De
acordo com o sindicato, a eleição ocorreu regularmente nos dias 3 e 4 de
dezembro de 2025, obedecendo às normas previstas no estatuto social e aos
editais publicados pela comissão eleitoral responsável. Após a divulgação do
resultado, segundo a direção eleita, integrantes da chapa derrotada passaram a
questionar o processo e a tentar convocar uma assembleia e até um novo processo
eleitoral, sem autorização formal da entidade e sem respaldo estatutário.
O
SINTEMA afirma que recorreu ao Poder Judiciário, que concedeu decisão liminar
suspendendo os atos relacionados a essas tentativas, incluindo uma assembleia
realizada em 1º de dezembro de 2025, bem como eventuais efeitos administrativos
decorrentes dessas ações.
Ainda
conforme a nota, a nova diretoria tomou posse em 5 de janeiro de 2026, com
todas as atas devidamente registradas em cartório. No entanto, ao assumir a
gestão, os dirigentes relataram ter encontrado a sede sindical em situação
considerada crítica, com corte no fornecimento de energia elétrica, água e
internet, além de problemas de segurança, salas trancadas, ausência de chaves e
o desaparecimento de livros de atas.
Diante
do cenário, o sindicato informou que precisou contar com o apoio de entidades
parceiras para arcar com despesas básicas e restabelecer o atendimento à
categoria. A situação teria sido agravada, segundo a direção, por uma outra
decisão liminar que bloqueou temporariamente a movimentação das contas
bancárias da entidade, dificultando o funcionamento administrativo do
sindicato.
Ao final da nota, o SINTEMA reafirma que continuará adotando todas as medidas judiciais necessárias para consolidar a legitimidade do processo eleitoral e anuncia que irá mobilizar os servidores municipais para a construção da pauta salarial e de lutas de 2026.
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