Em
entrevista ao programa Face the Nation, da CBS News, Rubio afirmou que a
postura dos Estados Unidos dependerá das ações adotadas pelas autoridades
venezuelanas.
“Vamos julgar tudo pelo que fizerem, e vamos ver o que
fazem”, declarou.
Segundo ele, caso não haja avanços considerados adequados, Washington manterá “diversas
ferramentas de pressão”.
A
operação militar gerou reações imediatas no cenário internacional. O presidente
da França, Emmanuel Macron, manifestou apoio à ação dos Estados Unidos e
afirmou que o “povo venezuelano está livre da ditadura de Nicolás Maduro”.
Macron disse ainda esperar que o oposicionista Edmundo González Urrutia,
candidato nas eleições de 2024 e a quem se referiu como presidente, conduza uma
transição política “o mais rápido possível”.
Em
posição mais cautelosa, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas
(ONU), António Guterres, alertou que a escalada da tensão traz “implicações
preocupantes para a região” e estabelece um precedente perigoso,
independentemente do contexto político interno da Venezuela.
Outros
países também se posicionaram. Espanha e Rússia se ofereceram para atuar como
mediadores, enquanto Irã e China, aliados do governo venezuelano, condenaram a
ação americana. O representante chinês para a América Latina e o Caribe, Qiu
Xiaoqi, havia se reunido com Maduro na véspera da ofensiva.
Em pronunciamento feito logo após os bombardeios em Caracas, Rodríguez afirmou que o governo estava preparado para defender a soberania e os recursos naturais do país. Ela também pediu calma à população, declarou que a Venezuela “nunca será colônia de nenhuma nação” e classificou a captura de Maduro como um “sequestro”, reafirmando que ele segue sendo, em sua avaliação, o único presidente legítimo do país.
👉 Acompanhe mais notícias e curta nossas redes
sociais:



Nenhum comentário:
Postar um comentário