A cápsula — uma lata de
metal doada à época pelo sócio do Instituto, Naasson Figueiredo — foi selada há
cem anos e desde então permanece envolta em mistério. O registro histórico
existente menciona apenas “uma lata soldada e lacrada, contendo tudo o que foi
feito para solenizar o centenário”.
“Não temos nenhuma
informação sobre o que pode haver dentro. Existe uma expectativa muito grande e
uma curiosidade maior ainda”, afirma o historiador George
Cabral, presidente do IAHGP.
A abertura será acompanhada
por uma equipe de restauradores do Instituto, para garantir a preservação dos
possíveis documentos, objetos e materiais que possam estar no interior do
recipiente.
“É justamente por não
sabermos o que vamos encontrar que contaremos com o suporte técnico. É um
momento histórico, de muita alegria e honra, em que o Instituto e o Diario se
unem novamente na preservação da memória pernambucana”,
acrescentou Cabral.
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