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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Desemprego cai para 5,4% no Brasil e atinge menor nível para o período desde 2014, aponta IBGE

                A taxa de desocupação no Brasil recuou para 5,4% no trimestre encerrado em outubro, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (28) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou no piso das expectativas do mercado financeiro e abaixo da mediana projetada pelos analistas consultados pelo Projeções Broadcast, que estimavam 5,5%. As previsões variavam de 5,4% a 5,7%.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o desemprego estava em 6,2%, o novo resultado mostra uma melhora consistente no mercado de trabalho brasileiro. Já em relação ao trimestre encerrado em setembro, houve queda frente aos 5,6% registrados anteriormente.

A pesquisa também apontou avanço na renda do trabalhador. A renda média real alcançou R$ 3.528, alta de 3,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Paralelamente, a massa de renda real habitual chegou a R$ 357,3 bilhões, uma expansão de 5,0% na mesma base de comparação — resultado que reflete não apenas o aumento salarial, mas também o crescimento no número de ocupados.

Os dados reforçam um quadro de melhora gradativa na geração de emprego e renda no país, com impactos diretos no consumo e na atividade econômica. 

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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Mais de 250 mil desempregados no Grande Recife




          O último
levantamento do Dieese e da Agência Condepe-Fidem, sobre a ocupação de mão de
obras na Região Metropolitana do Recife (RMR), durante o mês de julho, aponta
para a quantia de 258 mil desempregados.





Do
aquecimento da economia ancorada nos grandes investimentos, que transformou a
Região em um grande celeiro de empregos nos últimos anos, o Nordeste passou
rapidamente para a maior taxa de desocupação (10,3%) entre as regiões
brasileiras na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do
IBGE.





No
comparativo com a Pnad de 2014, o índice subiu dos 8,8% no segundo trimestre do
ano passado para os atuais 10,3%. Em Pernambuco, o aumento da taxa de
desocupação no segundo trimestre deste ano foi mais acentuado no comparativo
com o mesmo período do ano passado, de 6,9% para 9,1%. No Nordeste, o resultado
só ficou atrás da Bahia (12,7%) e de Alagoas (11,7%). Somente a construção civil,
que já foi o grande carro chefe do emprego, eliminou 11 mil postos de trabalho
na RMR entre junho e julho deste ano. 

Mais de 250 mil desempregados no Grande Recife

          O último levantamento do Dieese e da Agência Condepe-Fidem, sobre a ocupação de mão de obras na Região Metropolitana do Recife (RMR), durante o mês de julho, aponta para a quantia de 258 mil desempregados.

Do aquecimento da economia ancorada nos grandes investimentos, que transformou a Região em um grande celeiro de empregos nos últimos anos, o Nordeste passou rapidamente para a maior taxa de desocupação (10,3%) entre as regiões brasileiras na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE.

No comparativo com a Pnad de 2014, o índice subiu dos 8,8% no segundo trimestre do ano passado para os atuais 10,3%. Em Pernambuco, o aumento da taxa de desocupação no segundo trimestre deste ano foi mais acentuado no comparativo com o mesmo período do ano passado, de 6,9% para 9,1%. No Nordeste, o resultado só ficou atrás da Bahia (12,7%) e de Alagoas (11,7%). Somente a construção civil, que já foi o grande carro chefe do emprego, eliminou 11 mil postos de trabalho na RMR entre junho e julho deste ano.