Apesar da vantagem numérica
da governadora, o cenário ainda é considerado de empate técnico dentro da
margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Nesse
cenário, Raquel Lyra pode variar entre 40% e 46%, enquanto João Campos oscila entre
36% e 42%.
O levantamento também
simulou um eventual segundo turno entre os dois principais nomes da disputa.
Nesse recorte, Raquel Lyra aparece com 44% contra 41% de João Campos. Indecisos
somam 8%, enquanto votos brancos e nulos também representam 8%.
De acordo com a análise do
Instituto Múltipla, dois fatores contribuíram diretamente para a mudança no
cenário eleitoral: a melhora na avaliação administrativa da governadora e o
avanço de sua popularidade na Região Metropolitana do Recife, considerada um
dos principais redutos eleitorais do PSB.
Nos bastidores da política
pernambucana, os números repercutiram intensamente por representarem uma
alteração significativa no equilíbrio político observado desde o início das
movimentações pré-eleitorais. Até então, João Campos vinha liderando as projeções
divulgadas por diferentes institutos.
A pesquisa ouviu 1.070
pessoas em diferentes regiões do estado e possui margem de erro de 3 pontos
percentuais. O levantamento está registrado sob os números PE–07611/2026 e
BR–00432/2026.
O novo cenário reforça o início antecipado das articulações políticas em Pernambuco e amplia a expectativa sobre alianças, movimentações partidárias e posicionamentos estratégicos das principais lideranças estaduais nos próximos meses.
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