O ataque às sedes dos 3
Poderes e à democracia é sem precedentes na história do Brasil. Os terroristas quebraram
vidraças e móveis, vandalizaram obras de arte e objetos históricos, invadiram
gabinetes de autoridades, rasgaram documentos e roubaram armas.
A Polícia Militar do
Distrito Federal (PMDF) e o Exército realizaram uma operação na manhã desta
segunda-feira (9) no Quartel-General do Exército, em Brasília, para
desmontar o acampamento bolsonarista que estava montado no local. A TV
Globo apurou que cerca de 1.200 pessoas foram detidas.
A operação cumpria decisão
do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que
determinou que o fim de acampamentos golpistas.
Entre os presos ontem após
os ataques, 176 foram transferidos a presídios. Eles foram autuados por
golpe de Estado, roubo, lesão corporal e mais 12 crimes.
Moraes deu 24 horas para que
governadores adotem medidas para desmontar os acampamentos em seus respectivos
estados
Chefes dos poderes
divulgaram uma nota conjunta nesta segunda-feira (9) em que dizem
"rejeitar" os atos terroristas de bolsonaristas radicais em
Brasília e pedem à população a "defesa da paz e da democracia".
A nota é assinada pelo
presidente Luiz Inácio Lula da Silva; pelo presidente do Senado em exercício,
Veneziano Vital do Rêgo; pelo presidente da Câmara, Arthur Lira; e pela
presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber.
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