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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Chuva deve atingir Sertão e Agreste nesta quinta; Apac aponta volumes de até 50mm no interior

              A trégua do Carnaval dá lugar a um cenário de instabilidade climática em Pernambuco. A quinta-feira (19) será marcada por chuvas em diversas regiões do Estado, com maior intensidade prevista para o interior, segundo boletim atualizado nesta quarta-feira (18) pela Agência Pernambucana de Águas e Clima.

De acordo com a análise técnica da Apac, o Sertão deve concentrar os maiores acumulados, com precipitações classificadas como “Moderadas”, podendo atingir até 50 milímetros. O volume é significativo e exige atenção, sobretudo em áreas mais vulneráveis a enxurradas e alagamentos pontuais.

No Agreste, a tendência é de chuva variando entre “Fraca a Moderada”, com acumulados estimados entre 10mm e 30mm. Já na faixa litorânea — que inclui a Região Metropolitana do Recife, além da Zona da Mata Norte e da Zona da Mata Sul — a previsão indica chuvas de intensidade “Fraca”, com volumes inferiores a 10mm.

Para a sexta-feira (20), o panorama meteorológico sofre alterações. A previsão aponta ausência de chuvas em toda a região litorânea. No Agreste, a tendência é de precipitação fraca, enquanto no Sertão os registros devem variar entre fracos e moderados.

O boletim foi atualizado às 10h desta quarta-feira e segue sendo monitorado pelos órgãos de meteorologia. A recomendação é que a população acompanhe as atualizações oficiais, especialmente nas áreas onde o volume previsto é mais expressivo. 

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Inmet renova alerta de chuvas em Pernambuco e aponta risco elevado para municípios do Sertão

                     O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) reforçou, na manhã desta segunda-feira (9), o cenário de instabilidade climática em todo o estado de Pernambuco, ao atualizar o alerta de chuvas com validade até o fim da noite da terça-feira. O aviso indica volumes expressivos de precipitação, com potencial para transtornos em diversas regiões.

De acordo com o órgão, 51 municípios do Sertão pernambucano estão sob alerta laranja, classificado como de “Perigo”, com previsão de acumulados que podem variar entre 30 e 60 milímetros por hora, ou atingir 50 a 100 milímetros ao longo do dia. Esse nível de severidade aponta risco de alagamentos, enxurradas e elevação rápida de pequenos cursos d’água.

Outros 133 municípios do estado permanecem em alerta amarelo, considerado de “Perigo Potencial”. A área inclui a Região Metropolitana do Recife, além de localidades da Zona da Mata Norte e Sul, Agreste e parte do Sertão, onde as chuvas podem ocorrer de forma moderada a pontualmente intensa.

Entre os municípios sertanejos com maior risco estão cidades como Buíque, Itaíba, Tupanatinga, Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, Salgueiro, Ouricuri, Petrolândia e Sertânia, além de outras listadas pelo Inmet. A recomendação é que a população acompanhe os avisos oficiais e adote medidas preventivas.

Em Arcoverde, a previsão para esta segunda e terça-feira aponta sol entre muitas nuvens, com períodos de céu nublado e possibilidade de instabilidade. Já no sábado de Zé Pereira, a expectativa é de pancadas de chuva à tarde e à noite, mesmo com a presença do sol ao longo do dia. 

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Apac coloca Pernambuco em estado de observação para chuvas moderadas a fortes

            O sistema de monitoramento climático de Pernambuco entrou em alerta diante da possibilidade de mudanças significativas nas condições do tempo. A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu aviso meteorológico de estado de observação, indicando a ocorrência de pancadas de chuva com intensidade moderada e possibilidade de episódios pontualmente fortes em diversas regiões do Estado.

Segundo o comunicado, o aviso tem validade até este sábado (7), com maior probabilidade de registros durante a noite desta sexta-feira (6) e ao longo do sábado. As áreas sob maior atenção incluem o Sertão de Pernambuco, o Sertão do São Francisco, o Agreste, a Zona da Mata Norte e Sul, além da Região Metropolitana do Recife.

Diante da previsão, a Apac orienta a população a manter atenção redobrada, sobretudo em localidades consideradas vulneráveis, como encostas, áreas ribeirinhas e pontos com histórico de alagamentos. A recomendação é seguir rigorosamente as orientações da Defesa Civil e acompanhar possíveis atualizações dos boletins meteorológicos.

O aviso integra o acompanhamento permanente das condições atmosféricas realizado pelo órgão estadual e poderá ser revisado conforme a evolução dos sistemas meteorológicos que atuam sobre o território pernambucano. 

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Pernambuco inicia o ano com alerta hídrico: 23 reservatórios estão em colapso, aponta Apac

              O início do ano acende um sinal de alerta para a situação hídrica em Pernambuco. Dados atualizados do Geoportal da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) revelam que o estado possui atualmente 23 reservatórios em situação de colapso, cenário que atinge diretamente municípios do Sertão, Agreste e Zona da Mata.

Do total de barragens em colapso — classificação aplicada quando o volume de água está abaixo de 10% da capacidade — 20 estão localizadas em 13 cidades que decretaram situação de emergência devido à escassez de chuvas. Entre elas está a barragem de Jucazinho, a sexta maior de Pernambuco, que opera com apenas 0,83% da capacidade, comprometendo o abastecimento humano em diversas localidades.

Segundo a Apac, 10 dessas barragens têm como uso principal o abastecimento humano, enquanto outras possuem finalidades distintas: sete são voltadas ao combate à seca, três para irrigação, duas para regularização de vazão e uma para defesa contra inundações. É o caso da barragem de Serra Azul, em Palmares, na Mata Sul, que acumula 9,92% da capacidade.

O coordenador da Unidade de Monitoramento de Recursos Hídricos da Apac, Wagner Felipe, explica que o elevado número de reservatórios em colapso já era esperado, sobretudo no Sertão, região historicamente mais vulnerável à irregularidade das chuvas.

“Essa grande quantidade de reservatórios em colapso já era esperada, porque as chuvas nas regionais ficaram próximas da média. No entanto, para que os reservatórios do Sertão se recuperem de forma significativa, são necessárias chuvas intensas e concentradas, as chamadas torrenciais, que acabam gerando impactos urbanos, mas são fundamentais para o acúmulo de água”, destacou.

Dos 23 reservatórios em colapso, 17 estão localizados no Sertão, quatro no Agreste, um na Mata Norte e outro na Mata Sul. Três deles ficam em municípios que, mesmo enfrentando baixos volumes, não decretaram situação de emergência.

Outro fator que contribui para o quadro crítico, segundo a Apac, é a característica do solo nas regiões mais secas, que possui maior capacidade de infiltração, dificultando o escoamento da água até as bacias hidrográficas e reservatórios.

Atualmente, 11 barragens do estado operam com menos de 1% da capacidade, sendo que sete registram volume zero. Todas estão no Sertão e são utilizadas principalmente para abastecimento humano e enfrentamento da seca.

Entre os maiores reservatórios de Pernambuco, quatro também se encontram em colapso: Entremontes (3º maior), com 0,84%; Serra Azul (4º), com 9,92%; Jucazinho (6º), com 0,88%; e Chapéu (7º), com 0%. Já os dois maiores do estado — Engenheiro Francisco Sabóia, em Serra Talhada, e Serrinha II, em Ibimirim — apresentam volumes entre 30% e 40%, sendo utilizados principalmente para regularização de vazão.

A barragem de Carpina, no município de Lagoa do Carro, quinta maior do estado, encontra-se em pré-colapso, com nível entre 10% e 30% da capacidade. 

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Belém recebe a COP30 com o desafio de unir o mundo em defesa do clima e da Amazônia

                         A partir desta segunda-feira (10), a cidade de Belém, no Pará, se torna o centro das atenções mundiais ao sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). O evento, que reunirá cerca de 50 mil participantes, marca um momento decisivo na tentativa global de reverter o aquecimento do planeta e reafirmar compromissos ambientais.

A escolha da capital paraense é simbólica: pela primeira vez, a Amazônia, maior floresta tropical do mundo e peça-chave no equilíbrio climático global, é palco de uma COP. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que resistiu às objeções sobre a infraestrutura da cidade, reforçou que o objetivo principal é colocar a Amazônia no centro do debate ambiental mundial.

“Queremos que o mundo veja a real situação das florestas, da maior bacia hidrográfica do planeta e dos milhões de habitantes da região”, destacou o presidente.

O evento ocorre em meio a grandes expectativas — e também desafios. Apesar de o Brasil preparar a COP30 diplomaticamente há mais de um ano, a infraestrutura local ainda enfrenta atrasos. No domingo, véspera do início oficial, pavilhões e áreas do centro de convenções ainda estavam em construção.

Uma fonte ligada à ONU revelou preocupação com conectividade, transporte e abastecimento de alimentos para os participantes. “Há uma grande preocupação sobre se tudo estará pronto a tempo. Conexões, ônibus, tememos até uma falta de comida”, afirmou.

Mais do que uma conferência ambiental, a COP30 simboliza o esforço de um planeta diante de projeções cada vez mais alarmantes sobre o clima. A busca por recursos financeiros para apoiar países atingidos por desastres naturais — como o furacão que devastou a Jamaica no mês passado, o mais forte em quase um século — deve dominar as discussões.

O presidente Lula defende um “mapa do caminho” para o abandono progressivo das energias fósseis, compromisso firmado na COP28, em Dubai. No entanto, o tema enfrenta resistência internacional, especialmente com a volta de Donald Trump ao comando dos Estados Unidos, conhecido por seu ceticismo climático.

Para o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da conferência, o desafio é transformar divergências em convergência.

“Vamos conseguir um consenso sobre energias fósseis? É um dos mistérios da COP30”, afirmou.

Entre incertezas e esperanças, a COP30 chega como um chamado para que o mundo olhe para a Amazônia não apenas como um bioma, mas como um símbolo da sobrevivência do planeta. 

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quinta-feira, 29 de maio de 2025

Nordeste receberá sistema nacional de alerta de desastres a partir de 14 de junho

              A partir do dia 14 de junho, os estados do Nordeste contarão com uma nova ferramenta de proteção à população: o Defesa Civil Alerta, sistema do governo federal voltado para o envio de mensagens emergenciais em situações de risco iminente, como alagamentos, deslizamentos de terra, vendavais e chuvas de granizo.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (29) pelo ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, que confirmou o início da operação do sistema com um teste programado para a própria data de lançamento. “Cada estado do Nordeste escolheu três municípios e a capital para participarem da fase inicial. Mesmo sendo um teste, é fundamental que a população esteja atenta”, frisou o ministro.

O Defesa Civil Alerta utilizará as redes 4G e 5G das operadoras para enviar mensagens de texto e alertas sonoros gratuitos diretamente aos celulares da população nas áreas afetadas. O serviço não exige cadastro prévio, é compatível com qualquer dispositivo móvel e interrompe automaticamente qualquer conteúdo exibido, mesmo que o aparelho esteja no modo silencioso.

A iniciativa complementa outras estratégias de prevenção a desastres naturais, com foco especial nas regiões vulneráveis. Os avisos serão baseados em dados oficiais de monitoramento e buscam salvar vidas e proteger patrimônios.

“O sistema representa mais um avanço tecnológico a favor da vida, ao lado de outras ações estruturantes, como os investimentos em segurança hídrica no Nordeste”, concluiu Waldez Góes.

Com a chegada do Defesa Civil Alerta, o governo federal reforça seu compromisso com a prevenção e a resposta rápida a desastres naturais, oferecendo mais segurança para milhões de brasileiros em todo o Nordeste. 

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quinta-feira, 22 de maio de 2025

Chuvas intensas elevam riscos de inundação em Pernambuco

            A forte elevação do volume das águas provocada pelas chuvas em Pernambuco colocou diversos rios do Estado em situação de alerta, com destaque para o rio Amaraji, que atingiu a cota de inundação na noite da quarta-feira (21), afetando diretamente os municípios de Ribeirão e Gameleira, na Zona da Mata Sul. O aviso hidrológico foi emitido às 22h35 pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), que segue monitorando a situação em conjunto com a Defesa Civil estadual.

Segundo o boletim da Apac, quatro rios apresentaram elevação crítica no mesmo dia, acendendo o alerta para o risco de inundações e transbordamentos em diferentes regiões do Estado. Além do rio Amaraji, entraram em cota de alerta os rios Jacuípe, Tapacurá e Capibaribe (foto), com impactos diretos em municípios da Mata Sul, Agreste e Região Metropolitana do Recife (RMR).

Na Mata Sul, o rio Amaraji também preocupa as cidades de Amaraji e Gameleira, onde a população já enfrenta transtornos provocados pelo avanço das águas. O rio Tapacurá chegou ao nível de alerta em Vitória de Santo Antão, enquanto o rio Jacuípe, monitorado em território alagoano, apresenta riscos de impacto em localidades de Pernambuco, como Santa Terezinha, distrito do município de Água Preta.

Na RMR, o rio Capibaribe atingiu níveis próximos ao transbordamento em trechos que cortam os municípios de São Lourenço da Mata, Camaragibe e também a cidade do Recife, aumentando a preocupação das autoridades e da população local.

Outro ponto crítico é o rio Ipojuca, que atingiu a cota máxima de inundação nas proximidades do Engenho Maranhão, no município de Ipojuca. A situação é tratada com seriedade pelas autoridades estaduais, que reforçam a necessidade de atenção redobrada da população ribeirinha.

A Apac alerta que novos avisos podem ser emitidos a qualquer momento, conforme o comportamento das chuvas e a resposta dos rios aos volumes acumulados. Equipes da Defesa Civil estão mobilizadas para prestar apoio e adotar medidas emergenciais, caso necessário.

A recomendação principal é que moradores de áreas de risco fiquem atentos aos comunicados oficiais e, em caso de necessidade, busquem abrigos seguros ou sigam as orientações das autoridades locais. 

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quarta-feira, 21 de maio de 2025

Rios de Pernambuco atingem cota de alerta de inundação

            A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) emitiu, nesta quarta-feira (21), um novo alerta após quatro rios do estado de Pernambuco atingirem a cota de alerta de inundação, com risco potencial de transbordamentos e alagamentos em diversas cidades. O alerta reforça a preocupação com as chuvas intensas que atingem o estado nos últimos dias.

De acordo com o monitoramento hidrológico da APAC, os rios Amaraji, Tapacurá, Jacuípe e Capibaribe estão em níveis críticos em diversos pontos de observação.

📍 Situação por região:

🔸 Zona da Mata Sul

  • O Rio Amaraji atingiu cota de alerta nas cidades de Ribeirão, Amaraji e Gameleira.
  • O Rio Tapacurá, em Vitória de Santo Antão, também chegou ao nível de alerta.
  • O Rio Ipojuca atingiu a cota máxima de inundação próximo ao Engenho Maranhão, no município de Ipojuca.
  • O Rio Jacuípe, que cruza a cidade de Jacuípe (AL), impacta também Santa Terezinha, em Água Preta (PE), com risco de inundação.

🔸 Região Metropolitana do Recife (RMR)

O Rio Capibaribe, em São Lourenço da Mata, chegou à cota de alerta. Com a continuidade das chuvas, há possibilidade de alagamentos em Camaragibe e Recife.

Com as chuvas persistentes e o solo já encharcado em diversas localidades, a Defesa Civil de Pernambuco e a própria APAC seguem em monitoramento constante das bacias hidrográficas e orientam a população que vive em áreas de risco a ficar atenta às atualizações dos alertas.

A APAC poderá emitir novos avisos a qualquer momento, a depender da evolução do volume de chuvas e dos níveis dos rios.

Recomendações da APAC: Moradores de áreas ribeirinhas devem observar os níveis dos rios e procurar abrigo seguro em caso de risco de transbordamento; Evitar travessias em áreas alagadas ou pontes com estrutura comprometida; e acompanhar os alertas oficiais da APAC, Defesa Civil e prefeituras locais. 

Este cenário exige atenção redobrada, principalmente nos municípios da Zona da Mata Sul e da Região Metropolitana do Recife, onde o risco de inundações pode se agravar caso as chuvas persistam nos próximos dias. 

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segunda-feira, 19 de maio de 2025

Inmet emite bandeira vermelha para 11 municípios da Mata Sul devido a chuvas intensas

                 O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste domingo (18) um alerta de bandeira vermelha, o mais severo na escala de riscos meteorológicos, para 11 municípios pernambucanos da Zona da Mata Sul. A classificação indica grande perigo, com previsão de chuvas que podem ultrapassar 100 milímetros em 24 horas, elevando significativamente os riscos de alagamentos, deslizamentos de terra e transtornos generalizados.

O alerta, que segue válido até meia-noite desta segunda-feira (20), atinge os municípios de Água Preta, Barreiros, Escada, Gameleira, Ipojuca, Ribeirão, Rio Formoso, São José da Coroa Grande, Sirinhaém, Tamandaré e Xexéu. Todos localizados em áreas historicamente vulneráveis a eventos climáticos extremos, como enchentes e enchentes-relâmpago.

Apesar da bandeira vermelha atingir 11 cidades, outros 113 municípios das regiões Zona da Mata Norte, Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Sul e partes do Agreste estão sob bandeira laranja, que representa perigo. Nesses locais, o acumulado de chuvas pode chegar a 100mm por dia, o que também exige atenção redobrada da população e dos órgãos de defesa civil.

Além disso, outros 20 municípios do Agreste estão sob bandeira amarela, com risco moderado, onde os acumulados de chuva podem atingir até 50mm.

O Inmet orienta que os moradores das áreas em alerta fiquem atentos aos comunicados das autoridades locais, evitem áreas de risco e mantenham distância de encostas, áreas ribeirinhas e vias com histórico de alagamento. A Defesa Civil estadual já está mobilizada, monitorando as regiões críticas e em prontidão para atender emergências.

A situação preocupa, especialmente pela repetição de eventos climáticos extremos nos últimos anos em Pernambuco, que já registrou enchentes graves com perdas humanas e materiais na Zona da Mata. 

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sexta-feira, 11 de abril de 2025

Apac emite alerta de chuvas intensas para o Sertão e Agreste de Pernambuco

              A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um novo aviso meteorológico, nesta quinta-feira (10), alertando para a possibilidade de chuvas com intensidade moderada a forte no Sertão de Pernambuco entre os dias 11 e 12 de abril. O Agreste também deve registrar precipitações durante o mesmo período, com intensidade moderada.

De acordo com o Aviso Meteorológico nº 33/2025, o fenômeno é provocado pela atuação de áreas de instabilidade que se formaram a partir do sul da Bahia. Uma corrente de ar vinda do sudoeste está transportando nuvens carregadas para o território pernambucano, elevando o risco de chuvas significativas, especialmente no interior do estado.

O alerta foi classificado pela Apac como “Estado de Atenção” e permanece válido até o final do sábado (12). A recomendação é de que moradores de áreas de risco, como encostas, margens de rios e locais historicamente afetados por alagamentos, sigam as orientações da Defesa Civil.

“Apesar de comuns nesta época do ano, chuvas mais intensas podem gerar transtornos à população, como alagamentos e deslizamentos de terra”, reforçou a agência em nota oficial.

As autoridades estaduais permanecem em monitoramento constante e pedem que a população acompanhe os boletins meteorológicos por meio dos sites oficiais da Apac e da Defesa Civil de Pernambuco, que oferecem atualizações em tempo real sobre a situação nas diferentes regiões do estado. 

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quarta-feira, 26 de março de 2025

Governo Federal reconhece situação de emergência em quatro cidades pernambucanas

                   No mesmo dia em que a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou previsão de chuvas abaixo da média para o próximo trimestre, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reconheceu a situação de emergência em quatro cidades de Pernambuco devido à estiagem. O reconhecimento foi publicado na Portaria nº 878 do Diário Oficial da União (DOU) e beneficia os municípios de Carnaubeira da Penha, Pesqueira, Santa Cruz e Santa Filomena.

Com essa medida, as prefeituras desses municípios podem solicitar recursos do Governo Federal para ações emergenciais de defesa civil, como aquisição de cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza, higiene pessoal e dormitório, entre outros itens essenciais para minimizar os impactos da seca sobre a população.

Atualmente, Pernambuco tem 81 reconhecimentos federais vigentes, sendo 77 por estiagem e quatro por chuvas intensas. Em janeiro deste ano, o Governo do Estado decretou situação de emergência em 117 dos 185 municípios pernambucanos, prevendo um primeiro trimestre de 2025 com chuvas esparsas, o que compromete os reservatórios hídricos e o abastecimento de água em diversas regiões.

A previsão da Apac para o período entre abril e junho indica que Pernambuco enfrentará temperaturas acima da média e chuvas variando entre normal e abaixo da média no Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana do Recife. No Sertão, a expectativa é de precipitações abaixo da média, agravando ainda mais o quadro de seca.

Os municípios reconhecidos pelo Governo Federal como estando em situação de emergência ou estado de calamidade pública podem requisitar recursos junto ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional analisa as informações contidas nos planos de trabalho apresentados pelos gestores municipais e, com base nessa avaliação, define as metas e os valores a serem liberados. Após a aprovação, uma portaria com os valores liberados é publicada no DOU.

Com o objetivo de capacitar os agentes municipais e estaduais, a Defesa Civil Nacional oferece cursos à distância para habilitação no uso do S2iD. Essas capacitações são voltadas para os profissionais das três esferas de governo e visam aprimorar a resposta a desastres e emergências, garantindo um melhor atendimento às comunidades afetadas. 

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domingo, 16 de março de 2025

Apac emite alerta de chuva para o Sertão pernambucano e outras regiões

              A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu, no final da tarde deste domingo (16), alerta amarelo de chuvas para a Região Metropolitana do Recife (RMR), Mata Norte, Sertão e Agreste do Estado.

Segundo a agência, as chuvas devem ser de intensidade moderada a pontualmente forte e devem ocorrer até a segunda-feira (17).

A ação do sistema meteorológico Zona de Convergência Intertropical (Zcit) favorece as pancadas de chuva, que, segundo a Apac também podem ser acompanhadas de vento forte, trovões e relâmpagos.

Na RMR, as chuvas devem se concentrar nos municípios localizados mais ao norte, segundo a Apac. No Sertão, no Pajeú e Central. E no Agreste, nas regiões Setentrional e Central. 

Arcoverde – A previsão para esta segunda-feira (17) é de sol com muitas nuvens durante o dia e períodos de céu nublado. Noite com muitas nuvens. Temperatura mínima de 20º e máxima de 30º.

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terça-feira, 11 de março de 2025

Inmet emite alerta de chuvas intensas para 36 municípios de Pernambuco

             O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta segunda-feira (10), um alerta de chuvas intensas para 36 municípios do interior de Pernambuco. O aviso, classificado com grau de severidade "perigo potencial", tem validade até às 10h da quarta-feira (12), podendo ser renovado conforme as condições climáticas.

De acordo com o Inmet, as chuvas podem variar entre 20 e 30 milímetros por hora ou atingir até 50 milímetros por dia. Além disso, há previsão de ventos fortes, que podem oscilar entre 40 e 60 km/h, representando riscos como queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Municípios afetados pelo alerta

As cidades notificadas estão localizadas nas regiões Agreste e Sertão de Pernambuco. Confira a lista completa:

Afogados da Ingazeira, Arcoverde, Belém de São Francisco, Belo Jardim, Betânia, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Calumbi, Carnaíba, Flores, Floresta, Granito, Inajá, Ingazeira, Ipubi, Itaíba, Jataúba, Parnamirim, Pedra, Pesqueira, Petrolândia, Poção, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria da Boa Vista, São José do Belmonte, São José do Egito, Serra Talhada, Sertânia, Solidão, Tabira, Taquaritinga do Norte, Triunfo, Tuparetama, Venturosa e Verdejante.

Diante da previsão de chuvas intensas e ventos fortes, o Inmet recomenda que a população evite se abrigar debaixo de árvores durante temporais e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, devido ao risco de queda. Também é importante evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada e ficar atento a possíveis alagamentos em áreas vulneráveis.

Para mais informações e orientações, a população pode acessar o site do Inmet (www.inmet.gov.br) ou acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Onda de calor ameaça a saúde de moradores de 6 estados brasileiros

               O ano de 2025 ainda não tem 50 dias, e o Brasil já enfrenta a terceira onda de calor do ano. Seis estados do Centro-Sul estão sob alerta do Instituto Nacional de meteorologia.

Que calor é esse? Quem não disse ou ouviu essa frase nesta segunda-feira (17) em boa parte do Centro-Sul do país? Pelo menos seis estados - Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul - estão sob alerta do Inmet - o Instituto Nacional de Meteorologia - para uma onda de calor.

No Rio de Janeiro, os termômetros marcaram 41,3ºC. Em uma escala de 1 a 5, a cidade atingiu, pela primeira vez, o nível de calor 4 - que é quando a temperatura fica entre 40ºC e 44°C por pelo menos três dias consecutivos. Esse índice foi criado em junho de 2024 e leva em consideração, além da temperatura, a umidade do ar e o período de exposição ao calor.

Onda de calor é até esperada no mês de fevereiro em boa parte do país. Mas, agora, um sistema de alta pressão, como se fosse uma tampa de panela sobre o país, está elevando ainda mais as temperaturas.

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Nova onda de calor atinge Pernambuco e eleva temperaturas no Agreste e Sertão

               A partir desta quarta-feira (12), Pernambuco será impactado por uma nova onda de calor, elevando as temperaturas no Agreste e Sertão para até 37°C. O fenômeno, que já afeta outras regiões do Brasil, também atingirá estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Piauí, e deve se estender até o dia 18 de fevereiro.

Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), o calor extremo será mais intenso nas regiões do interior do estado. "A previsão indica que nos próximos dias teremos temperaturas altas, principalmente no Agreste e Sertão. No Agreste, os termômetros devem marcar cerca de 35°C, enquanto no Sertão podem chegar a 37°C. Já no Litoral, Região Metropolitana e Zona da Mata, a influência dos ventos oceânicos deve manter as temperaturas mais amenas, entre 30°C e 31°C", explica o meteorologista Thiago do Vale.

O que causa a onda de calor?

Ondas de calor são eventos climáticos extremos caracterizados por massas de ar quente e seco associadas a bloqueios atmosféricos – grandes sistemas de alta pressão que impedem a circulação do ar frio. Com a intensificação das mudanças climáticas, esses episódios se tornam mais frequentes e prolongados.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) classifica como onda de calor qualquer período de pelo menos cinco dias consecutivos com temperaturas 5°C acima da média histórica da região.

Cuidados durante o calor extremo

Diante da previsão de temperaturas elevadas, especialistas recomendam algumas medidas para minimizar os impactos na saúde e no bem-estar:
️ Beber bastante água e evitar desidratação;
️ Evitar exposição ao sol nos horários de pico (entre 10h e 16h);
️ Usar roupas leves e protetor solar;
️ Redobrar a atenção com idosos, crianças e pessoas com problemas de saúde;
️ Manter ambientes ventilados e frescos.

A população deve ficar atenta a sintomas como tontura, fadiga extrema e desidratação, buscando assistência médica caso necessário.

A Apac segue monitorando as condições climáticas e pode emitir novos alertas caso haja necessidade.

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