As
dispensas foram oficializadas por meio do Diário Oficial do Estado e atingem o
ex-deputado estadual Leonardo Dias e Carlos Tavares Bernardo, que ocupavam
funções estratégicas na Secretaria de Desenvolvimento Profissional e
Empreendedorismo.
Segundo
as investigações, o esquema teria operado entre os anos de 2015 e 2024, com
prejuízos estimados em até R$ 6 milhões aos cofres públicos. A operação
policial, deflagrada na quarta-feira (15), cumpriu mandados de busca e
apreensão com o objetivo de aprofundar a apuração das irregularidades.
De
acordo com os registros oficiais, Leonardo Dias exercia o cargo de
secretário-executivo de Micro e Pequena Empresa e Fomento ao Empreendedorismo,
enquanto Carlos Tavares Bernardo atuava como Gestor de Articulação e
Implementação. Ambos tiveram as exonerações retroativas ao dia 15 de abril,
mesma data da deflagração da operação.
Em
declaração à imprensa, a governadora reforçou o distanciamento institucional em
relação às investigações. “A polícia tem cumprido seu papel. Peço que
qualquer informação adicional seja dada pela própria Secretaria de Defesa
Social. Eu não dirijo essas operações, não participo delas”, afirmou.
O caso segue sob responsabilidade dos órgãos de investigação e pode avançar para novas fases, à medida que provas sejam analisadas e eventuais responsabilidades sejam definidas.
Operação
Draft - Leonardo Dias
e seu pai, Romário Dias (PL), que também é ex-presidente da Alepe e
ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), são suspeitos de
chefiar um esquema de desvio milionário em gabinetes da Alepe.
Além
dos parlamentares, Carlos e Schebna também foram alvos da operação: Rodrigo
Antonio Martorelli Silva de Almeida, Ario Krishnamurti Machado de Albuquerque,
Arthur Valença de Luna e José Natanael Mendes de Sá.
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