mais competitivo no setor financeiro digital. 

CLIC AQUI E VEJA VÍDEO COM A FALA DE LULA

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quarta-feira, 1 de abril de 2026

Governo federal e estados firmam acordo emergencial para conter alta do diesel

            Diante da pressão provocada pela escalada dos preços internacionais do petróleo, o Ministério da Fazenda e secretarias estaduais de Fazenda anunciaram uma ação conjunta para tentar estabilizar o valor do diesel no país. A medida, de caráter emergencial, prevê a concessão de subsídios temporários a importadores do combustível, com o objetivo de reduzir impactos diretos sobre a economia e o custo de vida da população.

O plano estabelece um incentivo financeiro de R$ 1,20 por litro de diesel importado, sendo metade custeada pela União e a outra metade dividida entre os estados que aderirem à iniciativa. A proposta surge em meio a um cenário global de instabilidade, agravado por tensões no Oriente Médio, que têm influenciado diretamente o mercado internacional de energia.

Segundo nota conjunta divulgada pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, a medida busca garantir previsibilidade no abastecimento e mitigar os efeitos da volatilidade externa. O texto ressalta que a ação é temporária e excepcional, evitando que o mecanismo se transforme em um passivo fiscal prolongado para os cofres públicos.

O modelo adotado prevê duração máxima de dois meses, período considerado estratégico para atravessar o momento mais crítico de oscilação nos preços. Além disso, a política respeita a autonomia dos entes federativos: estados que optarem por não aderir não terão suas cotas redistribuídas, preservando o equilíbrio federativo e o caráter voluntário da participação.

Embora a lista completa de adesões ainda não tenha sido formalizada, cerca de 80% das unidades da federação já sinalizaram apoio à iniciativa. Estados como Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais estão entre os que indicaram adesão prévia, enquanto outros, a exemplo do Rio de Janeiro e Pernambuco, aguardam a publicação oficial da medida provisória para definir posicionamento.

Especialistas avaliam que a iniciativa pode aliviar momentaneamente o preço do diesel, combustível essencial para o transporte de cargas e passageiros, com reflexos diretos na inflação. No entanto, destacam que a sustentabilidade da política dependerá da evolução do cenário internacional e da capacidade fiscal dos entes envolvidos. 

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sexta-feira, 20 de março de 2026

Alta do diesel persiste e pressiona preços dos combustíveis em Pernambuco e no Brasil

              Mesmo após o anúncio de medidas emergenciais por parte do governo federal, o mercado de combustíveis segue pressionado em todo o país. Levantamentos recentes apontam que o valor do diesel continua em trajetória de alta, refletindo os impactos do cenário internacional e levantando preocupações sobre os efeitos na economia, especialmente no setor de transportes.

De acordo com dados da empresa de gestão de frotas Truckpag, o preço médio do litro do Diesel S10 atingiu R$ 7,28 nesta sexta-feira (20), acumulando uma elevação de 26,87% desde o fim de fevereiro, período marcado pelo início do conflito no Oriente Médio. O aumento representa um acréscimo de R$ 1,54 por litro em menos de um mês.

No recorte regional, Pernambuco aparece entre os estados com maiores reajustes no Nordeste. Segundo o levantamento, o estado registrou alta de 23,54% no preço do Diesel S10, o equivalente a R$ 1,33 a mais por litro no período analisado.

No comparativo regional, a maior variação foi observada na Bahia, onde o diesel subiu 36,09%, enquanto a menor alta foi registrada na Paraíba, com 13,16%.

Especialistas apontam que o avanço dos preços está diretamente ligado às oscilações do mercado internacional de petróleo, agravadas por tensões geopolíticas recentes, além da dinâmica cambial.

A pressão não se limita ao diesel. Dados da empresa Valecard indicam que o preço da gasolina também apresentou elevação em todo o país, com média de alta de 11,38% no período analisado.

Em Pernambuco, no entanto, o impacto foi ainda mais expressivo. O estado registrou uma das maiores variações do Brasil, com aumento de 16,33% no valor do litro. O preço médio chegou a R$ 7,47 na quinta-feira (19), com registros de postos comercializando a gasolina a R$ 7,49 nesta sexta-feira.

A continuidade da alta nos combustíveis preocupa setores produtivos e consumidores, uma vez que o diesel é fundamental para o transporte de cargas e influencia diretamente os preços de alimentos e outros produtos.

Apesar das tentativas do governo federal de conter os reajustes, o cenário ainda é de instabilidade, e o mercado segue sensível a fatores externos, o que pode manter a pressão sobre os preços nas próximas semanas. 

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Governo federal antecipa 13º de aposentados e pensionistas e prevê impacto bilionário na economia

            Em meio às estratégias para aquecer a economia e ampliar o poder de compra da população, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou a antecipação do pagamento do 13º salário para aposentados e pensionistas vinculados ao Instituto Nacional do Seguro Social.

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta quinta-feira (19) e segue o modelo adotado em anos anteriores, com o pagamento dividido em duas etapas. A primeira parcela, equivalente a 50% do valor do benefício, será creditada junto aos pagamentos referentes ao mês de abril. Já a segunda parcela, correspondente ao valor restante, será depositada no calendário de maio.

O benefício alcança segurados que receberam, ao longo de 2025, auxílios e rendimentos como aposentadorias, pensões por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente e auxílio-reclusão, ampliando o alcance da política pública.

Outro ponto importante previsto no decreto é a regra para casos de encerramento do benefício antes do fim do ano. Nestas situações, o pagamento do 13º será proporcional ao período em que o segurado teve direito, com a devida compensação entre valores já pagos e aqueles efetivamente devidos.

De acordo com o Ministério da Previdência, a antecipação deve injetar cerca de R$ 78,2 bilhões na economia brasileira apenas entre os meses de abril e maio, reforçando o consumo e contribuindo para a movimentação de diversos setores.

A iniciativa também é vista como um alívio financeiro para milhões de brasileiros que dependem da renda previdenciária, especialmente em um cenário de pressão sobre o custo de vida. 

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segunda-feira, 16 de março de 2026

Receita Federal define calendário do Imposto de Renda 2026

            A Receita Federal do Brasil divulgou nesta segunda-feira (16) o calendário oficial para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) referente ao ano-base 2025. O período de envio das informações ao Fisco terá início no dia 23 de março e seguirá até 29 de maio de 2026.

As regras e prazos foram publicadas no Diário Oficial da União, estabelecendo um intervalo de pouco mais de dois meses para que os contribuintes prestem contas ao chamado “Leão”, como é popularmente conhecido o sistema de fiscalização do imposto.

De acordo com a Receita Federal, as alterações recentemente anunciadas na faixa de isenção do imposto — que prevê isenção para rendimentos de até R$ 5 mil mensais e redução para quem recebe até R$ 7,35 mil — ainda não terão impacto na declaração deste ano. Isso ocorre porque a prestação de contas de 2026 considera rendimentos e operações financeiras realizadas em 2025.

Na prática, a ampliação da faixa de isenção somente deverá refletir nas declarações que serão entregues em 2027, quando o sistema passará a considerar as novas regras tributárias.

A Receita também informou que os contribuintes poderão optar pelo modelo simplificado de declaração. Nesse formato, é aplicada uma dedução automática de 20% sobre os rendimentos tributáveis informados, limitada ao valor máximo de R$ 16.754,34.

O envio da declaração poderá ser feito de forma digital, por meio do programa disponibilizado pela Receita Federal ou pelas plataformas online do órgão. Também será possível realizar a entrega utilizando mídia removível diretamente nas unidades da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, dentro do horário de funcionamento.

Entre os contribuintes obrigados a apresentar a declaração do Imposto de Renda estão aqueles que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 ao longo de 2025.

Outras situações específicas previstas pela Receita também podem tornar o contribuinte obrigado a declarar, como a posse de bens e direitos acima de determinados valores ou a realização de operações financeiras e investimentos sujeitos à tributação.

A recomendação dos especialistas é que os contribuintes organizem documentos, comprovantes de rendimentos e recibos de despesas dedutíveis com antecedência para evitar erros e atrasos no envio da declaração. 

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