O maior índice do país foi
identificado no Amapá, com 10%. Em contrapartida, o cenário nacional apresentou
taxa de 6,1%, o menor nível para um primeiro trimestre desde o início da série
histórica, em 2012.
O levantamento também mostra
disparidades regionais significativas. Em 12 estados brasileiros, a taxa de
desemprego ficou abaixo da média nacional, com destaque para Santa Catarina,
único estado com índice inferior a 3%.
De acordo com os critérios
do IBGE, são consideradas desocupadas apenas as pessoas que buscaram emprego
ativamente nos 30 dias anteriores à pesquisa. Ao todo, foram visitados cerca de
211 mil domicílios em todo o país.
Outro dado que chama atenção
é o percentual de trabalhadores com carteira assinada no setor privado.
Enquanto a média nacional é de 74,7%, Pernambuco apresenta apenas 63,4%,
evidenciando maior nível de informalidade. Santa Catarina lidera nesse
indicador, com 86,7%, enquanto o Maranhão tem o menor percentual, com 53,4%.
No trabalho por conta
própria, Pernambuco também aparece abaixo da média nacional. O estado registra
24,5%, contra 25,5% no Brasil. O maior índice foi novamente do Maranhão
(34,1%), e o menor do Distrito Federal (16,7%).
Os dados reforçam os desafios estruturais do mercado de trabalho pernambucano, especialmente no que diz respeito à formalização e geração de empregos, em um cenário nacional de recuperação gradual.
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