A ação investiga possíveis
fraudes fiscais envolvendo o Grupo Refit, empresa considerada uma das maiores
devedoras de impostos do país e ligada ao empresário Ricardo Magro. De acordo
com relatório encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a PF aponta que
Cláudio Castro teria atuado para favorecer interesses do grupo.
O mandado foi cumprido na
residência do ex-governador, localizada em um condomínio de alto padrão na
Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os agentes chegaram ao local
ainda na madrugada, utilizando veículos descaracterizados.
Segundo informações
apuradas, o próprio Castro abriu a porta para os policiais. As buscas duraram
cerca de três horas e resultaram na apreensão de um celular e um tablet.
Em nota, a defesa do
ex-governador afirmou ter sido surpreendida com a operação e declarou que ele
está à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos, mantendo confiança
em sua conduta.
A Operação Sem Refino cumpre, ao todo, 17 mandados de busca e apreensão e segue em andamento.
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