Segundo o chefe do Executivo, o diálogo com o
presidente norte-americano Donald Trump já ocorreu em três ocasiões por
telefone e envolveu troca de informações e documentos relacionados ao combate
ao crime organizado.
“Qualquer coisa que puder
colocar os magnatas da corrupção na cadeia, nós estamos dispostos a trabalhar”, declarou
Lula, ao reforçar que o Brasil tem interesse em aprofundar a cooperação
bilateral na área de segurança.
O presidente destacou que o governo brasileiro já
adotou medidas concretas, incluindo a criação de uma entidade voltada ao
enfrentamento do crime organizado e do narcotráfico nas regiões de fronteira. A
iniciativa integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento institucional e
integração entre órgãos de segurança.
Embora ainda não tenha ocorrido uma reunião
presencial específica com Trump sobre o tema, Lula informou que pretende
avançar nas tratativas em encontro previsto para março. O presidente demonstrou
otimismo quanto ao diálogo e afirmou que deseja “colocar as coisas bem a nu”,
indicando disposição para tratar o tema com transparência.
Ao comentar a recente decisão da Suprema Corte
norte-americana que derrubou tarifas globais impostas anteriormente por Trump,
Lula afirmou estar “aliviado” pelo fato de o Brasil não ter adotado medidas
precipitadas durante o período de incerteza comercial.
Segundo o presidente, a condução cautelosa das negociações evitou desgastes desnecessários e abre caminho para que as relações entre Brasil e Estados Unidos retornem à normalidade. Lula reiterou que o diálogo será o principal instrumento para restabelecer a estabilidade diplomática e econômica entre os dois países.
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