Segundo
Paulo, Camila foi submetida, no dia 27 de agosto de 2025, a duas cirurgias
realizadas no mesmo ato: a retirada de pedras na vesícula e a correção de uma
hérnia adquirida durante a segunda gestação, ocorrida pouco mais de dois anos
antes. Exames de rotina indicavam a necessidade do procedimento, e a equipe médica
optou por realizá-los conjuntamente, prática comum em casos semelhantes.
De
acordo com o relato, a previsão inicial era de alta médica no mesmo dia, o que
reforçava a expectativa de um procedimento simples. No entanto, ainda durante a
cirurgia, Camila sofreu uma parada cardíaca, permanecendo cerca de 15 minutos
sem respirar, segundo informou a equipe médica à família.
Paulo
contou que foi chamado ao hospital por volta do meio-dia, antes do previsto, o
que o deixou apreensivo. Ao ser informado do ocorrido, recebeu a notícia de que
Camila havia sido reanimada e encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI),
mas com sequelas neurológicas severas.
Sem
histórico de comorbidades e considerada uma mulher saudável, Camila sempre
teve, segundo o marido, o sonho de acompanhar de perto o crescimento dos
filhos. Para a família, a gravidade do quadro é incompatível com os riscos
esperados dos procedimentos realizados, o que motivou a busca por
esclarecimentos sobre possíveis falhas no atendimento médico.
O
caso segue sendo acompanhado pelos familiares e levanta discussões sobre
segurança do paciente, tomada de decisões clínicas e a importância da
transparência em procedimentos hospitalares.
Veja o vídeo do Dr. Paulo Menezes sobre o caso no link abaixo:
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